quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Parceria entre Governo e Vale garante unidade do IEMA na área Itaqui-Bacanga em 2018.



A área do Itaqui-Bacanga vai receber uma unidade plena do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA), fruto da parceria entre o Governo do Estado e a Vale. O governador Flávio Dino e o diretor de operações da empresa no Maranhão e no Pará, Antônio Padovezi, assinaram protocolo de intenções em solenidade realizada no Palácio dos Leões, nesta terça-feira (19). O Instituto já começa a funcionar no início do próximo ano e vai atender jovens da região, o que abrange cerca de 250 mil pessoas.

Com a instalação da nova unidade, o Governo continua com os investimentos para a formação e profissionalização da juventude, e, ao mesmo tempo, auxilia as famílias da região com oportunidades de emprego e renda, já que serão abertos postos de trabalho no próprio Instituto. A unidade do IEMA do Itaqui-Bacanga terá sua vocação voltada para o setor industrial, tendo em vista a Vale, as empresas ao entorno e a influência do Porto do Itaqui. A escola também será voltada para o setor de serviço, atendendo à demanda local.

O governador Flávio Dino destacou que a implantação de mais uma unidade plena do IEMA representa a concretização da política do Governo do Estado de afirmar um modelo de escola em tempo integral e profissionalizante que está se afirmando internacional e nacionalmente como o mais apto a propiciar e garantir a melhor educação aos jovens. “O IEMA é um caminho de múltiplas metas. Saímos de zero, em 2014, e estamos avançando para termos mais de 30 escolas em tempo integral no Maranhão. Uma conquista”, pontuou o governador.

Flávio Dino fez questão de frisar que a comunidade da região Itaqui-Bacanga vai participar do projeto, por meio da escolha democrática dos cursos que serão oferecidos pela unidade. “Nós acreditamos que os investimentos públicos são fundamentais, porém, eles não são os únicos. As parcerias privadas também são essenciais para que as boas ideias floresçam. E o IEMA é uma ótima ideia, extraordinária. Quem vai a essas escolas se comove e se motiva. E vamos fazer florescer esse sinal de esperança na área Itaqui-Bacanga”, reiterou o governador.

O diretor de operações da Vale enfatizou que é com muita alegria que a empresa firma esse protocolo uma vez que ter um instituto como o IEMA implantado no Itaqui-Bacanga concretiza a proposta de oferecer oportunidades e, ao mesmo tempo, contribui para a geração de renda das famílias e apara o desenvolvimento territorial.

“O IEMA já tem uma proposta educacional sólida, e resultados reconhecidos na formação de jovens. Por isso temos a certeza que essa será uma parceria de sucesso para toda a comunidade Itaqui-Bacanga. Por isso seguimos investindo em projetos que tenham esse potencial e que crie cenários promissores que coloquem a melhoria da qualidade de vida dos maranhenses. Bons parceiros com bons projetos a gente atinge excelentes resultados. Aqui se concretiza mais uma vez”, realçou o diretor Antônio Padovezi.

Aprovado pela comunidade


Para o presidente da Associação Comunitária do Itaqui-Bacanga (Acib), Ivan Júnior, a comunidade da região recebe, com muita alegria, mais um aparelho do Governo do Estado na área, que vem acompanhando, nos últimos anos, o processo de valorização com equipamentos semelhantes. “A gente acompanha aqui e vemos que as escolas da nossa região vêm ganhando reformas, melhorias, ar-condicionado nas salas, que antes era uma utopia, e hoje para nossa comunidade é uma realidade. E o IEMA fecha com chave de ouro esse processo de valorização da comunidade e da juventude e, sobretudo, o processo de emancipação da nossa comunidade”, relatou.

O IEMA do Itaqui-Bacanga funcionará no antigo prédio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), na Vila Embratel, e será completamente adaptado para receber os alunos com o mesmo padrão de excelência das outras unidades do Maranhão.

De acordo com o reitor do IEMA, Jhonatan Almada, já está incluído no planejamento do IEMA para 2018 a inauguração desta unidade no Itaqui-Bacanga e sendo adotadas as providências necessárias ligadas ao mobiliário, equipamentos, seleção de professores, de gestores, audiência pública para definição dos cursos, que deverá acontecer em outubro e já em novembro será aberto o edital para a inscrição dos alunos. “Em relação ao prédio, vamos agendar quando já podemos entrar e iremos fazer melhorias do ponto de vista da divisão de salas, adaptação para refeitório e, futuramente, a quadra poliesportiva. Mas ele já está hoje em plenas condições de funcionar”, garantiu Jhonatan Almada.

Também participaram da solenidade de assinatura da parceria entre o Governo do Estado e a Vale, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Davi Telles; os deputados estaduais Bira do Pindaré e Rafael Leitoa, além de diretores da empresa e associações de moradores de bairros da área Itaqui-Bacanga.

FONTE: Secap

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Raquel Dodge afasta procurador que investigava Agripino Maia, em seu lugar colocou... primo de Agripino


A nova procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, quebrou o compromisso público de manter os integrantes do grupo de trabalho da Lava Jato que se dispusessem a permanecer na PGR após a saída de Rodrigo Janot. Em portarias que serão publicadas no começo desta semana, a que ÉPOCA teve acesso, ela exclui da Lava Jato os procuradores Rodrigo Telles e Fernando Antonio de Alencar, dois dos principais investigadores da operação. 

