terça-feira, 16 de abril de 2013

O que está acontecendo na Venezuela?

Sede do PSUV em Barinas na segunda-feira 15 abril de 2013

Na segunda-feira, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela proclamou presidente Nicolás Maduro que as eleições do país no domingo, 14 de abril convocada após a morte do comandante Hugo Chávez.

O CNE havia informado que Maduro, do Partido Socialista da Venezuela (PSUV), e sucessor anunciado por Chávez, ganhou 7.505.338 votos, para 50,66% dos votos, enquanto o adversário obteve 7.270.403 votos Henrique Capriles, ou 49,07% O candidato Bolivariano marcou 234.935 votos a mais do que seu principal adversário para uma vantagem de 1,59%, em um cenário que envolve a 78,715% dos eleitores.

Perdedores, que, ao contrário de Chávez, alcançaram o seu melhor resultado de sempre recusar-se a admitir a derrota. Eles pediram uma recontagem, apoiado pelo governo dos EUA e do Secretário-Geral da OEA, e longe de depender de um sistema eleitoral dos mais reconhecidos internacionalmente, desenvolveram uma estratégia para evitar a governabilidade do país.

Durante a campanha eleitoral, sabotar o sistema elétrico e o açambarcamento e especulação de causar escassez, eram cartas que a poderosa máquina da mídia anti-Chávez usada contra o candidato servindo como Presidente Interino. No entanto, o chavismo ganhou em 16 dos 24 estados e votos em todo o país, dar uma vantagem superior à obtida por amigos de Washington, em muitas partes.

Mas na Venezuela, nada é suficiente. Uma euforia oposição que viu Chávez na ausência de oportunidade para reverter as mudanças ocorridas nos últimos 14 anos e desmobilização de um setor que acreditava Chávez deu a vantagem de que a maior parte do esforço não foi levantamentos necessários, criaram o palco para os inimigos do povo venezuelano, voltar para ela novamente com o comportamento violento e antidemocrático que tem caracterizado desde que percebeu que a Revolução Bolivariana era sério.

Como em abril de 2002, o fascismo enfiou a cara de novo na Venezuela, Capriles, que então participou no assalto à embaixada de Cuba, convocou para protestar nas ruas e já houve atos violentos contra ramos do PSUV em diferentes estados, assim como ataques a casas de líderes de Chávez, para público e mídia a casa do presidente da CNE, Tibisay Lucena. Grandes meios de comunicação internacionais publicou fotos de donas de casa que jogam panelas e se escondem no comportamento fascista de seus aliados.

O que está acontecendo na Venezuela? Que o fascismo quer obter pela força o que foi confirmado nas pesquisas e que qualquer democrata de Nossa América tem o dever de evitá-lo. 


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Quem é mãe?


