Mostrando postagens com marcador Eleições 2018. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições 2018. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Na Convenção "Todos pelo Maranhão", Professor Odair foi destaque!

O salão do Multicenter Sebrae, no bairro Cohafuma, em São Luís, ficou pequeno para receber cerca de 10 mil pessoas, no sábado passado (28), no evento da maior frente partidária da história do Maranhão: A convenção “Todos Pelo Maranhão”, composta por 15 partidos, que confirmou a chapa majoritária liderada pelo governador Flávio Dino (PC do B), pré-candidato a reeleição ao Governo do Estado, dos pré-candidatos ao Senado, Weverton Rocha e Eliziane Gama, e das proporcionais para deputado federal e deputado estadual, entre os quais a pré-candidatura do professor Odair José, que já se apresenta como uma das favoritas entre os nomes do PC do B.
O Professor Odair José, com mais de 20 anos de lutas na educação, nos movimentos sociais e na militância do PC do B, esteve lado-a-lado com Flávio Dino, nos projetos de avanços que foram implementados no Maranhão, nesses últimos anos. Ele destacou a grandiosidade da convenção e mais uma vez agradeceu por todo o apoio que está recebendo nesta pré-campanha.
“É um momento grandioso até pela data especial que é comemorada neste dia, a adesão do Maranhão à Independência do Brasil. As milhares de pessoas presentes na convenção, manifestam adesão a um projeto de continuidade e de renovação. Um projeto de contínuas melhorias na educação, na segurança, na saúde. Em tudo isso que estamos presenciando depois da chegada do Flávio ao governo. E eu sempre estive ao lado dele e pretendo continuar com mais força neste possível mandato. Mandato que não seria possível sem o apoio de todos os meus amigos, parceiros, militantes, forças sociais, enfim… todos que me ajudaram até aqui, muito obrigado, vamos em frente continuar com as mudanças!”
“O Maranhão não tem dono, o Maranhão é de todos nós e quem anda pra trás é caranguejo” disse Flávio Dino em alto e bom som, em seu discurso na convenção.
O Governador destacou as mudanças, a necessidade de avançar muito mais e manter as políticas públicas sociais que foram implementadas e ajudaram o Maranhão a crescer e ser destaque nacional.
“O nosso governo não é perfeito e eu quero pedir desculpas pelo que não conseguimos fazer. Mas eu fiz, nesse período, tudo o que podia. Entendam que por conta da crise econômica não pudemos fazer tudo, mas fizemos o máximo e por isso todos os estados do Brasil respeitam o Governo do Maranhão e respeitam o nosso estado! Nós estamos na direção certa e temos que continuar!
Durante a convenção o governador FLávio Dino recebeu várias homenagens, entre as quais, pelo programa “Escola Digna”, que trocou escolas de taipa por escolas de alvenaria e com condições de aprendizagem; o programa “Sim, eu Posso”, que tirou do analfametimo pessoas excluídas da educação ao longo dos anos; o programa “Mais Saúde”, que contruiu hospitais e portas de acesso à saúde especializada como o hospital de traumatologia e ortopedia, e o “Mais IDH”, que deu dignidade a milhares de pessoas de 30 municípios maranhenses, que viviam na mais absoluta pobreza, sem saúde, sem educação, sem saneamento, sem espaços de trabalho.
O Governo Flávio Dino foi reconhecido como o que mais cumpriu promessas de campanha entre todos os governos dos estados brasileiros, tendo sido, amplamente, elogiado por seus principais programas sociais como o Cheque Minha Casa, Mais Asfalto, Escola Digna, Travessia, além da implantação das escolas de ensino médio com tempo integral e profissionalizante: o Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA).

terça-feira, 24 de julho de 2018

Pesquisa Exata: Dino ganha no 1º turno.

Mais uma pesquisa aponta a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em primeiro turno. Desta vez, levantamento do instituto Exata, contratado pelo Jornal Pequeno, mostra que se as eleições fossem hoje o governador do Maranhão seria reeleito com 57% dos votos válidos.

O percentual de intenções de votos em Flávio Dino é quase o dobro da pré-candidata do MDB, Roseana Sarney, que aparece com 30%, na segunda colocação.

A seguir aparecem o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) com 6%; Maura Jorge (PSL) e Roberto Rocha (PSDB) com 3% cada um e o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) com 1% das intenções de votos.

A Exata/JP testou outro cenário em que o governador Flávio Dino cresce dois pontos percentuais e chega a 59% das intenções de votos. Roseana Sarney fica com 31%, enquanto Maura Jorge e Roberto Rocha permanecem empatados com 4% das intenções de votos. Ricardo Murad e Odívio Neto teriam 1% da cada um.