Ambos já haviam manifestado intenção de ficar, tanto formalmente quanto em contatos informais com o grupo da nova procuradora-geral - e haviam recebido a confirmação de que prosseguiriam nas investigações. Os dois foram surpreendidos com a informação oficiosa, neste sábado, de que estão fora da Lava Jato. O procurador José Alfredo de Paula, novo coordenador da Lava Jato na PGR, confirmou a eles que ambos estão excluídos das investigações. Dodge toma posse nesta segunda. O presidente Michel Temer prometeu comparecer ao evento.

A exclusão de Telles é especialmente significativa. Além de participar de quase todos os casos da Lava Jato na PGR, o procurador destacou-se por liderar as investigações contra o senador José Agripino, presidente do DEM e aliado de Temer. No ano passado, Telles comandou a investigação que resultou numa denúncia por corrupção passiva contra Agripino. O senador foi acusado de pedir propina de R$ 1 milhão a um empresário que detinha contratos com o governo do Rio Grande do Norte. Entre as provas, há áudios que implicam fortemente Agripino, na avaliação dos investigadores. O caso permanece em sigilo, por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que o relata no Supremo.

José Agripino Maia (Foto: Antonio Cruz/ABr)
Incomodado com a atuação de Telles, Agripino pediu a cabeça dele a Janot no começo do ano, segundo o procurador-geral comentou com três interlocutores após o contato do senador. Janot disse ter recusado de pronto o pedido. Recentemente, já escolhida por Temer como substituta de Janot, Raquel Dodge anunciou como seu vice o procurador Luciano Maia, primo de Agripino.

Mesmo com a escolha do primo de Agripino e a alegada pressão do senador junto à PGR, Telles foi informado de que permaneceria no grupo de trabalho da Lava Jato, conforme a promessa pública de Raquel Dodge. Manteve contatos frequentes com três procuradores da turma de Raquel. Na quarta-feira, mais uma flechada contra Agripino: ele foi denunciado pela PGR ao Supremo, acusado novamente de corrupção - desta vez, suspeito de receber propina da OAS. Em ambas as denúncias, Agripino é acusado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Em ambas, a participação de Telles foi decisiva.

Até ontem, sexta-feira, Telles e Fernando Antonio de Alencar acreditavam que continuariam na Lava Jato. Souberam que estavam fora em razão do vazamento das portarias com a exclusão deles. Após o vazamento, José Alfredo informou a Telles que "havia resistência" ao nome dele, sem dar detalhes.

Outro lado

Agripino Maia negou que tenha soclitado a substituição de Rodrigo Telles no grupo de trabalho da Lava Jato, seja a Rodrigo Janot ou a sua sucessora, Raquel Dodge. "Nunca pedi. Adiantaria fazer um pedido desse ao procurador Rodrigo Janot? Primeiro de tudo, não tem cabimento. E segundo: ele [Janot] é um homem de convicções. Jamais. Também nunca comentei com a doutora Raquel Dodge sobre procurador algum. Ele [Rodrigo Telles] cumpre as obrigações dele", afirmou Maia. O parlamentar disse que soube de mudanças na Lava Jato pela reportagem. "Eu estou sendo informado por você da substituição deste procurador. Não fazia ideia."

O parlamentar também negou participação no processo de escolha de Luciano Maia, seu primo, para a vice-procuradoria-geral da República. "Isso seria me atribuir uma força que eu não teria nunca, fazer qualquer tipo de encaminhamento, sugestão ou de indicação de nome para compor a equipe da futura procuradora. Eu não tenho esse tipo de acesso. Não tive em momento algum oportunidade ou intenção de fazer qualquer tipo de indicação." E acrescentou: " Luciano [Maia] é meu primo sim, um subprocurador com muitos anos de carreira. Tem o conceito dele e, assim como os demais integrantes da equipe da futura procuradora, foi escolhido por critérios técnicos. Não me consta que ele tenha pedido indicação a alguém. A mim muito menos."

A assessoria de imprensa de Raquel Dodge informou que a composição do grupo de trabalho da Lava Jato será definida em portaria a ser assinada na segunda-feira (18), dia em que ela assume o comando da Procuradoria-Geral da República. A assessoria afirmou que parte dos procuradores da equipe atual da Lava Jato havia solicitado o desligamento.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Desarmada e arquivada armação contra Marcio Jerry e Simone limeira.



O inquérito aberto por determinação da Justiça para apurar suposto crime de corrupção cometido pelo secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, e pela ex-assessora especial do Palácio dos Leões Simone Limeira, ambos do PCdoB, foi concluído pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) – órgão vinculado à Polícia Civil – e encaminhado ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
A informação foi confirmada ao jornal O Estado pelo delegado-geral da Polícia Civil, Lawrence Melo. Segundo ele, as investigações foram concluídas em fevereiro – apesar de o sistema de acompanhamento de processos do Judiciário não registrar nenhuma nova movimentação desde janeiro. Os dois acusados foram ouvidos pela polícia.

