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quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Lula cresce e chega a 48,6% dos votos válidos, diz pesquisa CNT/MDA

Créditos: Ricardo Stuckert

Pesquisa MDA, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada nesta terça-feira (30) mostra uma variação positiva de Lula (PT), que chega a 48,6% dos votos válidos. O petista oscilou um ponto para mais desde a última pesquisa do instituto, divulgada em maio, e chegou a 42,3% do total de votos.

Jair Bolsonaro (PL) oscilou dois pontos para mais e tem 34,1% - 39,2% dos válidos. Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, mantendo a faixa dos 7% da pesquisa anterior. Simone Tebet (MDB) tem 2,1%. Os demais candidatos somados atingem 1,1% das intenções de votos. Brancos e nulos são 5% e indecisos 7,8%.

Na pesquisa espontânea, quando não são mostrados os nomes dos candidatos, Lula subiu 4 pontos, de 33% para 37%. Bolsonaro foi de 27% para 32%, enquanto os outros candidatos oscilaram um ponto para menos, sendo citados por apenas 6% dos entrevistados. Brancos e nulos são 5% e indecisos 20% nessa modalidade.

"Na espontânea, Lula e Jair Bolsonaro alcançam 69% das citações, 36 pontos percentuais a mais do que os dois melhores colocados na pesquisa eleitoral do mesmo período em 2018, evidenciando a alta polarização entre os candidatos", diz Marcelo Souza, diretor Instituto MDA.

Os dois candidatos são os que mais concentram eleitores que dizem que a escolha é definitiva: 85,3% dos que votam em Bolsonaro e 83,9% entre aqueles que votam em Lula. Já no eleitorado de Ciro, 53,4% dizem que podem mudar. Entre os que declaram voto em Simone Tebet, esse índice chega a 55,8%.
Segundo turno

Lula segue vencendo todas as simulações de segundo turno. Contra Bolsonaro, a vitória é de 50,1% contra 38,8% - era 51% a 37% em maio.

Com Ciro como adversário, o petista vence por 46,8% a 29,9%. Contra Simone Tebet o placar é de 49,7% contra 24,9%.

Já Bolsonaro vence a emedebista por 41,6% a 35%, mas perde para o pedetista por 44,1% contra 39,8%.

A pesquisa ouviu 2.002 eleitores de forma presencial entre os dias 25 e 28 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos e o nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR 00950/2022.

Leia a íntegra


quinta-feira, 2 de junho de 2022

Governo Bolsonaro paga R$ 1,6 milhão a Paraná Pesquisas, pra divulgar resultados "Tabajara"

Foto das redes

O Instituto Paraná Pesquisas fechou um contrato com o governo federal para prestação de serviços de pesquisa no valor de R$ 1,6 milhão dois meses antes de divulgar uma pesquisa favorável às chances de reeleição de Jair Bolsonaro. No mais recente levantamento do instituto, o chefe de governo teria 35,3% dos votos contra 41,4% do ex-presidente Lula, no cenário estimulado. Já no cenário espontâneo, a pesquisa apontou empate técnico: Lula teria 28,3% e Bolsonaro, 27,3%. A reportagem é de Lúcio de Castro, da Agência Sportlight.

Os resultados do Paraná Pesquisas chamaram a atenção. Uma semana antes, a pesquisa Datafolha apontou Lula com chances de vencer no primeiro turno, tendo 48% dos votos contra 27% de Bolsonaro.

O contrato 37/2022, assinado no dia 30/3 pelo Ministério das Comunicações e pelo Instituto Paraná de Pesquisas e Análises de Consumidor no valor de R$ 1.623.600,00, tem como objeto a “contratação de empresa especializada na prestação de serviços de pesquisa de opinião pública”, segundo o termo oficial.

O governo Bolsonaro também gastou, no dia 31/3, através do Ministério das Comunicações, R$ 11.900.000,00 para pesquisas quantitativas do Instituto de Pesquisa de Reputação e Imagem (IPRI), que tem entre seus sócios a FSB.

