quarta-feira, 7 de março de 2012

Cuba vai começar testes em humanos de vacina contra a Aids

Cientistas cubanos apresentaram na segunda-feira durante uma conferência de biotecnologia a ser realizada em Havana, os avanços no desenvolvimento de uma vacina contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), que foi testado com sucesso em experimentos com camundongos e que em breve será realizou testes em seres humanos que contraíram o vírus.
"A vacina contra a SIDA novo candidato" e "foi testado com sucesso" em camundongos e "agora estamos nos preparando" a "fase um ensaio clínico, muito pequena, altamente controlada" pacientes "soropositivo" que "não estão em estágios avançados" da doença ", disse ele a repórteres cientista cubano, Enrique Iglesias.
Iglesias liderou a equipe que projetou o especialista em vacinas do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (ICGEB), localizado na capital da ilha.
Iglesias disse que a vacina Teravac-HIV-1 foi desenvolvido a partir de "uma proteína recombinante (por meio de técnicas de engenharia genética)", e busca induzir "uma resposta celular contra o vírus."
No entanto, o cientista pediu "para não criar falsas expectativas", porque "não existe um modelo animal de infecção AIDS reproduzir a doença, como ocorre em humanos."
"Até agora tem havido mais de 100 ensaios clínicos (em humanos) no HIV" em Cuba e em outros países e "todos falharam", disse ele.
O Congresso Internacional de Biotecnologia (ICGEB) Havana de 2012, começou segunda-feira em Havana, que reúne 600 cientistas de 38 países
Entre o painel de peritos são Peter Concordo biólogo norte-americano, Prêmio Nobel de Química de 2003 e os cientistas IGBC eo Instituto de Medicina Tropical de Havana (IPK).
De acordo com o Ministério da Saúde Pública de Cuba, a ilha está investindo mais de US $ 200 milhões por ano em programas de promoção, prevenção e cuidados para pacientes com AIDS, incluindo o tratamento gratuito para cada paciente com retrovirais, alguns dos quais ocorrer no país.
Relatórios locais dizem que Cuba está entre os menos de 22 afectadas pela SIDA com 12 000 infecções e 63 mortes, dois mil pelo vírus desde que a doença foi detectada no território em 1986.

Fonte: Blog do Gilson Sampaio

Vale caloteira sofre derrota em mais dois processos bilionários


Agneli no seu brinquedinho
 Por Maíra Magro e Fernando Torres

A Vale sofreu uma nova derrota na disputa bilionária com a Receita Federal envolvendo a tributação do lucro de empresas controladas no exterior, além da divulgada ontem à noite pela companhia.
O caso, que se arrasta há anos, envolve dívidas de R$26 bilhões da Vale com o Fisco, relativas aos impostos sobre os lucros de suas subsidiárias no exterior.
Mas porque isso?
Porque a Vale vende boa parte do minério a essas subsidiárias a preço menor e elas o recvendem para o mundo. Driblou-se, assim, durante muito tempo, não apenas boa parte do valor dos royalties da mineração como, também, o Imposto de Renda.
É o que na linguagem do colarinho branco chama-se planejamento tributário e elisão fiscal, quando se encontra formas de burlar dispositivos legais por mecanismos astuciosos.
Além dos royalties, uma causa superior a R$ 4 bilhões que já foi perdida em 2011 pela mineradora, a Vale tinha conseguido liminares proibindo que a Receita cobrasse judicialmente pelo menos R$ 10 bilhões em impostos não-recolhidos, mantendo o caso na esfera administrativa. Agora, é na Justiça.
Ano passado, último da era Roger Agnelli, a empresa já havia elevado de 4 para 9 bilhões de reais a provisão para possíveis perdas  na Justiça. Era pouco, muito pouco perto do que está “pendurado” e a nova direção teve de elevar estas reservas para incríveis R$ 44 bilhões.

Depois do desastre  dos navios importados , aí está mais um exemplo de como o “jenial jestor” Agnelli turbinava os lucros da empresa.
O rombo deixado pela vale não era só no solo, mas no Fisco brasileiro.


Fonte: Tijolaço - O Blog do Brizola Neto

terça-feira, 6 de março de 2012

Empresa que diferenciar salário de mulheres será punida

A Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) aprovou nesta terça-feira, em votação terminativa, projeto de lei do deputado Marçal Filho (PMDB-MS) que pune as empresas que pagarem salário menor para as mulheres contratadas para realizar a mesma atividade executada por empregados homens. A proposta seguirá para sanção da presidente Dilma Rousseff, se não houver recurso contra a decisão terminativa, obrigando a votação do texto no plenário.