“A Polícia Civil, através da Seccor, instaurou o inquérito policial para apuração dos fatos descritos na requisição judicial, atuando com presteza e cumprindo os prazos legais atinentes à investigação criminal”, destacou Melo.
“O inquérito foi concluído em fevereiro de 2017 e encaminhado ao TJ, onde tramitava sob segredo de Justiça, por ordem do próprio desembargador relator”.

Acusada no meio politico de formar este esquema de propina juntamente com o Secretario do governador Marcio Jerry, Simone Limeira tem tempo agora para respirar aliviada. É que foi acatado pela policia civil do MA o parecer do MP (Ministério Público) assinado pelo procurador geral Luís Gonzaga e desembargador Vicente de Castro que decidiu arquivar a representação feita pela deputada Andreia Murad, que apontava Marcio Jerry e Simone Limeira como lideres de um esquema de propina que envolvia dinheiro do transporte escolar.

Segundo informações a justiça considerou vazia a denuncia feita por Uiralchene e a deputada Andreia.

O nosso blogue acrescenta os pronunciamentos do jornalista e secretário de estado Marcio Jerry  e da pedagoga Simone Limeira nas redes sociais:

Marcio Jerry:

"Factóide desmascarado, Justiça feita 
Uma acusação da deputada Murad sem pé nem cabeça feita a mim e à companheira de partido Simone virou inquérito policial. Simone foi acusada de receber propina e eu de oferecer dinheiro para que indígenas que faziam um protesto cessassem a manifestação.

Eu sempre soube ser um factoide, umas dessas armas da baixíssima política. Sempre mantive a serenidade de inocente, aguardando o pronunciamento da Justiça. Sempre soube também da inocência da líder Simone.

Vi blogueiros fazerem acusações conclusivas e condenações. Vi em grupos de zaps alguns opositores que se apegam a factóides na falta de argumentos fazerem a “farra” com a “grave” acusação a nós dirigida pela filha do sr Murad.

Acusação, a propósito, feita a partir de postagens em blogs de declarações atribuídas ao empresário de transporte indígena Uirauchene Alves. 

Eis que finalmente Justiça feita. A Política investigou e nem um elemento, por mais frágil que fosse,conseguiu encontrar para sustentar a acusação. MP se pronunciou em despacho muito bem fundamentado constatando não haver nada que pudesse nos incriminar. E por fim, o Desembargador Vicente de Castro determinou o ARQUIVAMENTO da denúncia"

Simone Limeira:

"Sempre confiei a Deus e aos homens sérios da justiça a minha inocência, muitos me a chicalharam com injúrias e difamações, essa mentira nunca me tirou do objetivo da luta social e principalmente de ajudar o povo da minha Grajaú, muito danos causaram na minha vida política e pessoal, nunca desistir de provar minha inocência, como nunca desistirei de ser uma defensora por direitos sociais, jamais serei vingativa com alguém, só peço um favor aos desafetos e incautos, deixem eu trabalhar!" 


Título nosso

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Lula interroga Moro: “Prestei depoimento a um juiz imparcial?”


Lula então rebateu: “Mas não foi o procedimento na outra ação”, referindo-se à condenação em primeira instância pelo suposto tríplex do Guarujá. Moro mudou o tom de voz, revelando sua irritação com a afirmação do ex-presidente, e disse: “Eu não vou discutir a outra ação. Se nós fôssemos discutir, não seria bom para o senhor”. Em seguida, Moro diz que vai interromper a gravação, mas antes teve que ouvir do ex-presidente: “Eu vou continuar esperando que a Justiça faça justiça nesse país”.

No início do interrogatório, após Moro informar que ele poderia ficar em silêncio, Lula afirmou que queria falar. “Apesar de entender que o processo é ilegítimo e injusto, eu pretendo falar. Talvez eu seja a pessoa que mais queira a verdade neste processo”, afirmou.

Moro, no entanto, demonstrou em vários momentos que preferia o silêncio de Lula. Em uma das ocasiões em que deu a palavra ao ex-presidente, o juiz da República de Curitiba afirmou que não era hora de “discurso de campanha”. “O senhor gostaria de dizer alguma coisa ao final, sr. ex-presidente? Só assim, senhor presidente [levanta a voz]: não é momento de campanha, não é momento de discurso, é para falar do objeto da acusação, se for o caso. Certo?”



 

Lula reforçou que as ações movidas contra ele se transformaram em perseguição para incriminá-lo e rebateu as acusações do Ministério Público Federal de que recebeu propina da Odebrecht. Disse que a Lava Jato tenta a todo custo transformá-lo no “Power Point” deles, sem provas, apenas convicção.

“Eles [a força-tarefa da Lava Jato] inventaram que o tríplex era meu porque O Globo disse e não é, o senhor sabe disso. Agora, inventaram que o apartamento é meu, e não é, e eles sabem disso. Como inventaram a história do sítio, que é meu, e não é. Ou seja, três denúncias do Ministério Público por ilação, porque eles têm a ideia de transformar o Lula no Power Point deles”, afirmou.

Sobre as acusações feitas pelo ex-ministro Antônio Palocci, Lula negou que tenha feito qualquer tipo de acerto ilícito com a empreiteira Odebrecht. “Se ele fosse um objeto, seria um simulador”, afirmou Lula, se referindo a Palocci.

