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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Mãe, você sabe o que o seu filho escreve na internet?


A Luana, que assina o blog A Feminista Vaidosa, quer criar uma campanha para conscientizar as mães que têm filhos machistas.

Vejo muitos comentários de garotos de 10 a 16 anos atacando páginas feministas no Facebook. Eles usam discursos de estuprador, fazem apologia ao feminicídio e à violência contra a mulher, e eu fico pensando: esses caras têm mãe?

Imagina a tristeza que deve sentir uma mãe que carregou o filho durante nove meses, educou, tratou bem, deu ótimos conselhos, sustentou ou ajuda a sustentar, e agora vê um filho homem passando a vergonha de fazer discursos misóginos online.

Fico pensando também: qual é o motivo do ódio que esses meninos têm das mulheres?

Será que jogos violentos como GTA influenciam o menino a fazer discurso de ódio contra as mulheres?

Um dia desses eu vi alguns comentários de pura misoginia. 

Por que estou falando isso? Porque, querendo ou não, as mães continuam sendo grandes responsáveis pelos filhos. Há pais que praticamente não ligam pros filhos. E há pais que são machistas mesmo, que querem apenas que o filho "seja homem" pegando mulheres e sendo rudes, enquanto querem que a filha mulher seja recatada, frágil e do lar. A culpa não é da mãe, mas sim do pai machista que cria os seus filhos homens muito machistas e demostra que pra "virar homem" é preciso ser misógino.

O Brasil é um dos piores países para ser menina porque a cada hora uma mulher é morta pelo seu companheiro, a cada minuto uma mulher é agredida, a cada segundo uma mulher é xingada e humilhada por um desconhecido. Os meninos não ligam para essa realidade. As mães devem mostrar a realidade para os seus filhos.

Os meninos deveriam saber que vieram do útero de uma mulher, não de alguém que (dizem) veio da costela de Adão.

As mães devem ensinar para os filhos homens que mulher não é empregada doméstica à disposição do pequeno amo. Meninos precisam aprender desde cedo a limpar a própria sujeira. Devem saber que tarefas domésticas não são exclusividade feminina. Afinal, a imensa maioria dos meninos também têm mãos e essas mãos devem servir pra alguma outra coisa além de bater punheta a toda hora e digitar merda nas redes sociais.

E as mães deveriam ver de vez em quando o que os seus filhos menores de idade escrevem nos comentários de blogs e páginas de Facebook, principalmente nas páginas feministas. Provavelmente essas mães não sabem que o machismo e a misoginia estão bem ao seu lado, dormindo sob o mesmo teto.

Pode ser perigoso. Meninos que fazem esses tipos de comentários podem se tornar assassinos, agressores de mulheres, ou estupradores amanhã. O discurso não vem descolado de todo um padrão de comportamento. E cabe (também) à mãe, que tem ou deveria ter alguma posição de autoridade sobre o filho, e que ainda o está educando, saber o que o garoto diz e escreve sobre mulheres.




quinta-feira, 23 de julho de 2015

PPA estadual de 2016/2019 ganha viés popular com Escuta Territorial


Mesa final com representantes de vários órgãos
Com ampla participação popular através das  Escutas Territoriais realizadas em 16 regiões de todo o estado e com participação de mais de três mil pessoas, foram realizadas plenárias com participações de representantes da sociedade civil e de órgãos institucionais que definiram prioridades de ações do governo estadual para o PPA de 2016/2019, bem como ações que possam já serem executadas logo no orçamento de 2016.

O blog destaca a última atividade da Escuta Territorial realizada na região metropolitana, plenária esta que aconteceu no Complexo Paulo Freire no Campus da UFMA, onde se reuniu cerca de 500 pessoas. Entre as propostas priorizadas pelos participantes estão investimentos na criação e execução de um plano de desenvolvimento integrado da região metropolitana. Na tarde desta quarta-feira (22)., 

As discussões envolveram temas como saúde, segurança, educação, mobilidade urbana, meio ambiente, sistema penitenciário, assistência social, direitos humanos, desenvolvimento socioeconômico, infraestrutura, cultura, esporte e lazer, trabalho e renda, agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, indústria e comércio, habitação, trânsito, ciência e tecnologia. Entre os presentes na Escuta Territorial metropolitana estiveram representantes de órgãos públicos e da sociedade civil.