O empregador que remunerar de maneira discriminatória o trabalho da mulher a menor do que o do homem estará sujeito ao pagamento de multa em favor da empregada correspondente a cinco vezes a diferença verificada em todo o período da contratação. O projeto e o parecer do relator Paulo Paim (PT-RS) ignoram os valores agregados pela experiência do empregado e pelo tempo de serviço. Deixa ainda desprotegido o trabalhador homem que for contratado nas mesmas condições previstas para as mulheres, por um salário menor. No entender de Paim, a iniciativa é "bem-vinda, pois se revela com grande sensibilidade social e política como uma causa justa já que consistirá numa ferramenta jurídica a efetivar o princípio da igualdade de todos perante a lei".
 
A proposta já foi aprovada pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Sociais do Senado (CAS). O relator lembra que a Constituição e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) proíbem a diferença de salário entre homens e mulheres que executam a mesma tarefa, sob as mesmas condições e para um mesmo empregador. "No entanto, essas normas legais não têm sido suficientes para impedir que muitas trabalhadoras ainda hoje enfrentem discriminação", afirma o senador.

Fonte: Portal R7

O mito da “fundação francesa" de São Luís

Este ano a elite ludovicense (prefeitura de São Luís, governo do Estado do Maranhão e grupos econômicos que operam por aqui) celebrará os 400 anos da “Fundação Francesa de São Luís”, um mito que surgiu em 1912, quando a capital maranhense completou 300 anos.

Por Joaquim Costa de Souza Filho*

O objetivo das festividades é envolver as populações maranhenses, que da janela da casa, das telas de TV ou mesmo dos visores de telefones celulares assistirão a sonhos e realidade desfilarem juntos e misturados, revelando uma grande oportunidade para se discutir a cidade que, apesar do orgulho narcísico de suas elites, vive ao abandono e desprezo delas mesmas. Essa imagem, a ideia da Fundação Francesa de São Luís, ingressou oficialmente nas últimas décadas nos sistemas de ensino e hoje ocupa lugar central da programação midiática local.

É amplamente aceito que para a elite exercer o seu domínio não lhe interessa o esclarecimento das amplas massas populares, como por exemplo, sobre a relação entre orçamento público e desenvolvimento humano. Ao contrário, nas questões norteadoras da sociedade a confusão ou o “desentendimento” toma conta do “senso comum”. É o caso deste tema que, nos parece, ainda não foi bem colocado para discussão, o que gera muita confusão, alimentando várias opiniões discrepantes. Para uns a cidade de São Luís teria sido fundada por portugueses, para outros por franceses, holandeses, nativos indígenas e outros povos. Também há quem diga que agora isso pouco importa.

Mas qual é o caráter deste enunciado, uma imagem concebida no “mundo das ideias” provincianas, mas que encontra abrigo na pós-modernidade?

Leia o artigo completo aqui

*Joaquim Costa de Souza Filho - Artesão e graduando em Filosofia pela UFMA.

PF investiga ameaças a testemunhas do Araguaia

Testemunhas da guerrilha do Araguaia (1972-1975) e ouvidores do grupo governamental que busca corpos do conflito vêm sendo ameaçados de morte, segundo relatou a juíza Solange Salgado, responsável pelo caso. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar as ameaças.

"Essa questão do Araguaia está ficando muito preocupante, as ameaças são recorrentes, há indícios concretos", disse a juíza à Folha.

Ela é responsável pela sentença que condenou a União em 2003 a buscar as ossadas dos militantes assassinados na região da Amazônia, o que vem sendo feito pelo grupo de trabalho composto por familiares de guerrilheiros, membros do governo e do Exército.

Em 2010, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos condenou o Brasil a identificar e punir os responsáveis pelas mortes.

Organizado pelo PC do B, o conflito foi o maior foco da luta armada contra a ditadura. Cerca de 70 dos guerrilheiros foram mortos. Só dois corpos foram identificados até hoje.

Em decisão de dezembro, a juíza disse que "as pessoas que viveram naquele momento triste da história nacional e que hoje tentam colaborar com a Justiça estão sendo ameaçadas de morte".

OS ALVOS

Pelo menos quatro relataram ameaças. Dois são ouvidores do grupo de trabalho, Paulo Fonteles e Sezostrys Alves, que trabalham em campo buscando testemunhos.

Sezostrys conta que homens invadiram sua casa e tentaram arrombá-la no final do ano passado. Velas acessas foram deixadas no quintal como ameaça, diz ele, que vive sem proteção policial.

Um camponês que contribuiu com as buscas e um ex-motorista de Sebastião Rodrigues de Moura, o major Curió, um dos líderes militares da repressão à guerrilha, também sofreram ameaças.

Um dos suspeitos de promovê-las é o próprio Curió. À Folha ele disse: "Nunca ouvi falar nisso [ameaças]".