O ex-presidente salientou que Palocci nem sequer era responsável por assuntos do Instituto, que é a base da acusação. ”Eu vi atentamente o depoimento do Palocci. Uma coisa quase que cinematográfica, quase feita por roteirista da Globo, sabe?”, destacou Lula. “Conheço o Palocci bem. O Palocci, se não fosse ser humano, seria um simulador. Ele é tão esperto que é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade. O Palocci é médico, calculista, é frio”, afirmou.

Moro perguntou se nada do que o ex-ministro disse é verdadeiro. “Nada”, respondeu Lula. “A única coisa que tem de verdade ali é ele dizer que está fazendo a delação porque quer os benefícios da delação. Ou quem sabe ele queira um pouco do dinheiro que vocês bloquearam dele”, afirmou.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Prefeitura elimina rotatória no São Cristóvão para desafogar tráfego na região


Mais mobilidade urbana e solução para os problemas de engarrafamento no trânsito entre as avenidas Guajajaras e Lourenço Vieira da Silva, no bairro São Cristóvão. A alteração geométrica está em execução pela Prefeitura de São Luís e vai desafogar o tráfego no trecho. No local operários trabalham na concretagem da área, preparando para o recebimento do asfalto.
As intervenções no trânsito da capital seguem a determinação do prefeito Edivaldo e têm como objetivo garantir mais segurança para motoristas e pedestres e mobilidade urbana. "O trecho tem um grande congestionamento e estamos transformando em um cruzamento semafórico com pista de mão única, com quatro faixas de rolamento que darão acesso à Forquilha, Santos Dumont e São Cristóvão. Com essa modificação, vai melhorar bastante o fluxo de veículos e diminuir os congestionamentos, que nessa área eram bem problemáticos. O objetivo da alteração na geometria do trecho é justamente proporcionar mais fluidez ao trânsito", explica o secretário municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), Canindé Barros.
No trecho foi retirada a antiga rotatória para colocação do concreto. No lugar será aberta uma passagem que dará continuidade à Avenida Guajajaras, ficando a pista de dois sentidos, sem o retorno.
Com a obra, quem fazia retorno da Avenida Lourenço Vieira da Silva, passará direto, mantendo o fluxo constante e fará a volta na Avenida 2, sentido Avenida Santos Dumont. Será construído um retorno de quadra na Avenida 2, por trás do Banco do Brasil, que dará acesso a esta via.
SINALIZAÇÃO
Seguida da pavimentação asfáltica, haverá a instalação de sinalização horizontal com faixas de pedestres e rolamento; e construção das chamadas 'ilhas', que incluem rampas de acessibilidade e passarelas. A área nas proximidades do supermercado Mateus, parte da Avenida Lourenço Vieira da Silva, recebe serviços de limpeza e manutenção do sistema de drenagem.
Segundo o projeto, será retirada a rotatória que fica no cruzamento das avenidas Guajajaras com a Lourenço Vieira da Silva e será instalado um conjunto semafórico de dois tempos.
O projeto inclui a construção de um retorno de quadra, nas proximidades do Banco do Brasil. A alteração do traçado nesse local vai transformar em mão única o trecho que vai do Terminal de Integração do São Cristóvão até a Avenida Guajajaras.

Flávio Dino entrega mais 50 veículos para ações de policiamento nesta quarta-feira

As viaturas serão distribuídas para cobertura policial em cidades do 
interior do Maranhão que ainda não foram contempladas com reforço na frota.

O Governo do Estado entrega mais uma remessa de veículos para servir nas ações de policiamento, um importante reforço para o combate ao crime. As novas viaturas, que serão distribuídas em bases da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), são equipadas com tecnologia adequada para o trabalho de monitoramento e comunicação.

No total, 50 veículos serão entregues em solenidade com a presença do governador Flávio Dino, nesta quarta-feira (13), às 14h, no Palácio Henrique de La Rocque, no bairro do Calhau, em São Luís. Com essa remessa, somam 670 as novas viaturas entregues pelo Governo do Estado às polícias do Maranhão.

“O Governo mantém sua meta de equipar adequadamente a segurança pública, investindo em veículos, em armamentos e no efetivo. Medidas que melhoram o desempenho policial, estimulam o trabalho e valorizam as equipes”, avaliou o subcomandante de Polícia Militar, Jorge Luongo. Ele enfatizou que equipar a polícia é um dos passos importantes para reformulação da frota das polícias. “A viatura multiplica a ação policial pela sua ostensividade e mobilidade”.

As viaturas serão distribuídas para cobertura policial em cidades do interior do Maranhão que ainda não foram contempladas com reforço na frota. Os novos carros são totalmente adaptados com modernos equipamentos e tecnologias resistentes, com potência e tração nas quatro rodas podendo adentrar todos os tipos de áreas. São adequados para uso por policiais nos serviços operacionais de também na transferência de presos no compartimento apropriado.

O pacote de entrega de novas viaturas faz parte do programa de reestruturação da Segurança Pública, promovido pelo Governo, desde o início da gestão Flávio Dino. O mapa de distribuição das novas viaturas segue a política estratégica de combate à criminalidade estabelecida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), que vem gerando resultados positivos como a redução dos registros de criminalidade, a exemplo dos homicídios.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Sentença final: Boris Casoy é condenado por ofender trabalhador.