Os secretários de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, e de Planejamento e Orçamento, Cynthia Mota Lima, participaram dos trabalhos. Para o titular da Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves, essa mobilização que o Estado promoveu vai ajudar bastante o Governo a investir em ações que são prioridades para o povo.

Quem fez questão de participar ativamente desse processo, foi a parteira profissional, Marina Santos, da área do Itaqui-Bacanga, que se inscreveu no Eixo Qualidade de Vida. “Vim especialmente para incluir nas demandas do PPA o reconhecimento à classe das parteiras, que já existe há 25 anos no Estado do Maranhão, mas nunca teve sua devida importância”, disse.

Maria Luíza, representante do Fórum Maranhense
de Economia Solidária
A estudante do ensino médio, Carla Rayane, de 16 anos, do município de Paço do Lumiar, também participou da plenária em São Luís. Acompanhada de mais duas amigas, a jovem foi debater questões que envolvem sua ocupação hoje. “Faço parte do Terreiro Tenda da Boa Fé, que já existe há algum tempo, mas ainda sofre preconceito. Vim para defender e propor políticas que atendam às nossas necessidades enquanto cidadãos”, afirmou.

Maria Luiza Mendes, do Fórum Maranhense de Economia Solidária ressaltou a importância do momento. “Nós, do Fórum Maranhense de Economia Solidária, lutamos pelo reconhecimento do trabalho associado. E é importante para nós esse momento em que o governo está escutando o povo”, disse ela. 

Para a região metropolitana de São Luís foram elencadas 35 propostas para o Plano Plurianual e sete para o Orçamento Participativo. As propostas para o OP levantadas em todas as escutas serão votadas na Plataforma Digital de Participação Popular.Depois da votação na plataforma digital de participação popular, a região metropolitana definirá duas entre as sete propostas levantadas.A votação acontecerá entre os dias 27 de julho e 07 de agosto.

Além dos titulares das pastas de Planejamento e Orçamento (Seplan) e Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), estiveram presentes os secretários Flávia Alexandrina (Cidades), Robson Paz (Comunicação), Gerson Pinheiro (Igualdade Racial), Julião Amin (Trabalho e Economia Solidária), Felipe Camarão (Gestão e Previdência), Bira do Pindaré (Ciência, Tecnologia e Inovação), o diretor do Detran-MA Antônio Nunes, e a secretária municipal de Informação e Tecnologia, Tati Lima.

Plano Plurianual e Orçamento Participativo

Entre as propostas apresentadas pela população para o PPA estão a criação e execução de um plano de desenvolvimento integrado da região metropolitana, com foco na regularização fundiária; construção de anel viário metropolitano interligando os quatro municípios da grande ilha; investimento na logística de produção e comercialização para a agricultura familiar, pesca e aquicultura; implementação do plano estadual de matriz africana; e criação do centro de referência em Direitos Humanos.Para o OP foram apresentadas entre as propostas a necessidade de criação do centro de referência especializado de atenção integral à saúde do idoso; de construção, ampliação e melhoria das escolas do campo; e implantação de um centro de referência da juventude.

Grupo de trabalho do Eixo Educação e Ciência e Tecnologia
O Blog também destaca a aprovação da proposta no eixo Educação e Ciência e Tecnologia que cria, com a integração de todos órgãos dos municípios da região metropolitana e do governo estadual o Programa de Ações Integradas de Segurança Escolar - PAISE, que visa transformar o ambiente escolar interno e no seu entorno, favorável a implementação políticas públicas mais consequentes nesse segmento.