Embora os contratos não citem diretamente o termo 'eleição', isto não impediu que eles tenham, entre outras exigências que indicam possível utilização em campanha, a de “que os participantes da pesquisa de opinião sejam residentes das localidades escolhidas com idade maior ou igual a 16 anos”. Ou seja: realizada apenas com eleitores.

FONTE: Brasil 247


terça-feira, 14 de julho de 2020

ATENÇÃO: Divulgada pesquisa Vox Populi

(Foto:globalvoxpopuli)
Pesquisa de opiniâo pública do período de 25 de junho a 3 de julho de 2020  com o uso do método de pesquisa quantitativa, com entrevistas realizadas por telefone público - alvo População brasileira com 16 anos ou mais, residente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, exceto Acre, Amapá e Roraima.

Realizada em todas as capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômicos. Amostra nacional com 1.500 entrevistas. 

Estratificação por cotas de sexo e idade. A margem de erro é de 2,5%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Veja a íntegra da pesquisa:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

PESQUISA: Flávio Dino já aparece com 13% dos votos sem o Lula.

A aprovação do Governo de Jair Bolsonaro se mantém estável, sua reprovação caiu e, se as eleições fossem hoje, o presidente largaria na frente em todos os cenários. É o que mostra levantamento realizado pela consultoria política Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro. A pesquisa aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro. Sem o petista e o ministro da Justiça na disputa, o atual presidente aparece com 41% das intenções de voto, com larga distância entre o segundo colocado, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Atrás deles estão o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), com 13%, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 2,5%.

Com Lula

A quantidade de eleitores indecisos ou que declararam voto branco ou nulo é expressiva, chegando a 27%. O percentual é muito próximo da realidade das presidenciais de 2018, quando essa faixa do eleitorado bateu 30%. Por outro lado, as abstenções diminuem significativamente quando Lula e Moro entram na disputa. Neste cenário, o total de votos brancos, nulos e indecisos fica em 9%. Bolsonaro e Lula brigam pelo primeiro lugar, com 32% e 28% das intenções de voto, respectivamente. Moro, que tem refutado oficialmente qualquer intenção de disputar a presidência como rival do atual presidente, segue logo atrás, com 20%, seguido de Huck (6%), Dino (3%) e Doria (0,6%). A pesquisa foi realizada na Internet via convites randomizados com 2.000 pessoas, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Fonte: El País

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Bolsonaro aparece em queda em nova pesquisa Ibope

Foto: Pedro Ladeira/Folha Press

Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, a nova pesquisa Ibope, que será divulgada no final do dia, aponta que estão em baixa a popularidade do governo, a confiança e a aprovação da população na maneira de Jair Bolsonaro governar.

“Encomendada pela CNI, será divulgada oficialmente no final do dia e mostrará todos os indicadores do presidente ligeiramente abaixo dos registrados na pesquisa anterior, realizada em junho. Esta, por sua vez, já assinalara uma queda ante a pesquisa feita em abril, a primeira do Ibope no governo Bolsonaro”, revela o colunista.

Esse é o retrato que emerge da nova pesquisa Ibope, feita entre os dias 19 e 22 de setembro.

O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 19 e 22 de setembro. O levantamento anterior havia sido realizado de 20 e 26 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima e para baixo.

A confiança em Bolsonaro também minguou. Os que disseram "confiar" no presidente foram 42% dos entrevistados. Em abril, esse percentual era de 51% (caiu para 46% em junho). Do outro lado, 55% disseram "não confiar" em Bolsonaro (eram 45% em abril e 51% em junho)

Confira os números:

*A avaliação positiva (ótimo e bom) do governo era de 35% em abril, caiu para 32% em junho e agora está em 31%.

* A avaliação negativa (ruim e péssimo), por sua vez, subiu de 27% em abril para 32% em junho e em setembro chegou a 34%.

*Os que consideram o governo "regular" são 32% (eram 31% em abril e os mesmos 32% em junho). Os que não sabem ou não quiseram responder somaram 3%.

