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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Fentanil: como nova onda de overdoses assola EUA e mata quase 300 por dia

Mulher fumando fentanil em rua de Los Angeles,
Estados Unidos 
(GETTY IMAGE)
 
Por Nadine Yousif

Cada vez mais americanos morrem por overdose de fentanil, à medida que uma nova onda da epidemia de opioides começa a se espalhar pelas comunidades dos quatro cantos do país.

Há seis anos, Sean morreu de uma overdose acidental por fentanil em Burlington, no Estado de Vermont. Ele tinha 27 anos.

"Cada vez que ouço falar de uma perda devido ao abuso de substâncias, meu coração se parte um pouco mais", escreveu a mãe dele, Kim Blake, em um blog dedicado ao filho em 2021.

"Mais uma família despedaçada. Sempre de luto pela perda de sonhos e celebrações."

Naquele ano, os Estados Unidos testemunharam um marco sombrio: pela primeira vez, as overdoses mataram mais de 100 mil pessoas em todo o país num único ano.

Dessas mortes, mais de 66% estavam ligadas ao fentanil, um opioide sintético 50 vezes mais poderoso que a heroína.

O fentanil é um produto farmacêutico que pode ser prescrito por médicos para tratar dores intensas.

Mas a droga também é fabricada e vendida por traficantes. A maior parte do fentanil ilegal encontrado nos EUA é traficado a partir do México e usa produtos químicos provenientes da China, de acordo com o Drug Enforcement Administration (DEA), órgão federal encarregado da repressão e do controle de narcóticos

Em 2010, menos de 40 mil pessoas morreram por overdose de drogas em todo o país, e menos de 10% dessas mortes estavam ligadas ao fentanil.

Naquela época, as mortes eram causadas principalmente pelo uso de heroína ou opioides prescritos por profissionais de saúde.

A mudança de cenário é detalhada num estudo divulgado recém-publicado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

O trabalho examina as tendências nas mortes por overdose no país entre 2010 e 2021, utilizando dados compilados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.


Os dados mostram claramente como o fentanil redefiniu as overdoses nos Estados Unidos na última década.

"O aumento do consumo de fentanil fabricado ilicitamente deu início a uma crise sem precedentes", escreveram os autores do artigo.

Praticamente todos os cantos dos EUA — do Havaí a Rhode Island — foram tocados pelo fentanil.

O aumento das mortes relacionadas à droga foi observado pela primeira vez em 2015, revelam as estatísticas.

Desde então, o entorpecente se espalhou pelo país e a taxa de mortalidade cresceu de forma acentuada.

"Em 2018, cerca de 80% das overdoses por fentanil aconteceram a leste do rio Mississippi", disse à BBC Chelsea Shover, professora assistente da UCLA e coautora do estudo.

Mas, em 2019, "o fentanil passa a fazer parte do fornecimento de drogas no oeste dos EUA e, de repente, esta população que estava resguardada também ficou exposta, e as taxas de mortalidade começaram a subir", segundo a pesquisadora

Na pesquisa recente, os especialistas alertam para outra tendência crescente: as mortes relacionadas ao consumo de fentanil em conjunto com drogas estimulantes, como a cocaína ou a metanfetamina.

Essa tendência é observada em todos os EUA, embora de formas diferentes devido aos padrões de consumo que diferem de região para região.

Os investigadores encontraram, por exemplo, taxas de mortalidade mais elevadas relacionadas ao consumo de fentanil e cocaína em Estados do nordeste dos EUA, como Vermont e Connecticut, onde os estimulantes geralmente são de fácil acesso.

Mas em praticamente todos os cantos do país, da Virgínia à Califórnia, as mortes foram causadas principalmente pelo uso de metanfetaminas e fentanil.

Blake, que também é médica, disse que seu filho usava cocaína esporadicamente, embora o exame toxicológico tenha encontrado apenas fentanil em seu organismo.

Ela aprendeu que muitos misturam diferentes substâncias para obter uma sensação prolongada.

"Não é nenhuma surpresa para mim esse aumento tão grande nas combinações de estimulantes e opioides", observa Blake.