Fonte: SECOM Estadual

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Cuba-EUA Rapprochement: Perspectivas e Obstáculos (Parte I)


Por Salim Lamrani*
A partir da declaração histórica de 17 de dezembro de 2014, Washington anunciou algumas medidas para amenizar o cerco econômico que paira sobre Cuba. Mas o caminho ainda é longo.
Em 16 de janeiro de 2015 entrou em vigor medidas anunciadas pelo aliviando os EUA no âmbito do processo de normalização das relações bilaterais iniciadas pelos presidentes Barack Obama e Raul Castro. Apesar de não pôr fim a sanções econômicas, um sinal positivo e confirma a vontade de Washington para acabar com uma política anacrônica, cruel e ineficaz. Esta política constitui efetivamente o principal obstáculo para o desenvolvimento da ilha, afetando as categorias mais vulneráveis ​​da população cubana e levanta a condenação unânime da comunidade internacional.
A primeira medida diz respeito à possibilidade de viajar para Cuba. Embora os cidadãos norte-americanos ainda não estão autorizados a viajar para a ilha como turistas comuns -enquanto pode ir para a China, Vietnã e Coréia do Norte, Washington decidiu facilitar as visitas dentro de 12 categorias específicas autorizadas por lei (visitas familiares , oficial, jornalístico, científico, educacional, religiosa, cultural, humanitário, profissional, etc.). Assim, neste contexto, as agências de viagens e companhias aéreas americanas podem agora oferecer os seus serviços sem a necessidade de uma licença específica do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC e Tesouro). Além disso, os cidadãos autorizados a viajar para Cuba agora podem usar seus cartões de crédito na ilha, quantidade ilimitada. Eles também têm o direito de levar até 10 000 dólares e trazer até US $ 400 de produtos cubanos, incluindo $ 100 rapé e álcool.
Quanto remessas para Cuba agora é possível enviar até US $ 2.000 por mês, em vez de US $ 500 anteriormente permitidos. No entanto, sob a lei dos EUA, altos funcionários do governo e membros do Partido Comunista não são elegíveis para assistência à família dos Estados Unidos. Max Lesnik, diretor da revista The New Replica Miami, critica esta restrição: "Há anos que acusou o governo de Havana para dividir a família cubana, por razões políticas e ideológicas. Agora, hoje, é a política que separa famílias arbitrariamente impedindo a Miami cubana de apoio para sua mãe em Havana, alegando que ele é um membro do Partido Comunista ou membro do governo ".
Além disso, os cidadãos dos EUA também pode prestar apoio financeiro aos cubanos em desenvolvimento humanitário e do comércio privado, quantidade ilimitada.
No domínio das telecomunicações, as empresas americanas pode exportar sua tecnologia para Cuba ao abrigo de licenças concedidas pelo Departamento de Comércio. Assim, os cubanos podem comprar computadores, software, telefones celulares, televisores, etc. EUA. O setor privado cubano também pode comprar materiais de construção e equipamentos agrícolas. No entanto, as empresas nacionais não terão essa possibilidade. Da mesma forma será exportado para os Estados Unidos alguns bens produzidos pelo setor privado cubano. No entanto, uma vez que a grande maioria da produção de bens e serviços vem de empresas estatais, o impacto dessas medidas é muito limitada.
No campo financeiro, as empresas americanas comercialmente ligados a Cuba agora pode abrir uma conta em uma instituição financeira na ilha. Finalmente Washington anunciou a suspensão de um dos aspectos da Lei Torricelli, de 1992, que proibia qualquer embarcação estrangeira a entrar numa viagem porto cubano para os Estados Unidos nos próximos seis meses.
Além dessas medidas, a 21 de janeiro de 2015 Washington enviou uma grande delegação de Cuba liderada por Roberta Jacobson, secretário de Estado adjunto para Assuntos do Hemisfério Ocidental, de se envolver em discussões prévias com vista a restabelecer as relações diplomáticas entre os dois países . Esta é a visita oficial mais importante em 30 anos.
A latitude de Barack Obama
Em seu discurso ao Congresso, o presidente Obama exortou os parlamentares a levantar as sanções econômicas contra Cuba. "Em relação a Cuba pôr fim a uma política que excedeu sua data de validade há muito tempo. Quando não funcionam para 50 anos, é hora de uma nova abordagem ", disse ele. "Nossa mudança de política em relação a Cuba pode acabar com um legado de desconfiança em nosso hemisfério e este ano o Congresso deveria acabar com o embargo, Obama concluiu.