Sharon, Tomás e Clecy. Arquivo pessoal.
Texto de Sharon Caleffi com colaboração de Carolina Pombo.
Minha mãe é Clecy Teresinha Caleffi, trabalha em uma loja de autopeças, mora em Erechim, Rio Grande do Sul, tem três filhas e um neto. Eu sou mãe do Tomás Caleffi Brusamarello, 3 anos, aluno do CMEI Madre Paulina, que mora comigo em Pato Branco, Paraná.
A mãe da minha mãe é Helena Moro, agricultora, mora numa propriedade rural em Três Arroios, Rio Grande do Sul. Tem 9 filhos, 18 netos e um bisneto. A outra mãe da minha mãe era, na verdade, tia dela, se chamava Joana Pieniak, irmã de minha avó. Minha mãe foi morar com a tia Joana desde novinha, lá por um ano e pouco de idade. Quando chegou na idade escolar, ela voltou a morar com meus avós, porque a escola era mais perto da casa deles. Mas nas férias e finais de semana ela sempre voltava pra casa da tia Joana e do tio Francisco. Tia Joana faleceu antes de eu nascer, não a conheci, não a chamei de vó. Mas a relação entre ela e minha mãe tinha o afeto e a intensidade de uma relação de mãe e filha
Quando a gente está começando a aprender gramática, na escola, e nos apresentam os substantivos, eles podem ser concretos ou abstratos. A princípio, “concreto” é o que a gente pode tocar, cheirar, sentir. “Pedra”, “fogo”, “água”, “mãe”. E pra mim, mãe era uma coisa muito concreta mesmo, era a Clecy, que era a mãe mais bonita que eu conhecia, gostava de ler, trabalhava vendendo jóias, fazia uma delícia de estrogonofe e uma nega maluca maravilhosa e não gostava muito de bagunça. Principalmente nos armários. Minha mãe, concretíssima.
Mas pra minha mãe… “mãe” já não era um substantivo tão concreto assim… as relações que ela tinha com a minha avó e a tia Joana eram muito parecidas, difíceis de separar. A relação familiar deles, a princípio de sobrinha e tios, ganhou complexidade e longitude, se tornou completamente diferente. Eles não eram só os cuidadores, só os responsáveis pela alimentação e higiene da sobrinha. Eram uma família. O tio Francisco era tão pai da minha mãe quanto o meu avô, Feliciano.
E então, os pais. Meu pai é Rubem Antonio Caleffi, tem uma confeitaria, mora em Boa Vista, Roraima. Tem três filhas e um neto. O pai do meu filho é o Rodrigo Palhano Brusamarello, mecânico de automóveis, mora comigo e com meu filho. Tem alguma língua em que pai e mãe não sejam termos separados? O português é uma língua complicada, eu tenho inveja do inglês onde a gente pode usar “parents” para nos referirmos a pai e mãe como iguais que são. Pai e mãe é tudo igual, em algumas famílias, e, cada dia mais, são papéis bem parecidos, nas responsabilidades, nos direitos, nas tarefas.
O que existe nessa relação entre duas pessoas que os torna mãe e filho? O cuidado? O tempo? O que é mãe? O que é filho? São coisas concretas, como a gente aprende na terceira série?
Acho que não, acho que mãe é substantivo abstrato. Porque mãe não é um substantivo para uma pessoa, é um marcador de relação (isso sim, um termo muito abstrato) que se tem com ela. A única condição que, talvez, delimite com certeza o termo é “ser reconhecida como mãe por um filho”, ou seja, que alguém se reconheça filho dessa mãe. É possível ser mãe, por exemplo, dos filhos de outros relacionamentos do companheiro ou da companheira, mesmo que estes não a reconheçam como mãe? É possível existir mãe em outros tipos de relações, não familiares? Uma babá pode ser mãe da criança que cuida? Quem vai dizer que sim? Que não? Alguém de fora dessa relação pode dizer isso? Eu posso dar a alguém o nome “mãe”? Eu posso retirar esse nome de alguém?
E pai, é assim também? É, pai também é abstrato.
A gente só pode resumir dizendo que quem é mãe sabe que é. E que quem é filho sabe quem é, ou quem são, suas mães. Definir mãe, sem deixar nada de fora, é bem mais difícil…
Sharon Caleffi é mãe do Tomás e escreve no blog Quitandinha.
O FemMaterna é um grupo de discussão sobre maternidade com uma proposta feminista. Se quiser participar, basta pedir solicitação na página do grupo. Participe também no facebook.


FemMaterna

Somos mães e feministas, buscando educar noss@s filh@s de maneira libertária. Buscamos construir com eles um mundo que acolha a diversidade e que questione desigualdades, preconceitos e estereótipos.

Fonte: Reproduzido do Blog Blogueiras Feminista

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A carta que John Lennon mandou para Tim Maia

Tim Maia, além de ser um dos maiores cantores do Brasil também era famoso por suas esquisitices, manias e excentricidades e claro, por não comparecer aos próprios shows.

Em meados da década de 1970, Tim entrou de cabeça na Cultura Racional, uma espécie de seita ou religião que cultuava um ser chamado “Racional Superior”. Entre outras coisas, a Cultura Racional pregava que os seres humanos vieram de um planeta distante e que se cumprissem alguma regras, discos voadores viriam e levariam os homens para o mundo perfeito, neste tal planeta longínquo.
Nessa época, Tim Maia parou de beber, de fumar, de usar qualquer tipo de droga, de transar, de comer exageradamente, ou seja, parou com tudo o que mais gostava e que o caracterizava. Nesse período, Tim Maia gravou dois discos: “Racional Superior” I e II. Os discos foram um retumbante fracasso de crítica e de vandas, embora hoje este disco seja cultuado pelos fãs do cantor e colocados entre os melhores de sua carreira.
Tim saiu da gravadora, perdeu dinheiro, perdeu fãs, pois ninguém queria ouvir toda aquela pregação religiosa. Passou a usar somente branco e a tentar converter todos os amigos.
Teve até uma briga homérica com seu vizinho Raul Seixas, tentando convertê-lo. Raulzito defendia com unhas e dentes o uso de álcool e drogas, principalmente a maconha. Tim pregava o ensinamento pelo “Universo em Desencanto” e toda a caretice do mundo.
Para expandir sua filosofia, Tim resolveu converter também todos os astros da música mundial. Enviou livros da seita para James Brown, John Lennon e outros artistas. Enviou em português mesmo. “O Racional Superior faria com que eles entendessem”, dizia ele.
Porém, o Racional Superior não foi muito com a cara de John Lennon, que não deve ter entendido muito bem aquele livro. Algum tempo depois de enviar o livro para o ex-líder dos Beatles, Tim recebeu de volta uma carta vinda do edifício Dakota, em Nova Iorque.
No envelope vinha uma foto de John Lennon inteiramente nu e com os dizeres:
“Dear freak, I don’t understand portuguese. What about LISTEN to this photo?
John Lennon.”
(Em tradução livre: Seu louco, eu não entendo português. Que tal prestar atenção nesta foto?)
Tim, obviamente, passou horas ou dias xingando Lennon e afirmou categoricamente que o Racional Superior tinha dado só mais nove anos de vida a John Lennon e que ele iria morrer em 1984. O Racional só esqueceu de combinar isso com Mark Chapman, que matou o cantor em 1980.