Alcançou também um patamar inédito opercentual daqueles que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar — a metade da população, segundo o Ibope:

*50% não aprovam (eram 40% em abril e 48% em junho). Aqueles que aprovam somam 44% (eram 51% e 46% nas pesquisas anteriores). Um total de 6% não quiseram responder.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Pesquisa CNT/MDA: rejeição ao governo Bolsonaro cresce e chega a 39,5%

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é reprovado por 39,5% da população brasileira, revela pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com o instituto MDA. O dado é a soma do porcentual dos entrevistados que se referem à atual administração como “ruim” ou “péssima”.

O levantamento mostra, por outro lado, que 29,4% dos participantes consideram o governo “ótimo” ou “bom”. Para completar, 29,1% avaliam a gestão do mandatário da República como regular e 2% não souberam ou não responderam.

Esses dados apontam piora na avaliação dos rumos ditados por Bolsonaro ao governo brasileiro. Em fevereiro, quando foi feita a última pesquisa da série, a aprovação era de 38,9% e a reprovação era de apenas 19%. Consideravam o governo regular 29% dos entrevistados e 13,1% não souberam ou não responderam.

Imagem pessoal

O levantamento revelou ainda que a imagem pessoal de Jair Bolsonaro (PSL) teve piora no período analisado. Um total de 53,7% dos entrevistados afirmaram desaprovar o desempenho do capitão da reserva à frente do governo. Por outro lado, 41% aprovam e 5,3% não souberam ou não responderam.

Pesquisa da CNT sobre o governo de Jair Bolsonaro:

Ótimo – 8%
Bom – 21,4%
Regular – 29,1%
Ruim – 12,9%
Péssimo – 26,6%
Não sabe / Não respondeu – 2%

A sondagem foi realizada entre os dias 22 e 25 deste mês, e, portanto, já captou a crise dos incêndios na Amazônia, que repercutiu internacionalmente e gerou críticas ao atual chefe do Executivo. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Em fevereiro, a situação era oposta. Dos entrevistados, 57,5% diziam aprovar a conduta do titular do Palácio do Planalto e 28,2% desaprovavam. Outros 14,3% não souberam ou não responderam à pesquisa.

Em oito meses de governo, os entrevistados elencaram como as áreas com pior desempenho a Saúde (30,6%), comandada pelo ministro Luiz Henrique Mandetta, Meio Ambiente (26,5%), de Ricardo Salles, Educação (24,5%), com Abraham Weintraub, e Economia (17,6%), de Paulo Guedes. Pela metodologia da pequisa, cada entrevistado podia escolher até duas opções.

Na contramão, a sondagem mostra que as áreas com melhor desempenho são combate à corrupção (31,3%), segurança (20,8%), ambos os temas nas mãos de Sergio Moro, redução de cargos e ministérios (18,5%) e Economia (12,3%).

Para 31,7%, já é possível perceber melhorias em relação aos governos anteriores, enquanto 30,3% afirmam perceber pioras em relação aos governos anteriores.

Bolsonaro, para 45,4% dos entrevistados, está cumprindo “em parte” as promessas de campanha. Já 40% entendem que o presidente não está cumprindo. Para 9,5%, o mandatário do país está cumprindo “totalmente” suas promessas.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Rejeição de Bolsonaro é maior que aprovação, mostra pesquisa

Jair Bolsonaro. Foto do Portal DM

A desaprovação do Governo Jair Bolsonaro superou a aprovação pela primeira vez: 36,2% da população considera a gestão do presidente "ruim" ou "péssima", uma cifra que supera os 28,6% que avaliam como "ótima" ou "boa" em apenas cinco meses. Os números são da pesquisa exclusiva da consultoria Atlas Político, divulgada nesta terça-feira, e mostram que a percepção positiva continua em queda: desde abril, quando Bolsonaro completou 100 dias no poder, a desaprovação às decisões do Planalto subiu cinco pontos.