É verdade que desde a aprovação da Lei Helms-Burton, em 1996, só o Congresso está autorizado a destruir as várias leis sobre as sanções econômicas e permitir o restabelecimento das relações diplomáticas e comerciais normais com Cuba. No entanto, Barack Obama tem inúmeros poderes executivos como presidente dos Estados Unidos para aliviar significativamente o bloqueio econômico imposto ao povo cubano, criando licenças específicas.
Por exemplo, em 2000, no âmbito dos seus poderes executivos, Bill Clinton autorizou a venda de produtos alimentares a Cuba, apesar de as condições impostas são drásticas (adiantamento em outra moeda que não o dólar, sem possibilidade de crédito, etc.) . Da mesma forma, em setembro de 2009, o presidente Obama terminou restrições às visitas familiares imposta George W. Bush, em 2004, para a comunidade cubana nos Estados Unidos (uma viagem de 14 dias a cada três anos e só para visitar ) família direta e favorecidas americanos viajam dentro de missões bem definidas (12 categorias) cidadãos.
Foi também neste quadro que a Casa Branca anunciou um abrandamento das restrições em dezembro de 2014, em vigor a partir de janeiro de 2015. De acordo com Josefina Vidal, Diretor Geral para o Ministério das Relações Exteriores de Cuba Estados Unidos, responsável por negociações bilaterais com Washington, "o presidente Obama tem esvaziamento ilimitado bloqueando suas prerrogativas essenciais de conteúdo."
Assim, em virtude das suas competências, Barack Obama bem pode aprovar o comércio bilateral entre Cuba e os Estados Unidos e permitir que as empresas Estreito da Flórida para estabelecer relações normais. Desnecessária qualquer acordo pelo Congresso. Na verdade, só as filiais de empresas americanas estabelecidas no estrangeiro não pode negociar com a ilha caribenha sem um acordo parlamentar, pela Lei Torricelli 1992.
Obama também pode permitir que Cuba adquire no mercado mundial, com mais de 10% de componentes norte-americanos. Atualmente qualquer produto na França, Japão, Brasil e China têm mais de 10% de componentes norte-americanos não podem ser vendidos para Cuba. Por exemplo, Havana tem enormes dificuldades em renovar a sua frota de aeronaves, uma vez que a grande maioria das aeronaves vendidas no mercado mundial têm mais componentes fabricados nos Estados Unidos.
O presidente também pode autorizar a importação de produtos fabricados no mundo, com matérias-primas cubanas. Hoje é impossível. Assim, se os Mercedes empresa alemã para exportar seus veículos para os Estados Unidos devem demonstrar ao Tesouro que não contêm um único grama de níquel cubano. Da mesma forma, se Danone quer vender os seus produtos no mercado mundial deve primeiro demonstrar a Washington que não contêm um único grama de açúcar cubano. Estas limitações são um sério obstáculo para o desenvolvimento do comércio de Cuba com o mundo.
Da mesma forma a Casa Branca teria autorização para a venda a crédito de produtos não alimentares a Cuba. Com efeito, se a Reforma Jurídica a sanções econômicas 2000 permite a venda de produtos alimentares a Cuba, em vez proíbe a concessão de crédito para facilitar este tipo de transação. Obama pode aprovar a utilização de pagamento diferido para os setores não-alimentares.
Além disso, Obama também pode acessar a ilha caribenha fosse usar o dólar nas suas trocas comerciais e as transações financeiras com o resto do mundo. De fato, Cuba é obrigada a fazer malabarismo monetária no campo do comércio internacional e deve arcar com o custo substancial das operações de mudança em suas relações com outras nações. O que tem um impacto financeiro significativo sobre um pequeno país do Terceiro Mundo, com recursos limitados.
Então, como você pode ver, o presidente Obama tem tudo necessário esvaziar as sanções econômicas contra Cuba na sua essência, e trazer o Congresso para finalmente acabar com a política, uma vez prerrogativas.
*Doutor em Estudos Ibéricos e Latino-americanos da Universidade Paris Sorbonne-Paris IV, Salim Lamrani é professor na Universidade de Reunião e jornalista especializado nas relações entre Cuba e os Estados Unidos. Seu último livro é intitulado Cuba, o Media e o Desafio da Imparcialidade, New York, Monthly Review Press, 2014, com prefácio de Eduardo Galeano.
Fonte: Reproduzido do Blog La Pupila Insonme
Traduzido pelo Google Tradutor