Quando o fentanil chegou pela primeira vez aos EUA como parte do tráfico, "muitas pessoas não o queriam", lembra Shover. Mas o opioide sintético tornou-se amplamente disponível porque é mais barato de produzir em comparação com outras drogas.

Ele também é altamente viciante — isso significa que dependentes ficam expostos ao entorpecente e muitas vezes o procuram como uma forma de evitar abstinências dolorosas relacionadas a outras substâncias.

Nos EUA, o estudo identificou que Alasca, Virgínia Ocidental, Rhode Island, Havaí e Califórnia como os Estados com as taxas mais elevadas de mortes por overdose em que há mistura de fentanil e estimulantes.

Esses locais têm taxas historicamente altas de uso de drogas, segundo Shover. Com a chegada do fentanil, esse consumo tornou-se ainda mais letal.

Pessoa em overdose é atendida por médicos nas ruas de
Vancouver, Canadá (GETTY IMAGES)

Um problema que atravessa classes sociais

A crise dos opioides tem sido tradicionalmente retratada como um "problema dos brancos", destaca Shover.

No entanto, o estudo recente revelou que os afro-americanos estão morrendo ao combinar fentanil e estimulantes a taxas mais elevadas, em todas as faixas etárias e limites geográficos.

Para Rasheeda Watts-Pearson, especialista em redução de danos baseada em Ohio, nos EUA, os dados refletem o que é visto na prática.

Ela faz um trabalho de divulgação com a A1 Stigma Free, uma organização fundada há apenas oito meses para combater um aumento notável de mortes por overdose na comunidade afro-americana de Cincinnati.

Como parte do trabalho, Watts-Pearson visita frequentemente barbearias, bares e mercearias para falar com as pessoas sobre os impactos do fentanil.

Ela considera que há falta de conscientização sobre o tema, motivada em parte pelas disparidades históricas de saúde vivenciadas por grupos raciais e étnicos.

Mesmo as campanhas de marketing feitas para conscientizar sobre a crise dos opioides não incluem a experiência dos negros americanos, critica ela.

"Se eu dirigir até a cidade de Avondale agora mesmo, há um outdoor que fala sobre a 'Crise dos Opioides', mas na mensagem aparecem duas pessoas brancas”" exemplifica Watts-Pearson.

Ela aponta que as drogas misturadas com fentanil são uma grande barreira para a comunidade. Segundo a ativista, muitas pessoas acabam consumindo o entorpecente sem saber — e desenvolvem uma dependência.

"Os legistas veem pessoas com overdose que morreram por causa de cocaína, crack e vestígios de fentanil", diz ela.

"Isso está infiltrado na comunidade negra e não há gente suficiente falando sobre o assunto."

Rasheeda Watts-Pearson (à esquerda) tem trabalhado com A1 Stigma Free
para aumentar a conscientização sobre o impacto da epidemia de fentail
na comunidade afro-americana de Cincinnati, Ohio

Uma quarta onda

O abuso de fentanil em combinação com outras drogas marca o início de uma "quarta onda" da crise nos EUA, avaliam os pesquisadores.

A primeira onda de overdoses aconteceu no final dos anos 1990, com mortes por opioides com prescrição médica. Em 2010, houve uma segunda onda de overdoses, dessa vez causadas por heroína. E em 2013, surgiu uma terceira onda, graças à proliferação de drogas ilícitas análogas ao fentanil.

Especialistas como a professora Shover alertam que as opções de tratamento para a quarta onda não acompanham a demanda.

"Nosso sistema de tratamento contra dependência geralmente se concentra em uma droga de cada vez", conta ela.

"Mas a realidade é que muitos usuários usam mais de um tipo de droga."

Para manter viva a memória de seu filho, Blake decidiu falar abertamente sobre a perda e tenta ajudar outras famílias a passar pela mesma dor.

"Todo mundo tem uma história e, para um pai que perdeu um filho, isso dura para sempre", diz ela.

Seu filho fez tratamentos contra dependência algumas vezes.

A experiência ensinou à Blake que as opções terapêuticas variam de Estado para Estado e, em muitos casos, o que está disponível não é suficiente.

"O ideal seria que as pessoas recebessem tratamento rapidamente, sempre que quisessem e a longo prazo", destaca ela.