Fonte: Blog Feitor de Ideias

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Sampaio Correa derrota o campeão nordestino!

Bolívia chegou junto na "Raposa"(Foto: M. Menezes / J. Paraíba)

A "Bolívia Querida" ontem (10), mesmo com o futebol de altos e baixos, conseguiu uma heroica vitória no terreiro da "Raposa" paraibana. A vitória foi conquistada nos últimos minutos de prorrogação com um  gol de Edgar, o "Edgol, que recebeu uma bola na medida de Eloir e chutou fazendo 1 a 0 no estádio Amigão, dando grande vantagem ao Sampaio no jogo de volta que será no Castelão quarta feira que vem (17). 
A "Raposa" como é chamada pelos torcedores do Campinense, vinha de uma grande invencibilidade de não pegar gols e nem perder em casa, mas ontem sentiu as mordidas de dentes afiados do "Tubarão" nordestino. 
O Sampaio venceu com Rodrigo Ramos; Denílson (Caíque), Mimica, Paulo Sérgio e Deca; Robson Simplício, Arlindo Maracanã, Eloir e André Beleza (Jonas); Pimentinha e Júnior Chicão (Edgar). T: Everton Goiano, agora ele vai jogar neste domingo (14). 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Maranhão será investigado sobre merenda escolar

Licitações fraudadas, comida estragada servida a alunos, escola fechada porque não tem merenda. Pelo menos 13 estados no país investigam atualmente denúncias de desvio de recursos para aquisição de merenda escolar, de mau armazenamento de comida e de fornecimento insuficiente de alimentos para escolas — em alguns casos, onde há denúncia de verba fraudada é também onde falta merenda.

As irregularidades estão sendo apuradas pelos Ministérios Públicos estaduais e Federal, e por fiscalizações da Controladoria Geral da União, em estados como Paraná, Rio Grande do Norte, Maranhão, São Paulo, Rio, Roraima, Minas, Bahia e Pernambuco; na última semana veio à tona um caso no Espírito Santo, com desperdício de merenda.

Fiscalizações da CGU ilustram o descaso. Em Xexéu (PE), o órgão constatou em outubro de 2012 indícios de sobrepreço, aquisição de alimentos sem licitação ou contratos de fornecimento. E faltou merenda em duas escolas por pelo menos dois meses em 2012, após o recesso do meio do ano. Além disso, foi encontrada carne mantida sem refrigeração. Numa das escolas, a merenda é guardada onde morava a merendeira nos dias úteis. E “todas as escolas visitadas não dispõem de água tratada ou filtrada para preparar a merenda, utilizando-se água do poço”, diz a CGU.

Em São José do Campestre (RN), em sete escolas com 75,6% dos alunos da rede municipal, a CGU encontrou falta de merenda no fim de 2012. Cinco delas estavam fechadas por causa disso.

Na última sexta-feira, professores e alunos de três escolas confirmaram que a merenda faltou no início deste ano, mas disseram que o serviço já foi normalizado. Porém, numa quarta escola, rural, a Cícero Pinto de Souza, o problema continua:

— Aqui sempre falta merenda. Este ano menos, mas tem faltado — contou o aluno do 4º ano José Rodrigo da Silva.

O depósito de alimentos do município funciona numa sala improvisada na Secretaria de Educação. Nessa mesma cidade, a CGU constatou em 2012 licitação direcionada, com irregularidades como um pregoeiro nomeado após ter assinado o edital. “Houve flagrante montagem para conferir aparência de legalidade” a empresas que, diz a CGU, participaram de fraudes em outra cidade do estado, Goianinha, com participação de um ex-prefeito.

Frango sem refrigeração

Já em Balsas (MA) houve simulação de processos licitatórios em 2011 e 2012. Produtos como frango abatido eram entregues por caminhões sem refrigeração, no depósito central da cidade, “que não possui freezer”. Numa das escolas, os alunos não tinham onde se sentar para comer.