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Flávio Dino lança 53 propostas por um “Maranhão de Todos Nós”

 
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (23), o pré-candidato a governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB) apresentou 53 Propostas para um Maranhão com Desenvolvimento e Justiça Social. As diretrizes destacam ações nas áreas da Saúde, Educação, Saneamento, Segurança e Moradia. Mais Médicos Maranhão, rede estadual de ensino profissionalizante, Pacto pela Vida, Minha Casa Meu Maranhão e Água para Todos são alguns dos programas propostos a partir do Diálogos pelo Maranhão.

Na área da Educação, o programa discute a criação de universidades estaduais regionalizadas, com ampliação do número de vagas, orçamento próprio e autonomia administrativa. O investimento em educação profissional também está entre as prioridades do programa, que vai atuar em articulação com as unidades do Instituto Federal (IFMA) e do Sistema S, hoje em funcionamento em todas as regiões do Estado.

Flávio Dino defende o cumprimento do direito a uma saúde digna a todos os maranhenses. Ele destaca que hoje o Maranhão possui o menor número de médicos por habitante e o menor investimento proporcional em atenção básica do Brasil. A melhoria da oferta dos serviços de saúde perpassa o acesso à água, saneamento e habitação do Brasil.

Para isso, defende o “Água para Todos” e o “Mais Médicos Maranhão. O primeiro é uma garantia de água e banheiro na casa de todos os maranhenses. O Atlas do Desenvolvimento Humano 2013 (PNUD e IPEA) aponta que somente metade da população maranhense vive em casas com água encanada e banheiro. Para os municípios não atendidos pela CAEMA, serão feitos convênios com o governo do estado.

Já o “Mais Médicos Maranhão” vem com a finalidade de combater o déficit de profissionais no Estado, pior relação do país, com 0,7 médicos para cada 1.000 habitantes. A ideia é complementar o programa nacional com a articulação e parceria com a Universidade Federal do Maranhão, criar mais um curso de Medicina na Universidade Estadual do Maranhão, em região não atendida pelos cursos existentes e; implantar carreira de Estado para os médicos, similar a dos juízes, garantindo presença de profissionais em todas as regiões, estabilidade, remuneração adequada e promoções por mérito.

Para estabelecer um novo modelo de governança da segurança pública no Estado com instituição de metas para redução de crimes, Dino defende o “Pacto Pela Vida”. A proposta é de articular as políticas de prevenção e repressão ao crime, numa ação conjunta entre governo e comunidade, envolvendo o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública, a Assembleia Legislativa, os municípios e a União.

O direito à moradia será assegurado através do “Minha Casa, Meu Maranhão”, em parceria com o Governo Federal para construção de casas, com a meta de reformar ou construir 200 mil unidades habitacionais no Maranhão.

Para diminuir as desigualdades sociais no Maranhão, Flávio defende uma política moderna e transformadora. Ele destaca as condições do estado, com recursos naturais, posicionamento geográfico estratégico, múltiplas vocações econômicas, energia, água abundante, terras férteis, belas paisagens, enorme potencial turístico e diversidade cultural.

Para isso, a proposta de governo traz a reestruturação de todo o sistema administrativo de apoio e assistência técnica à agricultura familiar, com destaque à Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão – AGERP e ao ITERMA. O quadro técnico desses órgãos será ampliado e incentivado. Esses órgãos passarão a ser vinculados à Secretaria da Agricultura Familiar, que será criada e terá orçamento crescente ano a ano, de acordo com o crescimento da produção do setor.

Também para investir no desenvolvimento econômico do estado, Flávio defende a ampliação do benefício fiscal de dispensa parcial do pagamento do saldo devedor do ICMS para até 95%, nos casos de indústrias classificadas como de alta relevância para o desenvolvimento do Maranhão (por exemplo, agroindústrias) ou estabelecidas em municípios com baixo IDH.