José Domingos conta que se sentiu humilhado pelos comentários preconceituosos do apresentador. “Fui abordado pela equipe da Rede Bandeirantes solicitando que desejasse felicitações de ano novo para veiculação na TV, mas não imaginava que minha participação no programa renderia deboche, preconceito e discriminação”, lamentou. 

Na ocasião, após as imagens terem ido ao ar, Casoy – sem saber que o áudio estava sendo transmitido – comentou com colegas de estúdio: “Que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo da escala do trabalho”.

André Filho, diretor do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores de Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Áreas Verdes de São Paulo), entidade filiada à UGT, repudiou a postura do apresentador "É lamentável que isso ocorra contra uma categoria que faz um trabalho essencial para a sociedade. Foi de uma irresponsabilidade muito grande", afirmou. 

“Sempre acreditei no Sindicato e na Justiça”

José Domingos ficou emocionado quando o sindicato o procurou para dar a notícia de que a causa havia sido ganha. “Sempre acreditei na justiça. Sabia que uma hora ou outra isso iria acontecer. Muitos colegas diziam que era para eu desistir, que não ia dar em nada e que nós, trabalhadores, somos invisíveis perante a sociedade. Mas eu insisti, acreditei no sindicato e na justiça”, revelou.

“Nossa profissão é digna e merece respeito como qualquer outra. Acordamos cedo e dormimos muito tarde para sustentarmos nossa família. Não é justo alguém nos tratar com desdém, desmerecendo a atividade que exercemos. Espero que isso sirva de lição”, completou.

Quanto ao dinheiro, José Domingos afirmou que pretende ajudar a mãe de 75 anos, que vive em Pernambuco, reformar sua casa e também oferecer um churrasco para os amigos do trabalho. "Isso precisa ser comemorado com os meus companheiros de jornada", finalizou.

Confira o vídeo em que o apresentador ofende os garis

 

Gerson Carneiro: MBL e Zezé Di Camargo, professores de estória da “escola sem partido”


Sabendo que é possível que algum seguidor ou membro do MBL leia este post, de antemão já esclareço: a “estória” do título é com “e” mesmo. Não se trata de erro ortográfico.
Explico. Nessa segunda-feira (11/09), tomei ciência de que uma exposição de arte foi fechada em Porto Alegre por conta das críticas feitas por esse grupo de fascistas.
Pois essa bizarrice da manhã estaria incompleta se, antes de dormir, eu não tivesse sabido no UOL o que o cantor Zezé Di Camargo disse em entrevista à jornalista Neda Nagle, em seu canal no You Tube:
“Muito gente confunde militarismo com ditadura, todo mundo fala ‘nós vivíamos numa ditadura’. Nós não vivíamos numa ditadura, nós vivíamos num militarismo vigiado” (sic).
Zezé  que se diz “muito politizado” e que os políticos ficam impressionados com os seus conhecimentos políticos, prosseguiu:
“O Brasil nunca chegou a ser uma ditadura daquelas que ou você está a favor ou você está morto”
Ao que Leda Nagle lembrou-lhe de que, por 21 anos, a ditadura militar prendeu, torturou e matou muita gente.
Zezé respondeu:
“Mas não chegou a ser tão sangrenta, tão violenta”.
Diante de tais pérolas, só posso chegar a uma conclusão: Zezé Di Camargo não entendeu o filme Dois Filhos de Francisco, do qual ele, o irmão, Luciano, e o pai são protagonistas.
Zezé Di Camargo simplesmente ignora a passagem do filme em que ele e o irmão, ainda crianças, são levados a cantar a música “Meu Brasil”, de Rick Nunes e Ricardi, e acabam repreendidos pelo dono do programa ao versar:
“Terra linda de grandes riquezas
Viva a natureza da nossa nação
Que vive hoje em dia
Numa grande confusão …
Viva as forças armadas
E a sua tirania”

Eles foram “lembrados” pelo mesmo dono do programa — “com um gesto de degola — que o presidente do Brasil era então um militar. Confira no link do vídeo abaixo.
https://youtu.be/zQO3gPhrZUE
Lição do dia: MBL ditando o que é arte e Zezé Di Camargo, o que é ditadura, são o suprassumo da “escola sem partido”. Ambos candidatos a professores de estória da “escola sem partido”.
*Gerson CarneiroNordestino. Retirante, e principalmente Colocante.


FONTE: Viomundo

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Geddel e Roseana suspeitos de desviar R$ 18 milhões de obras após enchentes no Maranhão


Uma investigação do governo federal apura o destino de parte dos recursos repassados ao Governo do Maranhão em 2009 com o objetivo de recuperar rodovias em quase 70 municípios do estado. Os recursos deveriam ter recuperado rodovias após uma enchente no estado. Uma auditoria interna do Ministério da Integração Nacional orienta a glosa de  R$ 18 milhões - com valores atualizados - em contrato realizado por aquele órgão e o governo do Estado.

Geddel Vieira Lima, hoje réu da Lava Jato, era o ministro à época. E Roseana Sarney, a governadora. Parte dos processos foi assinado por seu vice, o hoje senador João Alberto.

O recurso encaminhado ao governo do Estado visava realizar obras em estradas no interior para recuperar vias atingidas pela enchente de 2009. Em alguns casos, no entanto, os recursos não chegaram a seu destino.