Um mateiro da região, conhecido como Raimundinho, foi assassinado em 2011 após levar o grupo de busca a uma área onde os corpos teriam sido enterrados. O crime é investigado pela PF.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Luta antimanicomial avança, mas hospital psiquiátrico ainda é realidade

As cenas de pessoas com transtornos mentais internadas em manicômios, recebendo grandes doses de medicamentos e sofrendo com a situação de exclusão e aprisionamento, como nas apresentadas pelo filme “Bicho de Sete Cabeças” – da diretora Laís Bodanzky – não são apenas ficção. A internação de portadores de sofrimento mental em hospitais psiquiátricos ainda se faz presente em muitas cidades brasileiras.

Segundo dados do Ministério da Saúde, 12% dos brasileiros necessitam de algum atendimento em saúde mental, sendo que 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes. Para a presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, Carla Biancha Angelucci, a internação de pessoas com problemas mentais em hospitais psiquiátricos só causa sofrimento aos pacientes e seus familiares.

“Internação não é uma solução adequada para as pessoas que vivem em sofrimento psíquico. Ela acaba sendo uma solução pontual, que isola o sujeito que ratifica preconceitos. Ela só faz sofrer também a família, que vê uma pessoa inicialmente sofrida [o portador de transtornos mentais], acabando por ficar sob o signo da doença, longe das pessoas que a querem, que inicialmente a acolheram, e que não tem perspectiva de retorno”.

Movimento antimanicomial

No Brasil, o movimento antimanicomial se fortaleceu a partir dos anos 1980. O objetivo era colocar o assunto em discussão na sociedade e humanizar a atenção e os serviços de saúde oferecidos às pessoas que possuem diferentes tipos de transtornos mentais. Neste dia 18 de maio, a luta ganha destaque com a celebração do Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Em Belo Horizonte (MG), a data é comemorada através de um desfile de carnaval pelas principais ruas da cidade, com a finalidade de sensibilizar a população para essa luta e promover a inclusão social dos cidadãos em sofrimento mental, como explica a coordenadora de saúde mental da Secretaria de Saúde do município, Rosimeire da Silva.

“Essa comemoração assumiu o formato de um desfile carnavalesco, que leva para as ruas a discussão e a temática da luta antimanicomial, da presença do portador de sofrimento mental na cidade. E convidado a cidade a rever os seus valores, a repensar a sua relação, com o chamado homem louco”.

Mudanças nas políticas de saúde mental

Os serviços públicos na área de saúde mental na capital mineira estão entre os mais avançados do Brasil. A cidade assumiu há 18 anos a política de substituição do modelo de hospitais psiquiátricos por uma Rede de Atenção Psicossocial. Rosimeire comenta sobre esse trabalho.

“A política de saúde mental de Belo Horizonte é inspirada e se orienta pelos princípios da luta antimanicomial, portanto ela é uma política que busca, estabelece e define o seu serviço como substitutivo ao hospital psiquiátrico. Para buscar a inclusão, o pertencimento na cidade [do portador de transtorno mental] e a sustentação do tratamento em liberdade”.

Segundo a coordenadora, as mudanças não estão concluídas, mas seguem um processo de melhorias. Belo Horizonte possuía cinco hospitais psiquiátricos e 2.200 leitos antes da implantação do modelo substitutivo. Atualmente, esse número foi reduzido para duas unidades hospitalares e 400 leitos. A rede de saúde mental no município conta com nove Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) - sendo que sete são 24h -, nove centros de convivência, 23 serviços residenciais terapêuticos, uma incubadora de empreendimentos econômicos e solidários dos portadores de sofrimento mental.

Outras cidades buscam a atualização do modelo de atendimento aos pacientes psiquiátricos, como Campinas, interior de São Paulo, e Aracaju, capital do Sergipe.

Reforma Psiquiátrica

O principal organismo que regulamenta a reforma psiquiátrica no Brasil é a Lei Paulo Delgado, nº 10.216/2001, que tem como diretriz a reformulação do modelo de Atenção à Saúde Mental. Ela redireciona a assistência aos portadores de sofrimento mental para serviços de base comunitária, com mecanismos de proteção e garantia de direitos a essas pessoas. Porém, a lei não estabelece mecanismos claros que promovam a progressiva extinção das unidades hospitalares de internação.

domingo, 4 de março de 2012

Rebanho global

É difícil entender por que um país tão poderoso como os Estados Unidos ainda têm de fazer tudo o que fazem para aumentar ainda mais o seu poder.

Os Estados Unidos são, de longe, a nação mais influente de todo o mundo. E não estou falando da força de sua diplomacia ou de seu exército ou mesmo de suas empresas e bancos.