Uma “simulação de processo licitatório e conluio entre os licitantes, pregoeiro, equipe de apoio, coordenadora da merenda escolar e presidente do CAE (Conselho de Alimentação Escolar)” foi encontrada em Hidrolândia (CE) em 2012. Entre os indícios, exigência de documento não previsto em lei, que seria dado pela comissão de licitação; e o fato de um funcionário de licitante ser ligado a outra. Enquanto isso, 40% das escolas visitadas sofriam com atraso no fornecimento de comida aos alunos.

Atualmente, 780 municípios e seis estados — Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia e Sergipe — até correm o risco de ficar sem recurso federal para merenda porque o seu Conselho de Alimentação Escolar, órgão que monitora o uso do recurso, está irregular, com mandato vencido. Estados e prefeituras têm até o dia 30 para enviarem as prestações de contas das verbas repassadas em 2011 e 2012.

Mas prestações de 2010, por exemplo, ainda têm problemas como documentação pendente — como na Bahia, com pelo menos 60 cidades nessa situação. Só este ano, até agora, já foram abertas pelo FNDE 13 tomadas de contas especiais especificamente sobre problemas com verba para merenda.

O Ministério Público também apura irregularidades. Em mais de cinco estados, inquéritos foram abertos após investigação em São Paulo descobrir o que o MP chamou de “máfia da merenda”: um grupo de empresas que simularia licitações com ajuda de servidores públicos e secretários municipais. No Nordeste, esse cartel teria usado uma empresa que dizia oferecer serviços de “consultoria em políticas públicas” para intermediar a relação entre as prefeituras e as empresas de alimentação.

Empresas consideradas pelo MP como parte da máfia podem estar atuando sob outro nome. Em Roraima, uma empresa apontada pelo MP-SP como sendo do grupo, a J. Coan, forneceu merenda a escolas estaduais de Boa Vista de 2006 a 2011, período em que lá surgiram casos de leite servido azedo e sopa servida com larvas. Em 2011, ela foi substituída pela Megaclear, que mudou seu nome para Mega Foods. Para o MPF-RR, a empresa tem um endereço que era o mesmo da Coan, além de telefones registrados em nome da Coan. O MPF-RR destaca: “a Coan é sócia da Semper Foods, que, por sua vez, é sócia da Mega Foods”. Integrante do Conselho de Alimentação Escolar, a merendeira Silvinha Oliveira confirma que a Mega Foods é a fornecedora e reclama da qualidade do produto:

— A comida às vezes chega atrasada, e os legumes que eles mandam já chegam estragados.

No Rio, segundo o procurador da República Renato Machado, um inquérito apura indícios de direcionamento de licitação em São João de Meriti envolvendo a Home Bread; também há um inquérito no Supremo Tribunal Federal sobre suspeita de superfaturamento em contratos da empresa.

Apontada pelo MP como uma das principais do cartel que envolvia a Coan, a SP Alimentação negou as acusações sobre o cartel e disse que a defesa está sendo feita à Justiça. Responsáveis pela Coan não foram localizados até o fechamento da edição. Um homem que quis se identificar apenas como Márcio e se disse assessor da Home Bread negou as acusações, afirmando que as licitações de que a empresa participou tiveram publicidade. 

domingo, 7 de abril de 2013

Futebol americano não é só para norte-americano!


Garotada de toda parte da cidade
Umas das mais importantes atividades para um país, um estado, uma cidade em lutar e implementar políticas públicas com o objetivo de evitar e/ou tirar a nossa juventude da marginalidade, especificamente no uso de entorpecentes, é a prática de esporte. Prática que pode se transformar em competições, consequentemente meio de vida. 
Em São Luís, uma garotada muita ousada e com muitos sonhos, iniciaram a prática de uma modalidade esportiva não muito comum em nosso país e novidade na nossa ilha. O futebol americano.
Em contato com esses garotos, notamos que não existe nenhuma ideia de ser a favor da  vida americana/EUA e contra a brasileira, longe disso, apenas colocar para a sociedade uma modalidade esportiva para que a juventude tenha mais uma alternativa de lazer e entretenimento para todas a classes.
O blog achou importante enfatizar essa iniciativa grandiosa dessa garotada e reproduz trechos da reportagem produzida mo imiranteesporte.com do repórter Fernando Oliveira, com fotos de Paulo de Tarso Jr., no final do mês passado, sobre a trajetória da equipe maranhense São Luís Sharks, relatada por dois representantes, o Brayner Rosa e Diego Stan. Veja abaixo:

"SL Sharks quer popularizar o futebol americano no MA"

