sábado, 24 de janeiro de 2026
CT no Chão, Verdades Escondidas
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Exoneração de Heraldo Moreira: quando a crítica vira censura
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
“Literatura, cidade e futebol: Humberto de Campos e o Sampaio Corrêa”
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| Humberto de Campos |
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| Foto: Redes Sociais |
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
Sampaio Corrêa em xeque: a SAF que nunca existiu e a luta por democracia no clube
sábado, 1 de novembro de 2025
Sampaio Corrêa e a Urgência de uma Virada Popular
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| Torcida do Sampaio em momento de amor com o time (Foto: Lucas Almeida) |
sábado, 25 de outubro de 2025
Frota em Resenha: ataque à torcida e elogio a si mesmo
sábado, 11 de outubro de 2025
Sampaio Corrêa em 2026: Maranhense e Série D, futuro indefinido
segunda-feira, 6 de outubro de 2025
A culpa é sempre dos outros: o presidente que foge da responsabilidade enquanto o Sampaio afunda
Por Jorge Antonio Carvalho*
quinta-feira, 2 de outubro de 2025
Sampaio Corrêa sob cerco: entrevista de Frota vira palco de desinformação e ataque à torcida
terça-feira, 2 de setembro de 2025
"Entre o Céu e a Terra: a Travessia de Pinto Martins e a Paixão de um Povo"

Foto: Fornecida pelo autor
Por Raimundo Castro*
Em 1922, quando o Brasil celebrava seu Centenário da Independência, os céus ainda eram território de poucos. Voar era arriscar a vida, apostar contra a gravidade, desafiar os limites do impossível. Foi nesse cenário que um cearense de Camocim, Euclides Pinto Martins, ousou inscrever seu nome na história.
Engenheiro,
mecânico, aviador — homem de coragem e de técnica — Pinto Martins uniu-se ao
piloto norte-americano Walter Hinton para dar vida a uma travessia épica: ligar
Nova Iorque ao Rio de Janeiro, costurando continentes e mares a bordo de um
hidroavião batizado com um nome que atravessaria os séculos: Sampaio Corrêa II.
A
cada pouso forçado em águas turbulentas, a cada reparo feito com as próprias
mãos, Martins não apenas consertava máquinas — ele reafirmava a esperança de
que a ciência e a ousadia poderiam unir povos e nações. Quando, em dezembro de
1922, o hidroavião pousou triunfante na Baía de Guanabara, o Brasil inteiro
compreendeu que um novo tempo havia começado: tempo em que a independência
também se faria pelos ares.
Mas
a epopeia não terminou no Rio. Daquele voo nasceu um símbolo. Quando, no ano
seguinte, um grupo de maranhenses apaixonados pelo futebol decidiu fundar um
clube, escolheram homenagear o feito que incendiava a imaginação nacional.
Assim nasceu o Sampaio Corrêa Futebol Clube, carregando no nome a marca da
ousadia e da coragem. Desde então, o “Tubarão” não é apenas um time: é herança
de um gesto de grandeza, memória de que o povo também pode voar.
O
destino, no entanto, foi cruel com Pinto Martins. Dois anos depois, em 1924,
morreu em Nova Iorque em circunstâncias trágicas. Partiu jovem, sem ver
plenamente reconhecida a dimensão de sua façanha. Mas se a vida se apagou cedo,
sua chama permanece acesa — no aeroporto de Fortaleza que leva seu nome, na
história da aviação brasileira e, sobretudo, na identidade de um clube que
nasceu para ser do povo.
Hoje,
quando o Movimento “Sampaio Corrêa é do Povo” reivindica
democracia, transparência e participação, há um elo invisível que o conecta
àquela travessia de 1922. Se Pinto Martins atravessou mares e tempestades para
aproximar continentes, cabe agora aos torcedores atravessar as nuvens da
opacidade e da má gestão para reconquistar o clube que sempre lhes pertenceu.
A memória do Sampaio Corrêa II não é apenas um capítulo esquecido da aviação: é metáfora viva de resistência. Lembra-nos que nenhuma tempestade é capaz de deter um povo que decide voar. E que, como naquele hidroavião singrando os céus, o Sampaio Corrêa Futebol Clube só cumprirá seu destino se for conduzido pelas mãos firmes e pelos sonhos coletivos de quem realmente lhe dá sentido: a sua torcida, o seu povo, o seu universo tricolor.
*Raimundo Castro - Mestre em Educação pela Universidade Federal do Maranhão. Professor Titular do Departamento de Matemática do IFMA, Campus São Luís-Monte Castelo. Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Profissional e Tecnológica, Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica. Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ensino, Doutorando em Ensino, da Rede Nordeste de Ensino - RENOEN, Instituição Associada Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e Torcedor do Sampaio Corrêa Futebol Clube
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
ATENÇÃO: Frota já sente movimento forte contra sua gestão
O nosso blog divulga nota à imprensa do Professor Doutor Raimundo Castro em repúdio a manifestação do atual e ainda presidente da Bolívia Querida, Sergio Frota.