Foi só uma cantora popular, aliás uma grande cantora, morrer misteriosamente num hotel luxuoso, para que ela virasse matéria de capa em todos os jornais da Terra.

É sempre assim que acontece, pois os Estados Unidos dominam a informação mundial, dão as cartas na indústria de entretenimento, impõem a sua cultura e arte, sem dó nem piedade, para quem quer que seja.

Nem precisam de armas para dominar o mundo.

Mesmo assim, eles insistem na violência. Parece que ela faz parte do american way of life, que não podem viver sem jogar umas bombas nos outros, sem dar uns tiros nuns pobres coitados, como se ainda estivessem no tempo do faroeste.

O caso da Síria, por exemplo, ilustra bem isso - como o do Iraque, do Afeganistão, de Cuba, da Líbia, entre tantos outros.

Ninguém nega que a Síria seja um Estado policial, controlado por mão de ferro por Bashar al-Assad e seu partido Baaz. Mas é muita inocência ou canalhice apresentar à opinião pública, como os meios de informação ocidentais vêm fazendo há meses, o que se passa naquele país como um "massacre" que as forças governamentais promovem contra uns coitadinhos da oposição.

As notícias que aparecem por aqui têm apenas uma fonte - a oposição. Só isso seria suficiente para desacreditar as informações. Mesmo assim, de vez em quando a gente lê que as vítimas também são do outro lado, do malvado governo, e que volta e meia explode um carro-bomba de algum terrorista, matando dezenas de civis inocentes.

O roteiro traçado pelos Estados Unidos para a Síria é igualzinho a vários tantos outros anteriores. Não basta desestabilizar o regime, financiando com dinheiro e armas a oposição, é preciso demonizá-lo. E aí entra em cena o fabuloso arsenal de propaganda, maquiado de informação, que os americanos espalharam por todo o mundo.

É impressionante como essa máquina de fabricar mentiras funciona bem!

Saddam Hussein, que era amigo da América, virou um perigosíssimo facínora em questão de meses.

O Irã, com toda a sua cultura milenar, não passa de um território habitado por fanáticos religiosos.

Cuba é uma ilha-presídio controlada pelas mãos sangrentas de dois cruéis irmãos.

A Venezuela se desviou da plena democracia para ficar sob o tacão de um ditador mitônamo.

A Líbia finalmente se livrou de um bufão sanguinário e ruma célere ao regime de plena liberdade.

A Arábia Saudita é um paraíso.

E por aí vai.

Até mesmo quem está vacinado contra essa epidemia de falsidades às vezes vê algumas fissuras em sua couraça de imunidade.

Por essa e por outras é que a internet é a coisa mais importante que já apareceu no mundo contemporâneo.

Ela pode libertar o mundo desse controle que os americanos exercem sobre tudo, pode realmente democratizar a informação e fazer as pessoas, se não todas, mas uma grande parte delas, pensar por si mesmas, e não agir como se fizessem parte de um grande rebanho de descerebrados.

Fonte: Crônicas do Mota
Colaboração: Cido Araújo
Foto postada pelo blogueiro

quinta-feira, 1 de março de 2012

Yoani, Blogs fora, zero

Em boa hora o governo cubano não permitiu a vinda da blogueira gusana ao Brasil.
Para frustração do PIG – Partido da Imprensa Golpista -  que há semana vem dando páginas inteiras à esta afilhada e afiliada da Central de Inteligência Americana – CIA.
Lamento que como democrata tenha que aplaudir a medida, mas que esta moça vinha pra cá servir de propagandista do imperialismo estadunidense não tenhamos  dúvidas.
Quantos blogueiros existem em Cuba? Milhares.
Porque o destaque é dado sempre à ela? Quem a escolheu para ser o “calo” no sapato do regime de Cuba? Claro que as corporações estadunidenses.
Ninguém é ingênuo de achar que esta moça, que grava escondida a entrevista de negação do visto, é uma lutadora merecedora de crédito.
Mais de 600 tentativas de assassinato de Fidel pela CIA; invasão com tropas financiada por Kennedy; mais de 50 anos de boicote econômico; bombardeio de Cuba com vírus disseminando epidemias...e ainda querem que Cuba torne a voltar a ser  a latrina dos ianques, usando esta prestativa gusana como ponta de lança.
A vinda desta moça ao Brasil serviria até mesmo de alimento a tucanos e outras aves, de rapina. Seria motivo de desavença e desestabilização da paz entre cidadãos brasileiros.
Esta provocadora pouco se importa na verdade com Cuba ou com o Brasil.
O negócio dela é agitar e provocar.
Cuba si, ianqui no.

Fonte: Rede Liberdade