É o caso de uma ponte entre os municípios de São Pedro dos Crentes e Fortaleza dos Nogueiras que deveria ter sido recuperada.

No relatório, a auditoria do Ministério da Integração é taxativa quanto ao estado da obra que deveria estar concluída: "Estrutura totalmente deteriorada, está sendo recuperada de forma indevida para reaproveitamento, o que caracteriza má fé por parte do construtor". Em outro trecho do relatório, realizado em 2010, o auditor afirma que a obra que deveria ser recente à época tem "estrutura antiga, construída há mais de 30 anos, sendo rebocada para aparentar ser nova".

Histórico

Em 14 de maio de 2009, a então governadora Roseana Sarney encaminhou ao Ministro de Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, o Plano de Trabalho no valor de R$ 35 milhões, com o objetivo da reconstrução de estradas estaduais, recuperação de obras de artes especiais e pavimentação de vias urbanas em 69 municípios, que se encontravam em situação de emergência, em decorrência das enchentes e inundações ocorridas naquele ano.

O Projeto de ‘Restabelecimento da Normalidade no Cenário de Desastres’ foi então aprovado no dia 09 de novembro de 2009 para a recuperação da infraestrutura pública do Maranhão. No dia 20 do mesmo mês e ano, o Ministério da Integração Nacional fez manifestação conclusiva sugerindo a liberação dos recursos pendentes, fazendo ponderações acerca da boa e correta aplicação dos recursos públicos para o cumprimento do objeto da transferência obrigatória.

As obras, que deveriam ter sido realizadas em um prazo máximo de seis meses, se arrastaram e o Governo do Estado pediu a prorrogação do contrato – que foi prontamente atendido pelo Departamento de Reabilitação e Reconstrução (DRR), do Ministério da Integração Nacional – até o dia 27 de setembro de 2010. No início de 2011, o Departamento Estadual de Infraestrutura e Transportes (Deint/MA) encaminhou a documentação comprobatória das obras e a prestação de contas total.

Mas o que se viu in loco foi uma série de obras inacabadas e remendos feitos a partir de estruturas deterioradas já existentes. Do que era para ser gasto R$ 19,9 milhões em recuperação de pontos críticos em rodovias estaduais, R$ 4,6 milhões em pontes de concreto e bueiros triplos e R$ 9,3 milhões em pavimentação de vias urbanas, cerca de R$ 18 milhões acabaram não sendo utilizados por perda de funcionalidade das obras executadas e por desvio de finalidade do objeto.

O parecer técnico do governo federal sobre os recursos caracterizou apenas o cumprimento parcial do Plano de Trabalho apresentado pelo governo Roseana Sarney à época, faltando a utilização de repasses na prestação de contas final.

O relatório fotográfico apresenta uma série de irregularidades nas intervenções que deveriam ser feitas pelo Governo do Estado com o dinheiro repassado pelo Ministério da Integração Nacional. Entre as inconsistências notadas: estruturas antigas, construídas há mais de 30 anos, sendo rebocadas para aparentar serem novas, pontes que foram iniciadas e que até hoje não possuem funcionalidade, além de placas, sem obras, que demonstram o descaso com os serviços que deveriam ser para recuperação emergencial.

Ligações entre Geddel e Roseana

As ligações políticas do então ministro Geddel Vieira Lima e Roseana Sarney, ambos do PMDB, facilitou o trâmite dos recursos à época. Nesta semana, a Polícia Federal prendeu, novamente, o ex-ministro após encontrar em um apartamento ligado a ele a quantia de R$ 51 milhões, em dinheiro vivo, que estavam guardadas em malas na cidade de Salvador.

Nesta semana também, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal), contra cinco senadores e dois ex-senadores do PMDB, acusados de integrar organização criminosa e receberem R$ 864 milhões em propina. Entre eles, o ex-senador José Sarney, um dos integrantes mais influentes da cúpula do partido.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A casa caiu de vez: Malas de dinheiro são encontradas no 'bunker de Geddel'


Em operação nomeada de 'Tesouro Perdido', Polícia Federal encontra malas de dinheiro em imóvel ligado a Geddel Veira Lima, ex-homem forte de Michel Temer

A Polícia Federal encontrou nesta terça-feira (5) um “bunker” com milhares de notas em reais que, segundo a investigação, é usado por Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Michel Temer.
A operação, nomeada de Tesouro Perdido, foi autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasilia.
Os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial.
Segundo a PF, após as últimas fases da Operação Cui Bono, foi possível chegar a um endereço, em Salvador, que seria utilizado para armazenagem de dinheiro.
Geddel foi preso no dia 3 de julho, mas conseguiu um habeas corpus para cumprir prisão domiciliar em sua casa, na capital baiana, situação em que se encontra ainda hoje.

DENÚNCIA

A Justiça Federal em Brasília aceitou, no final de agosto, denúncia da Procuradoria da República no Distrito Federal e transformou em réu o ex-ministro Geddel Vieira Lima por obstrução de justiça.
Geddel foi denunciado por tentativa de atrapalhar as investigações sobre desvios no FI-FGTS, o fundo de investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
A denúncia foi aceita pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília.
Título nosso.