Quem acha que o futebol americano só é jogado nos Estados Unidos, engana-se. Além de outros países como o Japão, que já foi campeão mundial da modalidade, o Brasil já consegue mostrar uma mobilização significativa para divulgar a prática do esporte mais popular entre os americanos.
O Brasil já possui dois campeonatos nacionais da modalidade e conta com mais de 100 equipes treinando em todo o país. Em um desses campeonatos, promovido pela Confederação Brasileira de Futebol Americano, 34 equipes de 25 cidades e 15 Estados participaram da edição de 2012.
E São Luís, também, não poderia ficar de fora. Inspirados na NFL, a conhecida liga de futebol americano, O São Luís Sharks, única equipe do esporte no Estado, desenvolve, há pouco mais de um ano, um trabalho de popularização do futebol americano.
Em entrevista ao Imirante Esporte, os jogadores Brayner Rosa, um dos fundadores do time, e Diego Stan falaram sobre a ideia de desenvolver a prática dessa modalidade na capital maranhense e como o time vem atraindo jovens interessados em conhecer mais sobre o esporte.
Diego Stan e Brayner Rosa

Diego Stan disse que o começo do time foi bem modesto, como uma diversão. "tudo começou com um grupo de 5 amigos jogando na praia. A princípio, era só diversão. Como a agente treinava na praia, muita gente olhava, mas não levava muito a sério", revelou. "Depois, um foi chamando o outro e, então, a ideia de montar uma equipe de futebol americano em São Luís foi amadurecendo", acrescentou.
Desde então, a equipe passou a treinar em campo aberto. Isso, segundo Diego, trouxe mais visibilidade ao time. "Muita gente passou a ver os nossos treinos e o fato de estarmos treinando em um campo ajudou as pessoas a verem nosso trabalho com mais seriedade", afirmou.
Foi na praia que tudo começou (foto imirante Esporte)

Divulgação e popularização do esporte
O futebol americano nos Estados Unidos abrange não apenas a prática esportiva, mas, também, o aspecto cultural. "Os americanos tem uma cultura bem desenvolvida em relação a esse esporte. Você vê muitas famílias indo ao estádio, desfrutando tudo com muita tranquilidade, ao contrário do Brasil, em que o futebol, nos estádios, vem tirando a família do espetáculo", comentou Brayner Rosa, um dos fundadores do time.
Segundo ele, a ideia é fazer do futebol americano, na capital maranhense, uma extensão do comportamento que o esporte proporciona nos Estados Unidos. "queremos trazer o mesmo espírito que existe lá para o Maranhão", enfatizou.
Modalidade requer disciplina e respeito.
Brayner disse que o Sharks contou com o intercâmbio de alguns atletas mais experientes de outros Estados e, também, com a presença de americanos no campo de treinamento da equipe. “Eles estiveram aqui no Brasil e alguns deles compareceram em um dos nossos treinos. Falaram sobre a visão do esporte por lá, deram algumas dicas sobre treinamento, sobre o lado social do esporte, além do respeito com os jogadores oponentes”, revelou.
Além disso, o Sharks tem uma colaboração importante de um atleta do Panamá, que reside em São Luís. O panamenho teve um contato maior com a prática em seu país e, pela experiência, ajuda o time nos treinamentos. “Ele funciona como um headcoach, que é uma espécie de treinador principal”, ressaltou Brayner.
Para um esporte ainda pouco popular, ganhar novos adeptos, ainda, é um grande desafio. “A gente mantém o projeto do futebol americano aqui pela motivação de jogar e por amor ao esporte. Apesar da ideia de violência que algumas pessoas têm sobre o esporte, existem os equipamentos que protegem o jogador”, destacou Diego Stan.
Outro fator que dificulta um crescimento maior do futebol americano por aqui é o custo. “O custo de um equipamento é alto. Não temos empresas especializadas, no Brasil, na fabricação de equipagem. Temos, muitas vezes, que pedir fora do país”, relatou Diego.
Projetos do São Luís Sharks
Apesar do pouco tempo de existência, o São Luís Sharks tem um projeto de crescimento ousado. Entre os objetivos principais, está o de se inscrever, daqui a dois anos, no campeonato brasileiro de futebol americano. “Queremos participar do brasileiro em 2015. Esperamos que, com a divulgação do esporte, possamos alcançar patrocínio para melhorar a qualidade do nosso trabalho. Precisamos melhorar nossa base de jogo em 2013 e 2014 para chegarmos ao brasileiro em 2015”, enfatizou Brayner Rosa.
Enquanto isso não acontece, o grupo pretende investir em treinamentos táticos e físicos, além da troca de experiências com outros times. O São Luís Sharks, também, já recebeu alguns convites para participar de alguns torneios, entre eles, um torneio que envolve 6 times do Amazonas e do Pará.
Os jogadores do São Luís Sharks ressaltaram que o time é bastante democrático. “Pessoas com portes físicos diferentes podem jogar no nosso time. Você pode ter pessoas com pesos diferentes jogando lado a lado”, revelou Diego Stan.
Treinando no Cohatrac
Serviço
Treinos São Luís Sharks
Onde: Campo do Leozão – Cohatrac IV (Treinos fixos)
Quando: Aos sábados, a partir das 15h
Contatos: Brayner Rosa - 8706 6780/ O

sábado, 6 de abril de 2013

Saúde da Mulher: Varizes, cinco causas do seu surgimento


Varizes, cinco causas do seu surgimento.