APROVAÇÃO

Segundo a pesquisa Exata/JP, o governo Flávio Dino mantém-se com uma das maiores aprovações do país. A gestão é aprovada por 62% da população, enquanto 34% não aprovam e 4% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

FONTE: Jornal Pequeno

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Coronelismo eletrônico: Sarneyzistas mentem sobre Hospital Aldenora Bello


Sarney por trás para ajudar a filha
Mais um fake-news do grupo Sarney . Agora foi sobre o Hospital Aldenora Bello. 

O grupo Sarney sem votos e muito fake, através do sistema Mirante e seus blogueiros adestrados, divulgaram nessa semana de forma criminosa que o Aldenora Bello tava fechando por falta de recursos, direcionando a culpa ao governo estadual e que os parlamentares do consórcio sarneyzista foram barrados pelo próprio governo para não ajudar esse importante hospital. Desses parlamentares, o mais sínico e oportunista, o deputado Eduardo Braide (reveja aqui), aquele acusado de pertencer a máfia de Anajatuba se manifestou em redes sociais, cobrando o governo.

Sarnei usa Braide para ajudar a filha
Acontece que a própria direção do Hospital tratou de desmentir o grupo sarneyzista ontem mesmo (dia 19), através de nota que segue abaixo:

A Fundação Antonio Dino, mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello, vem informar à sociedade que nosso Hospital NÃO VAI FECHAR.

A direção informou à Secretaria Municipal de Saúde, em 13 de julho, a difícil decisão de suspender as atividades apenas do S.P.A (Serviço de Pronto Atendimento Oncológico), atendimento domiciliar, tratamento da dor e cuidados paliativos, a partir do dia 12 de agosto de 2018, por prazo indeterminado, serviços iniciados em 2008, com financiamento insuficientes pelo SUS.
.
Felizmente, desde o primeiro momento, fomos procurados pelo Governo do Maranhão para evitar a paralisação destes serviços diante do grave quadro financeiro que atingiu a entidade. A proposta inicial do Governo foi destinar os recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer à Fundação, o que garantiria a continuidade do atendimento à toda sociedade. Todavia, há procedimentos burocráticos necessários à destinação dos recursos, mesmo porque tal dinheiro é gerido por um conselho com representantes de diversas entidades, não apenas por membros do Governo.
.
A Fundação destaca, ainda, a parceria com o Governo do Maranhão, desde 2015, que permitiu a destinação de repasses financeiros e compra de novos equipamentos, fundamentais à assistência aos nossos pacientes.
.
São Luís (MA), 19 de Julho de 2018
ANTONIO DINO TAVARES
Vice-Presidente da Fundação Antonio Dino.


Portanto amig@s, segue o grupo Sarney fakeando de boa sem ser barrado pela justiça eleitoral,

É público e notório que o "pato manco" trabalha noite e dia tentando atingir o pré-candidato a reeleição, Flávio Dino, para que sua filha Roseana Sarney cresça nas pesquisas e a justiça "não percebe".

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Por quê a militância petista não engole Ciro Gomes?