Blake também sugere a criação de locais para a prevenção de overdose, onde as pessoas pudessem usar drogas com segurança e sob supervisão.

Esses lugares estão amplamente disponíveis no Canadá — que tem a sua própria crise de fentanil — mas existem apenas duas instalações do tipo nos EUA inteiro.

Acima de tudo, Blake apelou à compaixão e à compreensão para aqueles que lutam contra o uso de substâncias.

"A maioria das pessoas com quem converso dizem que seus filhos não queriam morrer."

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Bolsonaro descartou canetas de insulina

Charge Nando Motta
Por Altamiro Borges

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União divulgada na semana passada apontou que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem estoque para apenas mais um mês de canetas de insulina. A escassez da medicação, causada pela política genocida do “capetão” Jair Bolsonaro, pode ser fatal para os pacientes com diabetes do tipo 1 e o governo Lula já anunciou que deverá fazer uma licitação de emergência para conseguir o produto.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o quinto país do mundo – atrás apenas da China, Índia, EUA e Paquistão – com o maior número de diabéticos: são 16,8 milhões. De 5 a 10% desse total são casos de diabetes tipo 1, mais comum entre crianças e adolescentes. Os pacientes perdem peso, sentem fraqueza e sede constante. Com um pedido médico, a caneta da insulina pode ser adquirida de forma gratuita. Mas a auditoria do TCU constatou que o estoque do SUS, cerca de 190 mil unidades para todo o país, só será suficiente para mais este mês.

R$ 15 milhões jogadas no lixo

Reportagem da Folha de 21 de março revelou que o fascista Jair Bolsonaro descartou 999,7 mil canetas de insulina de ação rápida durante a sua gestão. “Avaliados em quase R$ 15 milhões, os produtos para diabetes perderam a validade de setembro de 2020 a junho de 2021. Os lotes eram parte de uma compra de 4 milhões de tubetes, feita em 2018”. O TCU aponta que “a causa dessa perda foi associada às deficiências no planejamento”. O covil bolsonariano ainda incinerou outros tipos de insulina, além de bomba de infusão e agulhas usadas na caneta.

Mas o desperdício criminoso não ocorreu apenas com a medicação contra a diabetes. Ainda segundo o jornal, “os dados sobre o estoque perdido do Ministério da Saúde, que deixaram de ser sigilosos, ainda mostram que foram descartados 39 milhões de imunizantes contra a Covid, avaliados em R$ 2 milhões. Na gestão Bolsonaro também foram perdidas terapias de alto custo e remédios para pessoas com HIV/Aids, entre outros produtos”.

Em outra matéria, a mesma Folha relata que “cerca de 1,2 milhão de testes para a detecção da Covid venceram em março de 2023 nos estoques do Ministério da Saúde. Avaliados em R$ 42,7 milhões, os produtos são do tipo RT-PCR e também servem para o diagnóstico do VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e da influenza A e B. A equipe da ministra Nísia Trindade culpa a gestão Jair Bolsonaro pelo acúmulo de exames com validade curta. Afirma ainda que não teve acesso a dados sobre os estoques durante a transição de governo”.

Ministério Público vai apurar a ação criminosa

Já o ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e vice-presidente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), Claudio Maierovitch, avalia que o covil de Bolsonaro não estimulou a testagem. “As pessoas tinham muita dificuldade para conseguir fazer teste, o que acho que foi intencional. O Ministério da Saúde e o governo tentaram ao máximo evitar que os números viessem à tona”. Para o médico, “não havia um sistema adequado de gestão de estoques, distribuição e monitoramento”. O fascista era um genocida convicto!

Diante do descarte de tantos produtos essenciais à vida, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar os crimes de gestores bolsonarianos. “O MPF vai verificar os atos de improbidade administrativa e danos ao patrimônio. A determinação foi assinada pela procuradora Anna Carolina Resende Maia Garcia. Ela ordenou que o Ministério da Saúde mostre quais os medicamentos foram descartados nos últimos cinco anos por causa do fim da validade. A pasta ainda deve apontar os nomes de responsáveis pela distribuição dos medicamentos... O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) culpa a gestão Bolsonaro pela perda dos medicamentos e vacinas”.