Varizes são dilatações ou tortuosidades das veias do corpo humano. As mais comuns são as varizes dos membros inferiores. As secundárias a uma cirrose hepática não têm a mesma fisiopatologia e devem fazer parte das doenças hepáticas.

Para evitar o surgimento das varizes ou a piora do quadro é preciso conhecer as cinco causas que mais aumentam esse mal.

1 - Ser do sexo feminino: segundo estudos as mulheres têm de duas a três vezes mais chances ter o problema. Para prevenir é preciso que as mulheres usem meias elásticas que ajudam na circulação sanguíneas.

2 - Descontrole alimentar: É preciso ter moderação à mesa. Pessoas com sobrepeso, que comem de forma descontrolada, acabam sobrecarregando as veias das pernas que precisam suportar o peso maior do corpo.

3 - Os anticoncepcionais: os altos níveis de estrogênio das pílulas alteram o funcionamento das válvulas do interior das veias. A consequência é o aumento das chances de ter varizes.

4 - Gravidez: As alterações hormonais são responsáveis pelo aparecimento de varizes.

5 - O saldo alto: usando todos os dias e por longos períodos, o saldo alto pode prejudicar o bombeamento de sangue nas pernas, fazendo as varizes surgirem. Alongue-se durante o dia, isso ajuda a evitar o surgimento desse incômodo.

Fonte: Blog do Catarino

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Marco Feliciano reafirma que africanos são amaldiçoados

Deputado argumentou que conversão
ao cristianismo 'cura' a maldição

O pastor-deputado Marco Feliciano (PSC-SP), na foto, reafirmou que os africanos são amaldiçoados. Ao apresentar sua defesa ao STF (Supremo Tribunal Federal), onde responde a processos por homofobia e racismo, ele negou que seja preconceituoso com o seguinte argumento, citando a Bíblia:

“Os africanos descendem de Cão ou Cam, filho de Noé. E, como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições". 

Explicou que é "como se a humanidade expiasse por um carma, nascido no momento em que Noé amaldiçoou o descendente de Cão e toda sua descendência, representada por Canaã, o mais moço de seus filhos, e que tinha acabado de vê-lo nu". 

Argumentou que essa maldição tem sido curada com a conversão de africanos ao cristianismo, aos “caminhos do Senhor”. "Tem ocorrido isso. Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado." 

A defesa foi protocolada no dia 21 pelo seu advogado Rafael Novaes da Silva. 

Feliciano foi denunciado (acusação formal) ao STF pela Procuradoria-Geral da República por ter defendido em 2011 no Twitter essa interpretação da Bíblia sobre maldição dos negros e por ter afirmado que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição". 

Na sua defesa, ele negou também que seja homofóbico e que não há lei que o impeça de manifestar a sua opinião. 

A Folha de S. Paulo observou que, na defesa, Feliciano atrelou a sua atuação como pastor ao seu mandato parlamentar, diferentemente, portanto, do que disse recentemente como argumentação para não renunciar à presidência da Comissão dos Direitos Humanos. 

Ontem, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara, demonstrou irritação com Feliciano. 

"Ele [Feliciano] não pode achar que é como coisa de criança: veste a roupa do Super-Homem, do Batman, e depois tira. Essa é a dificuldade dele, de achar que na Casa é o presidente da comissão e, quando sai, tira a roupa e vai pregar contra as minorias”, disse.