Para Andrei Roman, diretor do Atlas Político, o resultado, colhido entre os dias 19 e 21 de maio, não surpreende "dado o intenso noticiário negativo" a respeito do Governo nas últimas semanas, com repercussão dos cortes na Educação, que provocaram as primeiras manifestações nacionais contra Bolsonaro desde janeiro, a investigação sobre as finanças do filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (86,3% disseram ter tomado conhecimento do caso e 54,3% dizem ser a favor de que ele seja preso), e os resultados econômicos ruins. A pesquisa, feita com 2.000 pessoas recrutadas na Internet e com amostra balanceada por meio de algoritmo, tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

"O resultado mostra uma conversão de avaliação regular em ruim ou péssimo. Ou seja, uma intensificação da rejeição entre os que já não estavam gostando tanto assim do Governo. Por outro lado, se você olhar a aprovação, ela caiu menos. Mostra uma certa resiliência da base que ele tem e que parece estar segurando bastante bem", pondera Roman.


terça-feira, 24 de julho de 2018

Pesquisa Exata: Dino ganha no 1º turno.

Mais uma pesquisa aponta a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em primeiro turno. Desta vez, levantamento do instituto Exata, contratado pelo Jornal Pequeno, mostra que se as eleições fossem hoje o governador do Maranhão seria reeleito com 57% dos votos válidos.

O percentual de intenções de votos em Flávio Dino é quase o dobro da pré-candidata do MDB, Roseana Sarney, que aparece com 30%, na segunda colocação.

A seguir aparecem o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) com 6%; Maura Jorge (PSL) e Roberto Rocha (PSDB) com 3% cada um e o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) com 1% das intenções de votos.

A Exata/JP testou outro cenário em que o governador Flávio Dino cresce dois pontos percentuais e chega a 59% das intenções de votos. Roseana Sarney fica com 31%, enquanto Maura Jorge e Roberto Rocha permanecem empatados com 4% das intenções de votos. Ricardo Murad e Odívio Neto teriam 1% da cada um.



APROVAÇÃO

Segundo a pesquisa Exata/JP, o governo Flávio Dino mantém-se com uma das maiores aprovações do país. A gestão é aprovada por 62% da população, enquanto 34% não aprovam e 4% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

FONTE: Jornal Pequeno

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

136 vídeos gratuitos para aprender tudo sobre filosofia, sociologia e política


De Platão a Foucault: empresa especializada em educação produz 136 vídeos com duração de aproximadamente três minutos cada, com abordagens didáticas sobre filosofia, sociologia e política

Jéssica Chiareli, Web Stuff
A empresa especializada em educação online Macat produziu uma série de animações curtas sobre as principais teorias de grande pensadores da humanidade.
Ao todo, são 136 vídeos com duração de aproximadamente três minutos cada. Todos eles foram disponibilizados gratuitamente no canal da instituição no Youtube
Os temas abordados são bastante amplos, contemplando desde filosofia clássica, com os pensamentos de Platão e Aristóteles, até a filosofia moderna, de Michel Foucault e Judith Butler.
Além deles, as animações abordam também os principais pensamentos de Charles Darwin, em “A Origem das Espécies”; Sun Tzu, “Arte da Guerra”; Aristóteles, “Política”; Henry David Thoreau, “A Desobediência Civil”; Sigmund Freud, “A Interpretação dos Sonhos”; Virgina Woolf, “Um Teto Todo Seu”; Max Weber, “A Política como Vocação”; Thomas Hobbes, “Leviatã”; Immanuel Kant, “Crítica da Razão Pura”; Friedrich Hegel, “Fenomenologia do Espírito”; Levy Strauss, “Antropologia Estrutural”; Karl Marx, “O Capital”; Friedrich Nietzsche, “Para Além do Bem e do Mal”; Hannah Arendt “A condição Humana”; Simone de Beauvoir, “O Segundo Sexo”; entre outros.
Os vídeos estão disponíveis apenas em inglês, no entanto é possível utilizar o serviço de legendas automáticas do Youtube, que pode ser ativada no canto inferior direito da tela de reprodução.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

IBOPE: Lula segue na liderança absoluta da corrida Presidencial 2018

Uma pesquisa nacional do Ibope traz Lula com 35% a 36% das intenções de voto se as eleições presidenciais fossem hoje. Na sondagem espontânea, o ex-presidente aparece com 26%. 