Bomba: Mulher de Moro recebeu pagamentos de investigado na Lava Jato


Alegando sigilo profissional, escritório de Tacla Duran não informa cifras nem detalhes sobre o trabalho realizado pelos advogados para os quais fez pagamentos

por Redação RBA 

São Paulo – A advogada Rosângela Moro, mulher do juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, em Curitiba, teria recebido dinheiro do escritório do também advogado Rodrigo Tacla Duran, apontado como operador de propina da construtora Odebrecht. O jornalista Luis Nassif observa que o nome de Rosângela, juntamente com o escritório do advogado Carlos Zucolotto Júnior, aparece em um relatório da Receita Federal entre os advogados que trabalharam para o escritório de Tacla Duran.

"Se o nome da senhora Moro consta na DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte), significa que o escritório Tacla Duran efetuou pagamentos ao escritório e aos advogados do escritório. Ou seja, pagou a senhora Moro, diz Nassif em sua postagem.

Para o jornalista, que vem acompanhando as revelações, o caso é uma "bomba nuclear" contra o juiz federal e a Lava Jato. "Até então, se sabia que ele tinha pago o escritório de Zucolotto, melhor amigo de Moro (...). O que esse relatório da Receita mostra é que Duran pagava não apenas o escritório de Zucoloto, do qual Rosângela é sócia, mas a própria esposa do juiz", afirma Nassif em vídeo. Por conta da repercussão do caso, o Jornal GGN, vem sofrendo instabilidades atribuídas a ataques virtuais.

Alegando sigilo profissional, o escritório de Tacla Duran não informa cifras nem detalhes sobre o trabalho realizado pelos advogados para os quais fez pagamentos. A informação dando conta das relações entre o investigado e o escritório do amigo e da mulher do juiz Sérgio Moro foi ocultada do processo envolvendo Tacla Duran. Caso constasse, configuraria conflito de interesse, e Moro seria impedido de julgar o operador da Odebrecht.

Negociação de facilidades
Na semana passada, a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo revelou que o advogado espanhol Rodrigo Tacla Duran, apontado como operador de propinas da Odebrecht, acusa o advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sérgio Moro, de negociar facilidades, como redução de penas e multas, em acordos de delação premiada na Operação Lava Jato. 

Por possuir dupla cidadania, Tacla Duran, que foi acusado de lavagem de dinheiro e de formação de organização criminosa, vive hoje na Espanha. Ele acusa Zucolotto de ter pedido R$ 5 milhões para “aliviar” pedido de condenação e multa.

Já a coluna Radar, da revista Veja, publicada no sábado (2), diz que o escritório Zucolotto, que também tinha como sócia Rosângela Moro – mulher de Sergio Moro – era correspondente, em Curitiba, do escritório do advogado espanhol.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Acredite se quiser: 'Fui pego de surpresa', diz Sarney Filho

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho
 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, disse que o decreto assinado pelo presidente da República Michel Temer, que extingue a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), localizada nos Estados do Pará e do Amapá, foi "falta de comunicação interna do governo". Para ele, que afirma ter sido pego de surpresa, o decreto deve ser revogado. As declarações foram dadas ao jornal Valor Econômico.
Ainda segundo Sarney Filho, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) foi consultado em junho, se opôs em parecer técnico, mas depois não foi mais chamado a opinar. "Fui pego de surpresa", afirmou. "Pessoalmente acho que o decreto deveria ser revogado."
Segundo o ministro, "o texto não é o ideal, mas foi o acordo possível", disse. "A Casa Civil respeitará o que sair daqui. Esta é a decisão do presidente."
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu nesta quarta-feira, 30, dez dias para Temer explicar o decreto. A decisão de Mendes é uma resposta ao mandado de segurança impetrado pelo PSOL contra o texto que extingue a Renca. 
Nesta quarta, a Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu o decreto que extingue a área de preservação. A decisão foi do juiz Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara Federal, e respondeu à ação popular proposta por Antônio Carlos Fernandes que questionou o decreto do presidente da República Michel Temer. No dia 23, Temer extinguiu a área de preservação - equivalente ao território do Espírito Santo - no dia 23 de agosto. 
Diante da repercussão negativa, Temer chegou a revogar o decreto nesta segunda-feira, 28, mas editou nova medida para “melhor explicar” o que é a reserva. O novo decreto mantém a extinção, mas entre os poucos pontos alterados prevê um Comitê Interministerial de Acompanhamento das Áreas Ambientais da Extinta Renca. 
O Ministério Público Federal do Amapá (MPF-AP) protocolou nesta terça-feira, 29, na Justiça Federal uma ação para revogação do decreto presidencial que extinguiu a Reserva.
Após a extinção da área de preservação, uma petição em defesa da Amazônia ganhou força e até a tarde desta terça-feira, 29, já acumulava 640 mil assinaturas.  O texto da petição, dirigido à Comissão Especial da Câmara, ao Congresso Nacional e a Temer, pede o "abandono total e definitivo da PL 8.107/17". O projeto de lei em questão altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará.
Pouco depois da decisão da 21ª Vara Federal do Distrito Federal suspender atos do governo em relação à Renca, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que vai recorrer.
Em um curto comunicado, divulgado pela assessoria de imprensa da Presidência, o órgão não dá mais detalhes do procedimento. "A Advocacia-Geral da União (AGU) informa que vai recorrer da decisão da 21ª Vara Federal do Distrito Federal que suspendeu os efeitos do Decreto 9.142/2017 e dos demais atos normativos publicados sobre o mesmo tema", diz o texto.
FONTE: Estadão
Título nosso

