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(Foto: O Imparcial) |
O clube passou a funcionar como extensão de um projeto pessoal, onde o estatuto foi moldado para blindar o poder, e as decisões passaram a servir mais à manutenção da cadeira do presidente do que ao crescimento do Sampaio.
As contratações se tornaram medíocres, de níveis baixíssimos para um clube gigante em história e torcida.
A Bolívia Querida, que já foi símbolo de resistência e paixão, hoje se arrasta sem divisão nacional, sem transparência e sem perspectiva e a torcida precisa reagir.
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Um clube de dono, não de povo
O Sampaio virou refém de uma estrutura que gira em torno de uma única figura. O presidente acumula funções, centraliza decisões e transforma o clube em vitrine pessoal. O futebol virou negócio, e o torcedor, espectador passivo. Não há projeto de base, não há planejamento técnico, não há ambição esportiva. Há apenas a manutenção de um ciclo viciado, onde o clube serve ao comandante — e não o contrário.
Contratações que envergonham
A cada temporada, a esperança da torcida é esmagada por uma enxurrada de nomes desconhecidos, sem histórico, sem qualidade, sem identidade com o clube. Jogadores que não resistiriam a uma peneira séria são anunciados como reforços. O resultado é previsível: campanhas pífias, eliminações precoces e um futebol que não representa a camisa que carrega. O Sampaio não pode se contentar com o mínimo. Não pode aceitar ser coadjuvante em campeonatos que já venceu. Não pode se acostumar com a mediocridade.
A torcida precisa acordar
O Sampaio é do povo. É da arquibancada. É da história. E essa história não pode ser apagada por um projeto de poder que se sustenta na apatia. A torcida precisa se levantar, cobrar, exigir. O clube precisa de renovação, de ideias novas, de gente que ame o Sampaio mais do que ama o cargo. O momento é de ruptura. De reconstrução verdadeira. De devolver o clube à sua essência: paixão, luta e orgulho.
“CT vendido, estatuto engessado, torcida calada. Até quando?”
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