Em segundo vem o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com 13% a 15% na estimulada e 9% na espontânea. Em seguida, Marina Silva (Rede), com 8% a 11%, e 2% na espontânea.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Doria, ambos do PSDB, aparecem com 1% na consulta espontânea, mesmo percentual de Ciro Gomes (PDT), Michel Temer (PMDB) e Dilma Rousseff (PT). Na pesquisa estimulada, Ciro, Doria e Alckmin ficam com 3% a 5%.

A pesquisa tem algumas curiosidades:

1. Traz o nome do apresentador de TV Luciano Huck (Globo), que não é citado espontaneamente, e chega 5% com Lula na disputa e a 8%, sem Lula.

2. Apresenta o banqueiro João Amoêdo, criador do Partido Novo, de orientação liberal conservadora, que consegue aparecer com 1% na pesquisa estimulada. Amoêdo preside o Citibank. Outro nome identificado com os bancos, o do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também tem 1%.

3. Marina Silva é quem mais cresce, sem Lula na disputa, passando de 8% para 15%, empatada com Bolsonaro. Ciro vai de 3% para 7%.

4. A pesquisa foi feita há mais de uma semana, entre 18 e 22 de outubro, antes de Temer se livrar de denúncia na Câmara e de o governo vender partes do pré-sal. Mas só foi divulgada agora, e sem destaque em nenhum portal de veículo tradicional. A notícia ficou por conta do colunista de O Globo, Lauro Jardim, sem chamada de capa na edição impressa. 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

PESQUISA: Flávio Dino 60%, Família Sarney 28%

Se as eleições fossem hoje, o governador Flávio Dino, do PCdoB, seria reeleito com 32 pontos em relação à ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). É o que mostra o cenário avaliado pela pesquisa Exata, divulgada nesta quarta-feira (04) pelo Jornal Pequeno.

De acordo com o instituto, 60% dos maranhenses responderam que escolheriam a reeleição de Flávio Dino. Outros 28% votariam em Roseana Sarney.

A um ano do pleito eleitoral, apenas 7% votariam no atual senador Roberto Rocha (PSDB) e outros 5% em Maura Jorge (Pode).

Neste cenário, são considerados os votos válidos, conforme feito na apuração eleitoral.

Segundo a pesquisa Exata, 61% dos maranhenses aprovam a gestão Dino, enquanto 36% desaprovam. Outros 3% não sabem ou não responderam.

A pesquisa JP/Exata ouviu 1.420 eleitores, entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Lula dispara no Vox Populi e tucanos derretem; Moro e Globo se desesperam


Por Rodrigo Vianna
O bombardeio da Globo contra Lula já era esperado. Na cobertura das delações odebrechtianas, o JN fala fino com os tucanos e berra grosseiramente contra o ex-presidente petista. Um massacre noticioso, que assume ares colossais, segundo o levantamento técnico feito pelo site do jornalista Fernando Rodrigues – clique aqui e confira porque a Globo é nociva para a democracia brasileira.
A pergunta é: por que a Globo mostra esse desespero?
A resposta veio hoje, com a pesquisa Vox Populi. Lula lidera em todos os cenários, com trajetória ascendente. E os tucanos derretem, ultrapassados por Bolsonaro e Marina Silva.
Primeiro Turno (abril de 2017)
Lula – 44%
Bolsonaro – 11%
Marina – 10%
Aécio – 9%
Ciro – 4%
Nulos/Brancos – 15%
Não sabe – 7%
A conclusão: os ataques sofridos por Lula ao longo de 2 anos já provocaram o estrago que deveriam provocar. As novas delações atingem aqui e ali o ex-presidente mas são desastrosas mesmo para o PSDB e os amigos de Temer.
O golpismo afunda, e a Globo se desespera. Dória (que governa São Paulo como se estivesse num programa de TV, e humilha secretários com demissões absurdas transmitidas pelo Facebook – como a que vitimou Soninha) se mostra pouco confiável… Aécio, Serra e Alckmin cumprem a trajetória de Lacerdas: deram o golpe e agora se veem acuados pela Lava-Jato que ajudaram a fomentar de maneira irresponsável.