Miguel do Rosário, via Facebook
Eu queria entender esse sectarismo anti-Ciro da militância petista.
Ciro Gomes foi fiel ao PT e a Lula do início ao fim. No mensalão, quando vários petistas pularam fora ou se acovardaram (inclusive muitos que hoje posam de valentões), estava lá, firme.
Hoje é crítico duro da condenação de Lula, sobre a qual afirma, categoricamente, que é injusta, agregando que leu a sentença com atenção e dá sua opinião inclusive como professor de Direito.
PT fez acordos inúmeros com a direita, com o PMDB, com diversos partidos conservadores, com Geddel, com Temer, com Cunha, e a militância sempre entendeu, em nome da governabilidade. Eu mesmo entendi, embora apontando que, sem estruturar uma comunicação autônoma, forte, o campo popular não conseguiria sustentar politicamente durante muito tempo suas iniciativas, e ficaria cada vez mais dependente da direita para governar.
Mesmo assim, entendi. E segurei as pontas. Ciro também. Foi ministro de Lula e se manteve leal, reitero, todo esse tempo.
Por que essa implicância agora com Ciro Gomes, que tem um programa econômico à esquerda do PT, que está num partido de esquerda, que tem ideias progressistas?
Se Ciro quisesse “trair” o PT, tê-lo-ia feito, como todo mundo, ao longo do processo de impeachment, não?
Todos os ministros do STF, indicados pelo PT, traíram o partido, traíram inclusive a Constituiçãopela qual juraram. Traidor é que não falta no Brasil, mas só podemos julgá-los como traidores depois que traírem. Chamar alguém de traidor antes da trairagem não é correto.
Além disso, a militância está caindo muito facilmente nas intrigas da mídia. A grande imprensa pinça uma frase de Ciro Gomes, para intrigá-lo contra o PT, e a militância acredita? Ora, antes de acusar Ciro por causa de frases jogadas pela mídia, assistam a entrevista, leiam a íntegra das respostas.
Acho que é o momento da esquerda petista calçar a sandália da humildade e entender que boa parte das desgraças que acometem o PT nasceram de erros do partido, a começar pela indicação de ministros do STF inteiramente descomprometidos com as causas democráticas e sociais do campo progressista-popular, incluindo aí a defesa das garantias e direitos fundamentais. Não só no STF. No STJ, nos tribunais de segunda instância, na PGR, o PT não teve uma visão estratégica no uso de suas prerrogativas presidenciais para nomear juízes.
Não só isso. O PT não produziu sequer um debate contra o estado de exceção. E não foi por falta de aviso. A Lava Jato mostrava as garras, e Dilma e seu ministro da Justiça batiam palmas para maluco dançar, ao invés de iniciar um enfrentamento republicano, democrático, transparente, duro, contra os arbítrios e abusos de poder da Lava Jato.
Na comunicação, nem se fala. O PT errou feio na comunicação, e esse não foi um erro menor: foi um erro de grandes proporções, que resultou num enfraquecimento histórico do campo progressista. Fortaleceram a Globo e enfraqueceram a mídia alternativa e as rádios comunitárias.
Lula é um preso político e foi condenado sem provas. Ele é inocente do caso triplex, mas não é inocente dos erros políticos, como o já mencionado processo de escolhas de ministros do STF, que resultaram em sua prisão. Obviamente ninguém deve ser preso por causa de erro político, mas é preciso entender que erros políticos trazem consequências graves, terríveis até, para aqueles que os cometeram.
Enfim, o PT e sua militância precisam, a meu ver, ajudar a esquerda a construir pontes entre si, e não dinamitá-las com julgamentos afobados, passionais.
Tenho impressão que muita gente que hoje condena Ciro Gomes sem nem ler o seu programa ou assistir com serenidade suas entrevistas vai acabar passando vergonha.
E, por favor, sem me xingar, sem inventar teorias de conspiração, sem insinuações baratas, e demais truculências.
Vamos debater na boa!

terça-feira, 17 de abril de 2018

MANUELA 65, pré-candidata em 2018

Crédito das Fotos: Barbara Marreiros, Karla Boughoff,
 Marcos Bruno, Maiakovski, Vangli Figueiredo