Veja abaixo a nota completa:
NOTA
À IMPRENSA, AO UNIVERSO TRICOLOR E A SOCIEDADE MARANHENSE
A denúncia apresentada
contra mim, pelo atual gestor do Sampaio Corrêa Futebol Clube, que pretende
imputar crimes de difamação a partir da veiculação de outdoors críticos à atual
gestão do Sampaio Corrêa Futebol Clube, não se sustenta juridicamente nem
resiste ao mais básico exame de constitucionalidade.
Em primeiro lugar, a peça
acusatória confunde crítica institucional — protegida pela Constituição
Federal (arts. 5º, IV, IX e XIV; art. 220) — com ataque pessoal. O Supremo
Tribunal Federal, na ADPF 130, fixou entendimento firme que, embora
não seja absoluta, a liberdade de expressão é um direito: não existe “meia
liberdade de expressão”, e críticas duras a dirigentes ou gestores integram o
núcleo essencial desse direito fundamental. Portanto, tentar criminalizar
manifestações de torcedores que questionam transparência e gestão de um clube
de utilidade pública equivale a instaurar censura prévia, prática incompatível
com o Estado Democrático de Direito.
Em segundo lugar, não há
subsunção típica aos arts. 138 a 140 do Código Penal. As mensagens questionadas
— “queremos explicações”, “devolva o nosso Sampaio”, “Fora Fota” ou críticas
sobre o estatuto e a alienação do CT José Carlos Macieira — não imputam crimes,
não atribuem qualificações injuriosas e não se dirigem à vida privada de
ninguém. O que se verifica é animus criticandi, jamais animus
injuriandi ou caluniandi. O Superior Tribunal de
Justiça já pacificou que a divulgação de fatos verídicos ou notórios, ainda
que em tom contundente, não caracteriza difamação quando há inequívoco
interesse público.
Em terceiro lugar, o
direito de crítica não nasce do nada: há base fática real e notória. A
alienação do CT em 2009 foi amplamente noticiada e investigada pelo Ministério
Público; as fragilidades de governança e transparência do clube são
reconhecidas em documentos e relatórios oficiais; em quase duas décadas,
somente duas prestações de contas foram integralmente publicizadas. Logo,
exigir explicações não é crime, mas exercício regular de cidadania. A Lei
Geral do Esporte (Lei 14.597/2023, arts. 4º e 17) obrigam entidades
desportivas a atuarem com transparência e responsabilidade social. Cobrar isso
é dever de qualquer torcedor.
Por fim, é preciso
enfatizar: usar o processo penal para intimidar críticos é abuso do direito de
ação. O STF (ARE 713.478/DF, rel. Min. Roberto Barroso) já assentou que
a crítica a dirigentes é parte do jogo democrático e não pode ser judicialmente
reprimida. Também a Corte Interamericana de Direitos Humanos, em casos
como Kimel vs. Argentina e Herrera Ulloa vs. Costa Rica, condenou
práticas de criminalização da crítica pública, qualificando-as como violações
graves da liberdade de expressão.
Não aceitaremos que o
Judiciário seja instrumentalizado para calar a voz da torcida. O Sampaio Corrêa
é mais do que uma diretoria: é um patrimônio cultural, social e esportivo do
Maranhão, sustentado pela paixão de seu povo. E é essa paixão que exige governança
responsável, prestação de contas e respeito aos direitos da coletividade.
Pelo Sampaio
Corrêa, iremos até o fim. Devolva nosso Sampaio Corrêa.
Dr.
Raimundo Castro
Professor Titular do Departamento de Matemática do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus São Luís - Monte
Castelo.
Torcedor apaixonado do Sampaio Corrêa
Futebol Clube.
quinta-feira, 26 de junho de 2025
Meia-entrada sem Acessibilidade: quando o descaso transforma direito em constrangimento
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| Guichê para idosos fechado |
Sou torcedor, sou maranhense, sou cidadão e tenho 61 anos. No dia 15 de março de 2025, fui ao Castelão acompanhar a partida entre MAC e Sampaio Corrêa pelo Campeonato Maranhense. Queria ver futebol. Saí de lá indignado.
domingo, 9 de agosto de 2020
Sampaio sofre gol de pênalti, luta muito, mas sai do Barradão sem pontuar
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| (Foto: Pietro Carpi) |
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Sampaio é semifinalista, após triturar o Juventude em São Mateus
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| (Foto: Lucas Almeida) |
FONTE: Site do Sampaio Correa
domingo, 2 de agosto de 2020
Na volta, Tubarão vence o Cavalo de Aço no Frei Epifânio
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| (Foto: Lucas Almeida) |
