Fonte: Reproduzido do Blog do Paulo Lopes

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Atenção: Blogueiros terão assessoria jurídica


Por Luiz Carlos Azenha do Viomundo
Reunidos ontem à noite na sede do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, em São Paulo, blogueiros, ativistas, militantes de partidos políticos, movimentos sociais e advogados decidiram, por consenso, criar um fundo para socorrer financeiramente colegas que sejam alvo de processos judiciais, ameaças ou violência em todo o Brasil.
O fundo de emergência será inicialmente organizado pelo Conselho Nacional da blogosfera, formado por 26 ativistas de todo o Brasil no mais recente encontro da entidade, em Salvador, na Bahia. Uma conta bancária receberá as contribuições de internautas, por enquanto em nome do Barão de Itararé. Decidiu-se também que a entidade terá um corpo jurídico exclusivamente devotado à defesa de blogueiros.
Segundo Altamiro Borges, presidente do Centro, a judicialização do debate político e a ameaça a poderes nunca antes questionados multiplicou o número de ações, que incluem ameaças, agressões e assassinatos.
“Os coronéis acostumados a mandar sem contestação ou crítica, seja em nível nacional, estadual ou local, encontram na Justiça frequentemente o caminho para calar ou intimidar a blogosfera”, afirmou Altamiro. “Com isso, escapam do debate das questões políticas de fundo, como a da democratização da mídia, para um terreno no qual dispõem de maiores recursos”, aduziu.
Presentes, os blogueiros Paulo Henrique Amorim, Rodrigo Vianna e Lino Bocchini — além deste que vos escreve –, que enfrentam na Justiça ações movidas por grandes corporações da mídia, declararam que não pretendem recorrer ao fundo, nem agora nem no futuro. Conceição Lemes, editora-chefe do Viomundo, explicou: “Há gente que nem dispõe de advogado e que, por falta de recursos, se cala diante de autoridades em várias partes do Brasil. Não é o nosso caso”.
Eduardo Guimarães deixou claro: “É importante que o fundo de apoio a blogueiros tenha critérios claros e pré-estabelecidos para aqueles que serão beneficiados em caso de necessidade. Sugiro que os que se interessarem por tal apoio façam uma contribuição mensal — pequena, talvez simbólica –, de forma que integre o esforço que está sendo empreendido e, assim, faça jus ao eventual apoio do qual poderá vir a precisar. Dessa maneira, não haverá questionamento sobre quem vier ou não a ser apoiado”.
Embora as decisões futuras ainda dependam do Conselho Nacional, vários oradores lembraram como absolutamente prioritário o caso do jornalista/blogueiro Lúcio Flávio Pinto, do Pará. Editor do Jornal Pessoal, Lúcio Flávio foi condenado pelo Superior Tribunal de Justiça a indenizar Cecílio do Rego Almeida, a quem acusou de ser grileiro de terras.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Reflexão: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios

Marco Feliciano tira sarro da cara de todo mundo porque pode


De Fátima Oliveira*, no Jornal O Tempo

Quando apareceu a manchete “Pastor homofóbico deve presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara” (27.02), ele declarou: “Se tem alguém que entende o que é direito de minorias e que sofreu na pele o preconceito e a perseguição, é o PSC; o cristianismo foi a religião que mais sofreu até hoje na Terra”; complementou que a Comissão se resumia a defender “privilégios” de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais; e que ele defendia um “maior equilíbrio”.

Falo do deputado Marco Antônio Feliciano – empresário, pastor evangélico, conferencista e sócio-proprietário da Kakeka – Comércio Varejista de Brinquedos, Artigos do Vestuário Ltda., da Marco Feliciano Empreendimentos Culturais e Eventos Ltda. e do Tempo de Avivamento Empreendimentos Ltda. Todos em Orlândia (SP). É também pastor presidente da igreja Assembleia de Deus de Orlândia – Ministério Catedral do Avivamento. Ele também crê na “cura gay”, pois vê a homossexualidade como uma doença e a Aids como um câncer gay. Sobre negros disse: “A maldição que Noé lança sobre seu neto, Canaã, respinga sobre o continente africano, daí a fome, as pestes, as doenças e as guerras étnicas” (2011).

Lendo as notícias, entendi que tê-lo na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) era da responsabilidade da Câmara. O movimento social nunca teve força política para definir quem preside uma comissão. O pastor recebeu apoios eloquentes do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do deputado Garotinho (PR-RJ).

“A CDHM é uma das 20 comissões permanentes da Câmara dos Deputados, onde atua como órgão técnico constituído por 18 deputados membros e igual número de suplentes, apoiada por um grupo de assessores e servidores administrativos”. A principal atribuição da CDHM, criada em 1995, como uma ressonância da Conferência da ONU sobre Direitos Humanos, em Viena (1993), é “contribuir para a afirmação dos direitos humanos”. Com poder deliberativo desde 2004, cabe a ela a “formulação de propostas e programas governamentais ligados à cidadania e aos direitos humanos”.

A má notícia, de que presidiria a CDHM uma pessoa sem as qualificações necessárias para o cargo, mereceu o seguinte comentário, no Twitter, do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ): “Ele é confessadamente homofóbico e fez declarações racistas sobre africanos. Está claro que o objetivo do PSC, ao escolher a CDHM, deve ser barrar a extensão da cidadania plena às minorias. É lamentável”. Nilmário Miranda (PT-MG), primeiro presidente da CDHM, soube ser magistralmente grande no Twitter, sem dourar a pílula: “Esse é o resultado do presidencialismo de coalizão. Nosso PT optou por outras comissões mais importantes” (7.3.2013).