Músico rebate provocações de filho de Bolsonaro e o desafia para encontro pessoal


Depois de ser provocado, músico rebate declarações do deputado Eduardo Bolsonaro e o desafia para encontro pessoal: 'hombridade e respeito não são o forte da família'

Tico Santa Cruz e Eduardo Bolsonaro protagonizaram uma discussão esta semana nas redes sociais. A polêmica começou no domingo, 27, quando o perfil do músico foi invadido por hackers apoiadores de Jair Bolsonaro, pai de Eduardo.
Os invasores fizeram várias postagens no perfil do músico, todas com um viés de direita, enquanto Santa Cruz é abertamente de esquerda.
Tico Santa Cruz fez um vídeo no Facebook alertando que sua página tinha sido invadida e citou o nome de Jair Bolsonaro, deputado federal que já está em campanha presidencial pelo país, chamando-o de “Frankenstein do ódio.
O músico ainda questiona a seriedade de Jair Bolsonaro e cobra um posicionamento do presidenciável para que ele se coloque contra os hackers que usam seu nome em suas invasões.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro tomou as dores do pai e acabou mencionando o cantor no Twitter. Bolsonaro filho questionou o músico, perguntando por que ele não se candidatava a deputado.
“Se quiser dizer o que um deputado deve fazer, candidate-se e mostre que faz melhor, porque quando nos vimos na Câmara você só botou dois machos pra se beijar”, tuitou Eduardo Bolsonaro.
A seguir, confira a íntegra da resposta de Tico:
Agora de madrugada o filho de Jair Bolsonaro enviou 2 tuítes para minha conta, e um outro onde esqueceu de me mencionar.
Vou responder por aqui porque o Twitter é fácil de tirar de contexto.
Primeiro – eu não descobri os nomes, e-mails e Ips de quem hackeou o meu FB. Esses rastros foram deixados pelos criminosos. Um deles inclusive deixou link para seu perfil pedindo que o seguissem. Com relação ao IP do invasor, o FB manda um e-mail para avisar quando sua conta sofre alguma alteração ou é utilizada num dispositivo fora do padrão usual.
Nele consta localização, horário, tipo de aparelho, operadora e IP.
Não precisa ser investigador para ter acesso a isso! O próprio FB com sua central de segurança disponibiliza esse serviço!
Com relação à invasão do Canal de Pablo Vittar, por que cargas d’água eu teria como ter acesso?
Não entendi a relação! Mas ok deputado.
Segundo – Cobrar Bolsonaro por um posicionamento Público de repúdio à utilização de sua imagem ou seu nome em crimes cometidos na internet Sim! Para que o Deputado e aspirante a presidente deixe claro diante desses ataques que independente de serem apoiadores ou não, que ele não concorda com este tipo de atitude! Isso não tem nada a ver com hipocrisia, tem a ver com a defesa da própria honra!
Basta ver como se comportam os seguidores de Bolsonaro nas redes que podemos ter uma noção da violência com a qual se utilizam para defender seu nome!
Mas isso é uma escolha!
Se algum irresponsável estivesse usando meu nome ou minha imagem para cometer crimes, sendo meu apoiador ou não, eu imediatamente viria a público repudiar tal atitude!
Mas parece que esse exercício de hombridade e respeito não é o forte da família.
Por fim, todo cidadão brasileiro tem o direito de cobrar e de dizer o que um deputado deve fazer sim! Vocês são funcionários públicos, pagos com nossos impostos. Não preciso me candidatar para cobrá-los! Esse é um dever cívico, ou o senhor acha que está lá para fazer apenas o que quer, sem ouvir a população?
Quando “nos vimos” na câmara, estava participando de uma sessão sobre o MINC e estavam presentes vários coletivos de cultura.
Eu não coloquei “2 machos P se beijar”, essa foi uma reação a fala preconceituosa do seu amiguinho pastor Marco Feliciano. E não tenho problema nenhum em ver 2 machos se beijando. Num ambiente onde todo tipo de aberração acontece, um ato de amor faz muito bem para a energia do lugar! Eu me sentiria ofendido se um “macho” pegasse o microfone para exaltar torturador da Ditadura militar.
Pois bem deputado, somos dois homens, quando tiver oportunidade, se quiser conversar sobre esses assuntos, pode ter certeza que estarei a sua espera. Esse negócio de ficar de papo furado pela internet é coisa de adolescente. O senhor como parlamentar pago com dinheiro público, tem o dever de ouvir qualquer brasileiro – mesmo que discorde de ti – isto é, se souber exercitar a democracia, coisa que não me parece muito familiar a sua turma.
A delegacia de crimes de internet será acionada, assim como meus advogados!
Será que seu pai ou você não tem interesse em saber quem foram os responsáveis pela invasão se utilizando de vossos nomes e vossas imagens? Seria uma maneira de mostrar que vocês não compactuam com esse tipo de ação!
Boa madrugada!