Conversa de Feira
Blog sobre Política, Cultura, Esporte, Direitos Humanos e outros temas.
domingo, 22 de março de 2026
A mídia repete o roteiro de 2016: delações seletivas e ataques coordenados contra Lula.
sábado, 21 de março de 2026
ETANOL NO BRASIL: Soberania Energética ou Purificação da Gasolina?
- Recentralizar o etanol hidratado como combustível principal, e não complementar, incentivando sua competitividade direta na bomba;
- Desvincular parcialmente a formação de preços do etanol da gasolina, reduzindo o papel desta como referência dominante;
- Reorientar a política tributária e de distribuição, favorecendo o consumo direto de etanol em larga escala;
- Expandir a infraestrutura logística e de abastecimento, consolidando o etanol como opção preferencial em todo o território;
- Articular política energética e agrícola, garantindo estabilidade produtiva e evitando ciclos de escassez e volatilidade.
- Integrar o etanol a uma política nacional de mobilidade, com ênfase nas frotas urbanas sobre pneus, especialmente ônibus e veículos públicos, ao mesmo tempo em que se amplia a eletrificação dos sistemas de transporte de massa sobre trilhos, como metrôs e trens urbanos.
*
quinta-feira, 12 de março de 2026
Fiscalização contra abusos: Governo Lula reage à alta dos combustíveis
![]() |
| Foto: Agencia Brasil |
A Vibra Distribuidora foi apontada como uma das protagonistas dessa prática, que gera lucros imediatos às empresas e prejuízos à sociedade. Especialistas defendem fiscalização rigorosa e responsabilização judicial para quem manipula preços e retém estoques de forma abusiva.
Diante desse cenário, o governo Lula anunciou um pacote de medidas emergenciais para conter a alta dos combustíveis. Entre as ações estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, representando economia de R$ 0,32 por litro, e uma subvenção adicional de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores, com repasse obrigatório ao consumidor. Além disso, foi criado um imposto de exportação sobre petróleo, com o objetivo de estimular o refino interno e garantir abastecimento doméstico.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) terá papel central nesse processo, com poderes ampliados para coibir aumentos abusivos e fiscalizar a transparência nos postos. O governo também determinou que os estabelecimentos informem de forma clara ao consumidor as reduções de tributos e os preços praticados.
Apesar das medidas, especialistas alertam que o sucesso dependerá da efetividade da fiscalização e da cooperação dos estados, que podem contribuir reduzindo o ICMS. Sem ação firme, há risco de que distribuidoras mantenham margens abusivas e resistam ao repasse integral dos benefícios.
Em meio à guerra no Oriente Médio, que mantém o barril de petróleo acima de US$ 100, o desafio do governo é equilibrar pressões externas com a necessidade de proteger o povo brasileiro. Enquanto isso, a especulação continua sendo um inimigo interno que precisa ser combatido com rigor.
Fontes: Conversa de Feira e Brasil 247
Fiscalização já: o povo não pode pagar pela especulação
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Entre Justiça Social, Carnaval e Páscoa: Reflexões sobre o Brasil de 2026
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Acessibilidade parada no Congresso: inclusão não pode esperar
![]() |
| Foto: Rede Sociais |
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Flávio Dino enfrenta privilégios: medida histórica contra distorções
![]() |
| Foto: Gustavo Moreno/STF |
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Dois Brasis no serviço público: privilégios no Legislativo e limitações no Executivo
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Banco Master: entenda quem realmente está atolado até o pescoço
sábado, 24 de janeiro de 2026
CT no Chão, Verdades Escondidas
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Exclusão Institucional: A Discriminação Contra os Anistiados da Lei 8.878/94
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
O suprassumo da extrema direita: Trump exporta autoritarismo e ameaça nosso continente
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Exoneração de Heraldo Moreira: quando a crítica vira censura
domingo, 4 de janeiro de 2026
Hoje é Caracas, amanhã pode ser qualquer de nós
domingo, 28 de dezembro de 2025
Carros elétricos e a Margem Equatorial: o Brasil entre o desafio e a solução
| Foto: Ilustração |
Nos últimos anos, os carros elétricos e híbridos têm ganhado espaço no Brasil. Em 2025, eles já representam uma fatia crescente das vendas de veículos novos. Mas uma pergunta continua ecoando entre consumidores: por que esses modelos, que prometem reduzir a poluição e ajudar o meio ambiente, ainda custam tão caro?
![]() |
| Reprodução/CNN |
Nesse contexto, surge uma discussão estratégica: a exploração da Margem Equatorial Brasileira (MEB). Autoridades como o presidente Lula e o ministro de Minas e Energia destacam que os recursos provenientes dessa exploração podem financiar a transição energética, modernizar a infraestrutura e fortalecer a industrialização nacional. A Petrobras e a Confederação Nacional da Indústria também defendem que, com segurança jurídica e ambiental, a MEB pode ser um motor de desenvolvimento regional e nacional.