Sem mais hipocrisias, tratemos do assunto como ele é e merece. Nos marcos da ética da responsabilidade. O governo cometeu um erro monumental ao abrir mão do que sempre foi “a joia da coroa” do petismo: a CDHM; o PT dormiu no ponto; e os partidos da base aliada, idem. Todos têm culpa no cartório. Não escapa um! Tiremos as viseiras da hipocrisia: o PSC jamais reivindicou a presidência da CDHM; ela sobrou para ele, como o patinho feio das comissões!

A dureza é ter de assistir às escaramuças da esquerda, partidos e militantes de movimentos sociais, agora que “Inês é morta”, fazendo de conta que o pastor é um usurpador (o que não é!) ao expor as vísceras partidárias da esquerda e do governo, tirando o maior sarro da cara de todos nós! Erramos, e a teologia da prosperidade não perde balcão de negócios.

*Fátima Oliveira - Médica, escritora e feminista - fatimaoliveira@ig.com.br @oliveirafatima


segunda-feira, 1 de abril de 2013

O Brasil precisa barrar o fundamentalismo religioso antes que seja tarde demais.


A intolerância, fundada em uma falsa religiosidade (ou verdadeira, não vem ao caso), já propiciou à humanidade inúmeras tragédias que perduraram séculos. O Brasil parecia ser um país distante dessas intolerâncias, presente em grupos específicos de países controlados por ordens fundamentalistas-religiosas radicais.

O liberalismo e o iluminismo foram estruturas de pensamentos importantes porque combateram tanto a monarquia e as oligarquias, como doutrinas intolerantes, apesar da ascensão do nazismo no início do século passado.

Foram.

O tempo passa e do liberalismo surgiu o fundamentalismo do dinheiro, ou seja, o neoliberalismo, que destrói toda e qualquer relação social em nome do enriquecimento monetário, estabelece um Deus chamado mercado, sem regulação do Estado e com a ideologia da prosperidade a todo custo. Europa e Estados Unidos, nas últimas décadas, sustentam um novo fundamentalismo, baseado na economia.

É nesse contexto que avançam as doutrinas religiosas da prosperidade, os neopentencostais e suas doutrinas fundamentalistas, que servem para legitimar um certo rigor formador da identidade não histórica. Com total liberdade econômica e isenção de impostos, esses movimentos crescem no Brasil e buscam poder político e econômico. Governo e sociedade, sem controle algum sobre o fluxo financeiro desses grupos, assiste impassível a essa ascensão.

A eleição do pastor Feliciano na Comissão de Direitos Humanos parece ser algo isolado, mas talvez não seja. Assim como no Golpe de 64, que faz aniversário hoje, você sabe como começa, mas não sabe como termina. Somente um estado laico garante liberdade religiosa para todas as religiões. Sociedade, artistas, religiosos, intelectuais e instituições civis devem reagir antes que seja tarde demais. A história se repete como farsa, mas talvez seja tragédia.

Pesquisa acusa "Sinal Vermelho" na família Sarney


Pesquisa divulgada na sexta-feira santa (29/03/2013) realizada entre os dias 18 e 22 de fevereiro do mesmo ano, em todas as regiões do Maranhão e ouvidas 2.000 em 40 municípios, pelo Instituto Conceito, contratada pela Folha do Maranhão, revela uma vitória expressiva ao ex- juiz, ex-deputado federal e hoje presidente da EMBRATUR, Flávio Dino em 2014.

Os números desta pesquisa representam na realidade, a consolidação da nova liderança maranhense e da vontade da maioria do povo em querer nestas próximas eleições dar um basta definitivamente na oligarquia Sarney que há 50 anos comanda o nosso sofrido estado do Maranhão.

O nosso blog destaca duas situações estimuladas mais interessantes nessa pesquisa.

A primeira é quando Flávio Dino disputa direto com Luís Fernando (Chefe da casa Civil do Governo Roseana):

Flávio Dino: 64,2 %
Luís Fernando: 21,1 %

A segunda é quando Flávio Dino disputa diretamente com Edson Lobão (Ministro de Minas Energia e do Grupo Sarney)

Flávio Dino: 60,3 %
Edson Lobão: 25,9 %

Como podemos observar que a candidatura do representante  do PCdoB, cada vez mais se consolida e deixando  a dinastia Sarney agonizante com bastante preocupação, vendo que os seus dias estão contados.

Que assim seja e assim será!