O descalabro do governo Temer e os ataques aos direitos sociais tornam Lula um mito popular. No Nordeste, ele passa dos 70% de intenções de voto. Na média do país, venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje – apesar de todo o bombardeio midiático. Dória, incensado pela mídia paulista, mostra-se um leão desdentado.

Restam agora Moro e a Globo, numa tentativa desesperada de criar condições para que Lula seja derrotado no tapetão, impedido de concorrer.
O dia 3 de maio torna-se central. Lula e Moro estarão cara a cara. As forças que se organizam em torno de Lula prometem levar 50 mil pessoas para a porta do Fórum em Curitiba. A batalha das urnas de 2018 passa pelas ruas da greve geral em 28 de abril e pelo ato de Curitiba em 3 de maio.
Clique aqui para ver os números da pesquisa que tira o sono de Ali Kamel, dos irmãos Marinho e de Sergio Moro –  juiz que joga em parceria com a emissora golpista.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Pesquisa: Flávio Dino 59%, Roseana 26%


Pesquisa realizada pelo Instituto Exata revela que se a eleição para governador fosse hoje o atual chefe do Executivo, Flávio Dino, venceria novamente no primeiro turno com 59% dos votos contra 26% que seriam dados à ex-governadora Roseana Sarney, também avaliada na sondagem.

No levantamento, 10% disseram que anulariam voto ou votariam em branco; e 5% disseram não saber ou não querer responder.

No mesmo levantamento do Instituto Exata, Roseana Sarney lidera a rejeição, com 47% de manifestações.

Os dados obtidos com exclusividade por O INFORMANTE foram coletados entre 23 a 26 de março envolvendo 1400 questionários em 40 municípios de todas as regiões do Maranhão. Os números contrapõem pesquisa divulgada ontem na mídia eletrônica e que teria sido feita pelo ‘Instituto Perfil’, com sede no interior de São Paulo.

Procurado pel’O INFORMANTE, o diretor do Instituto Exata, Lino Emiliano, confirmou a pesquisa e os números repassados.



FONTE: O informante


sábado, 30 de maio de 2015

Pobreza entre negros cai 86% em uma década

Nos últimos 11 anos, o percentual da população negra de baixa renda caiu 86%, levando-se em conta critérios como baixa escolaridade e acesso restrito a serviços e bens. Os dados constam de uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), feita com base em uma metodologia adotada pelo Banco Mundial. O resultado foi apresentado pela ministra Tereza Campello na terça-feira (26), durante reunião do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
“Ainda há muito trabalho pela frente, mas já temos um País menos desigual”, observou Tereza Campello. O levantamento considera várias dimensões da pobreza além da renda e mostra que, no período em que a população negra cresceu no País, a queda da pobreza crônica foi mais acentuada entre negros do que entre brancos.
Entre 2002 e 2013, a pobreza crônica entre negros diminuiu de 12,6% para 1,7% da população. O número representa 1,8 milhão de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, divulgada no ano passado. Entre a população negra rural, a queda também foi expressiva: de 28,6% para 4,9%.
Redução da pobreza
Segundo o MDS, 75% dos beneficiários do Bolsa Família, cerca de 10,3 milhões, são negros. Nos últimos quatro anos, 4,3 milhões de famílias chefiadas por negros acessaram programas inclusão produtiva do Brasil Sem Miséria, tanto em áreas urbanas como rurais.
O aumento da formalização é outro resultado detectado pela pesquisa do ministério. Dos 525 mil microempreendedores individuais no Brasil (MEI) que são cadastrados pelo Bolsa Família, 63%, ou 332 mil, são negros. Também chama a atenção o número de famílias de negros que recebem assistência técnica pelo Programa de Fomento às Atividades produtivas Rurais: 45%, cerca 166,3 mil famílias.
Por fim, o maior acesso dos negros a políticas públicas do governo federal também se reflete no setor de habitação. De acordo com o levantamento do ministério, 68% das unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida, cerca de 497,3 mil, foram entregues a famílias chefiadas por negros, entre 2011 e 2014. Do mesmo modo, 64% das crianças beneficiárias do Bolsa Família e que frequentam creches são de famílias de negros.
Inclusão social e produtiva
Fonte:

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pesquisa IBOPE: Dilma Rousseff 54% e Aécio Neves 46%

Ibope (Foto: Arte/G1)


Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 54%- Aécio Neves (PSDB): 46%
 
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
 
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.
 
Votos totais
 
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
 
- Dilma Rousseff (PT): 49%
-
Aécio Neves (PSDB): 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%
 
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014
 

Rejeição
 
O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Aécio - 42%
Dilma - 36%
 
Expectativa de vitória
 
O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.
 
1º turno
 
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).
 
Fonte: G1

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pesquisas atuais dão vitória a Dilma sobre os tucanos no dia 26.

Dilma em Foz de Iguaçu
Após debates cara a cara na televisão, o povo começa a aumentar a sua lucidez na escolha definitiva de quem ele quer para representante na Presidência da República nos próximos 04 anos.
 
Segundo pesquisas dos institutos Vox Populi e Data Folha [olha que ainda falta o Ibope], a candidata e atual presidente Dilma Rousseff, lidera na frente dos oposicionista , representados pelo candidato Aécio Neves. porém ainda com empate técnico, baseado no percentual da margem de erros.
 
Os números das duas pesquisas praticamente coincidem os seus percentuais.
 
Vamos aos números:
 
Vox Populi
 
Considerando apenas os votos válidos, ou seja, descontando-se brancos, nulos e eleitores indecisos, Dilma aparece com quatro pontos percentuais a mais: 52%, enquanto o tucano soma 48%. É com esses números que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) chega ao vencedor da eleição.
 
Somando as intenções de voto totais, Dilma aparece com 46% e Aécio registra 43% da preferência do eleitorado. Em relação à semana passada, os dois candidatos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa — de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
 
No último levantamento Vox Populi, Dilma registrou 45% e Aécio somou 44%. A pesquisa divulgada aponta que brancos e nulos são 5%, e eleitores indecisos somam 5%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre o último sábado (18) e domingo (19) em 147 cidades do País. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01136/2014.
 
Data Folha
 
A pesquisa do instituto, que pertence ao grupo Folha, diz que 40% dos eleitores não votam no tucano "de jeito nenhum", enquanto que para Dilma a taxa está em 39%, uma situação que já era apontada nas pesquisas anteriores.
 
Em relação à totalidade dos votos, levando em consideração os brancos e nulos, a presidenta obteve 46% das intenções de voto e Aécio, candidato do PSDB, ficou com 43%. Brancos e nulos estão em 5% e o número de indecisos bate nos 6%.

Segundo o Datafolha, foram entrevistadas 4.389 pessoas em 257 municípios nesta segunda-feira (20). O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR 01140/2014. 
 
Avaliação
 
O Datafolha também apurou a avaliação do eleitorado do governo Dilma. A avaliação positiva subiu para 42%, o maior patamar desde junho do ano passado, período das grandes manifestações de rua. Durante esses protestos, a avaliação caiu de 57% para 30%.
 
Os eleitores que avaliaram o governo como ruim ou péssimo foram 20%, menor patamar desde novembro de 2013. Os que consideram o governo regular foram 37% dos entrevistados.