Como política de governo, a Proposta por um Maranhão de Todos Nós defende a criação da Secretaria de Transparência e Combate à Corrupção, com remanejamento de cargos do Gabinete do Governador e da Casa Civil. A Secretaria irá realizar o controle interno da administração, garantir o cumprimento da Lei de Acesso à Informação, apurar denúncias contra áreas do governo e fiscalizar a execução das despesas públicas, inclusive as realizadas mediante convênios. Além disso, sob a coordenação da Secretaria de Planejamento, um sistema de metas de desempenho para todas as áreas de governo. As metas serão públicas e fiscalizadas pela sociedade.
 

segunda-feira, 31 de março de 2014

"Sonhos da Juventude" - Juventude tocantina dialoga com Flávio Dino!

O ponto alto da grande reunião de Flávio Dino com jovens da região Tocantina foi o registro dos “Sonhos da Juventude” maranhense. Cada jovem presente no evento relatou por escrito propostas, problemas, sugestões e mensagens direcionadas ao pré-candidato a governador, Flávio Dino. As mensagens foram entregues pelos jovens e parte delas foi lida e comentada pelo pré-candidato.
 
O auditório da Faculdade Atenas Maranhense (FAMA), de Imperatriz, foi o espaço escolhido para reunir as centenas de jovens estudantes e professores da região Tocantina, que discutiram políticas públicas voltadas para jovens maranhenses.
Educação, Inclusão Social, fim da Violência contra Jovens, Esporte e Lazer, Saúde, Geração de Emprego e Renda e inclusão de Políticas Públicas no orçamento do Governo Estadual foram os principais temas abordados pelas centenas de jovens que acompanharam na manhã do último sábado (29) a plenária com o pré-candidato a governador do estado.
 
As perguntas foram respondidas por Flávio Dino, que fez questão de apontar a forma como os problemas seriam resolvidos. O combate à corrupção e a organização do orçamento do estado com prioridades claras e investimentos que cheguem efetivamente à população foram pontos ressaltados para que “ideias se transformem em realidade”.
 
Foi o caso do fornecimento de água e o fim dos racionamentos nas casas, que sofrem diariamente com esse problema mesmo com o potencial hídrico que o Maranhão possui. Segundo Dino, estudos elaborados por ele e sua equipe de Programa de Governo apontam que investimentos globais em R$ 300 milhões são suficientes para que, em 4 anos, 100% dos maranhenses tenham água encanada em suas casas. Esse foi um dos primeiros pontos abordados pelo pré-candidato.
 
A regionalização das universidades estaduais também foram discutidas com a juventude da região Tocantina. Para Jonas, estudante da UEMA que reside em assentamento do município de Itinga, a proximidade da administração da Universidade é uma saída para a constante falta de estrutura nos cursos oferecidos.
 
Todas essas questões foram apontadas como grandes questões de interesse da juventude. Como coloca-las em prática, através de mais investimento e de aplicação de fato do orçamento em políticas públicas voltadas para a juventude, foi o ponto apresentado pelo pré-candidato. “Sabendo o que fazer e como fazer. Ouvindo e colocando em prática o que se diz. É isso o que os jovens precisam para que nossos sonhos sejam a mola propulsora do crescimento,” avaliou Glauber Leonardo, administrador especialista em políticas para Juventude.
 
O fim da violência também foi lembrado pelos presentes. O destaque foi feito pelo pré-candidato a Senado pelo PSB, Roberto Rocha. O aumento do efetivo policial e a instalação da política de promoção da paz como prevenção a crimes foram apontadas como norteadores desse pensamento.
 
Juventude e mobilização
 
Muitas perguntas, incentivos e sugestões escritas pelos jovens foram lidos e apresentados pelos deputados estaduais e federais presentes no evento. Bira do Pindaré (PSB), que tem histórico de atuação com os movimentos sociais da juventude e da Igreja Católica, falou de que tão importante quanto agir é ter a capacidade de sonhar com dias melhores para o Maranhão.
 
“Mais Justiça, mais Educação, mais Oportunidades, mais Coisas Boas para a gente se orgulhar ainda mais desse Maranhão que tanto amamos. É esse o sentimento que predomina nesse evento e que está construindo um novo momento por todo o estado,” analisou Flávio Dino ao final do evento, ao lembrar que sua atuação política começou em 1983, na mobilização da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica. Exemplo que muitos jovens presentes na plenária trazem consigo e demonstraram com camisas e mensagens de esperança.