Manuela lança manifesto com lideranças políticas, sociais e culturais
A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila, lançou o manifesto da sua pré-candidatura intitulado “Liberdade para o Brasil, para Lula, para os brasileiros e brasileiras”, na noite desta segunda-feira (16). O palco do evento foi o Teatro Oficina em São Paulo, que lotou com a presença da militância comunista, lideranças políticas, sociais, artistas e intelectuais.
A imagem pode conter: 2 pessoas, multidão e área interna
Atualmente o Brasil vive um dos momentos mais adversos da sua história. Após o impeachment contra a presidenta eleita nas urnas, Dilma Rousseff, o governo ilegítimo de Michel Temer impôs uma agenda de retirada de direitos da classe trabalhadora e o país passou a viver um quadro de violência política e de Estado de exceção.
No dia 7 de abril, o ex-presidente Lula foi preso, vítima de um julgamento de exceção e agravando ainda mais a crise política e institucional no Brasil. O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Márcio Macedo, disse que “Manuela D’Ávila é um dos quadros mais qualificados que a nossa geração produziu”.
“Você [Manuela] carrega em si o acúmulo de uma geração que quer fazer acontecer. Quero desejar que você tenha uma jornada muito produtiva, que você possa fazer um bom combate e que você possa com a força da juventude, com o seu talento, com a certeza dos seus princípios, dar uma sacudida nesse país em defesa da democracia e por um projeto de país, que tenha responsabilidade com os seus filhos.”
Manuela foi homenageada através de vídeo-mensagem por diversos artistas e intelectuais, como Chico Buarque, Gilberto Gil, Beth Carvalho e Wagner Moura.
Homenagem ao ex-presidente Lula
O ex-presidente Lula, preso em Curitiba, esteve presente de diversas maneiras no evento. Leci Brandão cantou Zé do Caroço, homenageando o ex-presidente que tirou o Brasil do mapa da fome. Leci se referiu a Manuela como “mulher jovem, guerreira, ativista, corajosa e que tem todas as condições de trazer uma nova esperança ao país”.
A imagem pode conter: 11 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e multidão
Lula foi representado pela sua filha, Lurian Cordeiro Lula da Silva. Emocionada, ela saudou aos convidados. “É preciso dizer que eles não conseguiram nos calar, não conseguiram apagar a nossa alegria e não conseguiram destruir os nossos sonhos. Temos a consciência de que há um crime político acontecendo nesse país. A prisão de um inocente, que eles tentam calar de uma forma arbitrária, agressiva, não só com a pessoa do nosso ex-presidente Lula, mas com o nosso povo”.
“Manu, eu só tenho que te agradecer. Esse é o segundo espaço que venho falar depois da prisão do meu pai”, disse Lurian.
“Não vamos nos calar. Lula não estará só. Manu, quero desejar a você toda sorte do mundo. Eu irei a todas as atividades do PCdoB com maior carinho e respeito. A gente precisa muito de vocês e estamos a disposição! Obrigada, obrigada, obrigada! Lula Livre!”, concluiu a filha do ex-presidente Lula.
As homenagens continuaram. Manuela D’Ávila, que tem participado intensamente da jornada em defesa do ex-presidente Lula, antes e depois da sua prisão, esteve na semana passada no Uruguai, com o ex-presidente Pepe Mujica e com a ativista dos direitos humanos e uma das fundadoras da associação Madres de Plazo de Mayo, Hebe Bonafini, e na Argentina, com a ex-presidenta Cristina Kichner.
Manuela entregou a Lurian, um lenço (Pañuelo) de Hebe Bonafini. “Na quinta-feira passada eu fui a Montevidéu e fiz uma visita ao lugar que talvez seja o tempo mais significativo do que foi a ditadura e a falta de democracia no nosso continente, é a casa das Mães de Maio. Elas mandaram um presente ao ex-presidente Lula, um pañuelo, isso é o símbolo das lembranças que elas têm aos filhos, que nunca mais voltaram, e dos netos que elas reconquistam um a um. Elas pediram para entregar ao teu pai”, explicou Manuela D’Ávila.
“Manuela é a expressão do novo na política”
Na ocasião, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), ressaltou que os companheiros do PCdoB sempre estiveram ao seu lado em momentos importantes da história do Brasil. E afirmou, que “Manuela D’Ávila é uma das figuras mais qualificadas, senão a mais qualificada desse campo no momento atual”.
A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé
A presidenta nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos (PE), frisou que estamos vivendo tempos tenebrosos, depois do Brasil pós-golpe, com a interrupção de um projeto popular eleito nas urnas. “Eles estão rapidamente destruindo a base do Estado brasileiro”, pontuou.
“O PCdoB sempre esteve denunciando o golpe que está em curso no Brasil. O PCdoB está na linha de frente lutando por Lula libre e ao mesmo tempo entendemos que a reposta mais contundente desse momento é debater saídas, e para isso temos a pré-candidatura de Manuela D’Ávila, que é a expressão do novo. Ela não é somente a expressão do novo pela sua idade [36 anos], é por que ela é portadora das ideias do PCdoB. Ela será a porta voz de um novo projeto nacional de desenvolvimento”, ressaltou a presidenta nacional do PCdoB.
A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé e barba
Caetano Veloso também participou do ato através de vídeo-mensagem.
“É legitimo e saudável que diferentes grupos de esquerda disputem as eleições presidenciais este ano. O que propicia o aparecimento e a projeção nacional de novas lideranças, como é o caso da Manuela D’Ávila. Manuela é uma doce figura, dura quando precisa, firme nas suas convicções, corajosa, como se viu e como se vê na luta pela liberdade do ex-presidente Lula. Aí está um sinal de que a esquerda pode se unir e deve se unir quando se trata do essencial, do combate a justiça e a defesa da democracia. Estamos juntos”, disse Veloso.
A cantora Ana Cañas, um símbolo das manifestações contra o golpe e a prisão política do ex-presidente Lula, cantou a música Bêbado Equilibrista, um dos maiores clássicos da parceria João Bosco e Aldir Blanc. Considerada como um “hino da anistia”, essa música retrata o período da ditadura militar no Brasil.
Márcio Matos, militante do Movimento Sem Terra (MST), assassinado no dia 24 de janeiro de 2018 na Bahia; Amarildo de Souza, ajudante de pedreiro que foi torturado e morto por policiais em 2013; Cláudia Ferreira da Silva, auxiliar de limpeza, que teve o corpo arrastado por 350 metros por um carro da Polícia Militar e foi baleada, durante uma troca de tiros entre policiais e traficantes; Rafael Braga, jovem, negro, pobre, preso por porte de pinho sol; Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e Anderson Gomes, motorista, assassinados no dia 14 de março, também foram homenageados no evento pela cantora Ana Cañas.
Discurso da pré-candidata do PCdoB
A pré-candidata do PCdoB, Manuela D’Ávila, discursou e afirmou que a noite foi linda, ao lado de tantos amigos e amigas. “Meus companheiros de uma vida”.
“Liberdade essa palavra que o sonho humano alimenta. Nós tínhamos que dar um nome e diante dos dias muitos difíceis que nós vivemos, escolhemos chamar a minha carta de liberdade para o Brasil, para os brasileiros e brasileiras. Depois a realidade mudou, no meio da construção da nossa carta aconteceu a prisão [política] do ex-presidente Lula, e intitulamos o manifesto: Liberdade para o Brasil, para Lula, para os brasileiros e brasileiras”.
A imagem pode conter: atividades ao ar livre
“Nós queremos convidar vocês para que construam junto conosco a nossa pré-candidatura, sabedores de que, para o Brasil ser uma grande nação, é precisa garantir liberdade para o país caminhar com suas próprias pernas, é preciso liberdade para nossa gente e é preciso gritar em alto e bom som que queremos Lula livre, porque a liberdade de Lula é o resgate das soluções democráticas”, disse Manuela, que lançou manifesto pela liberdade durante o evento.
Depois de ler o texto em que aponta os principais pontos da plataforma que defende, a pré-candidata fez uma defesa da unidade das forças progressistas. “Compreendemos que devemos estabelecer pontes e vínculos profundos para que a esquerda e o setor progressista e democrático dialoguem exaustivamente”, disse, defendendo que a prisão de Lula simboliza a tentativa de conter as ideias de esquerda.
“Se Lula vale a luta, Lula também vale a nossa unidade e o estabelecimento de pontes. Nós nunca fomos óbice para a unidade. Pelo contrário. O PCdoB sempre foi a estrada que tentou conduzir o Brasil por esse caminho”, defendeu, ressaltando a ousadia do partido de lançar o seu nome na disputa presidencial. “Nós ousamos porque dizemos que sonhamos, porque nossos sonhos valem a pena”.
Também participaram do ato o deputado federal Jean Wyllis (Psol) e diversos parlamentares do PCdoB, como os deputados Orlando Silva (SP), Jandira Feghali (RJ), Jô Moraes, Daniel Almeida (BA), Alice Portugal (BA), a senadora Vanessa Grazziotin (AM), entre outros.
Assista na íntegra o ato:

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

IBOPE: Lula segue na liderança absoluta da corrida Presidencial 2018

Uma pesquisa nacional do Ibope traz Lula com 35% a 36% das intenções de voto se as eleições presidenciais fossem hoje. Na sondagem espontânea, o ex-presidente aparece com 26%. 

Em segundo vem o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com 13% a 15% na estimulada e 9% na espontânea. Em seguida, Marina Silva (Rede), com 8% a 11%, e 2% na espontânea.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Doria, ambos do PSDB, aparecem com 1% na consulta espontânea, mesmo percentual de Ciro Gomes (PDT), Michel Temer (PMDB) e Dilma Rousseff (PT). Na pesquisa estimulada, Ciro, Doria e Alckmin ficam com 3% a 5%.

A pesquisa tem algumas curiosidades:

1. Traz o nome do apresentador de TV Luciano Huck (Globo), que não é citado espontaneamente, e chega 5% com Lula na disputa e a 8%, sem Lula.

2. Apresenta o banqueiro João Amoêdo, criador do Partido Novo, de orientação liberal conservadora, que consegue aparecer com 1% na pesquisa estimulada. Amoêdo preside o Citibank. Outro nome identificado com os bancos, o do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também tem 1%.

3. Marina Silva é quem mais cresce, sem Lula na disputa, passando de 8% para 15%, empatada com Bolsonaro. Ciro vai de 3% para 7%.

4. A pesquisa foi feita há mais de uma semana, entre 18 e 22 de outubro, antes de Temer se livrar de denúncia na Câmara e de o governo vender partes do pré-sal. Mas só foi divulgada agora, e sem destaque em nenhum portal de veículo tradicional. A notícia ficou por conta do colunista de O Globo, Lauro Jardim, sem chamada de capa na edição impressa.