Fonte: Blog do MIro

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Posição de hospitais privados sobre o piso salarial revolta enfermagem


A Confederação das Santas Casas de Misericórdia divulgou nesta quarta-feira (24) um levantamento realizado em parceria com outras quatro entidades da saúde privada, com a premissa de avaliar o impacto financeiro do piso salarial da enfermagem aprovado pelo Congresso Nacional no setor. A consulta, que premedita um cenário catastrófico nos atendimentos, foi apontada como desonesta pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que enxerga a pesquisa como uma estratégia de lobby para atender um interesse financeiro das redes hospitalares.

A pesquisa foi realizada em cima da consulta a 2511 unidades médicas, incluindo hospitais privados, hospitais filantrópicos, santas casas, clínicas especializadas e serviços de diagnósticos. Do total, 65% são organizações com fins lucrativos. De acordo com a Confederação das Santas Casas, a forma como o piso da enfermagem foi aprovado pode resultar na perda de 83 mil postos de emprego e o fechamento de 20 mil leitos.

A publicação foi vista com repulsa pela categoria. “Essa tese não se sustenta em relação ao setor privado. Não tem sustentação a tese de que o setor privado com fins lucrativos não tem condições de pagar o piso, esse segmento foi justamente o que mais lucrou na pandemia. Um levantamento da Forbes chegou a mostrar que os hospitais privados faturaram acima de 20% em relação aos anos anteriores”, explicou Daniel Menezes, conselheiro e porta-voz do Cofen.

Já no lado filantrópico, a pressão pela rejeição do piso da enfermagem foi uma constante ao longo de toda a tramitação, com o setor afirmando não ter condições de arcar com o piso. “A gente compreende que essas instituições enfrentam uma situação financeira mais complicada, mas essa situação financeira já vem de muito tempo. Sou profissional de enfermagem há 19 anos, e há 19 anos eu ouço que as santas casas precisam melhorar seu financiamento ou vão fechar”, conta o conselheiro.

De acordo com Menezes, a campanha da saúde privada para desacreditar o piso salarial da enfermagem é um desrespeito com esses profissionais. “É muito cruel e muito injusto creditar a enfermagem uma possível repercussão negativa no serviço de saúde. Inclusive, são os profissionais que fazem esse serviço acontecer, que ajudam a dar lucro nas empresas privadas e fazem os serviços filantrópicos funcionarem”, declarou.

O porta-voz do Cofen aponta para o fato da pesquisa ter sido feita com base em consultas aos hospitais interessados e não em uma base de dados estatísticos e com análise de economistas. Na sua avaliação, trata-se de uma tentativa das entidades de criar oposição ao piso na opinião pública, uma vez que já sofreram uma derrota no poder legislativo.

LUCAS NEIVA Repórter. Jornalista formado pelo UniCeub, foi repórter da edição impressa do Jornal de Brasília, onde atuou na editoria de Cidades.


quinta-feira, 2 de junho de 2022

Senado discute PEC que garante piso salarial aos profissionais de enfermagem

Foto: Ilustração

O
piso salarial dos profissionais de enfermagem volta a discussão no Senado na manhã desta quinta-feira (2). Desta vez, os senadores debatem a proposta de emenda à Constituição que visa dar segurança jurídica ao piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras, está na pauta do Plenário do Senado desta quinta-feira (2).

O PL aprovado, proposto pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), prevê piso mínimo inicial para enfermeiros no valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente por serviços de saúde públicos e privados. Em relação à remuneração mínima dos demais profissionais, o texto fixa 70% do piso nacional dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

“De nada vai adiantar aprovar o PL do piso salarial se no dia seguinte ele for suspenso pelos tribunais do país. Por isso, propomos replicar o arranjo constitucional feito para o piso salarial profissional nacional do magistério, previsto expressamente na Constituição e regulado por lei ordinária”, explica a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) na justificação da proposta. A senadora que é autora da PEC 11/2022. O relator é o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que deve apresentar parecer em plenário.

A proposta determina que lei federal instituirá pisos salariais nacionais para essas categorias. Esse piso foi proposto em um projeto de lei (PL 2.564/2020) já aprovado pelo Senado e pela Câmara dos Deputados. Ao inserir na Constituição essa determinação, a intenção é evitar uma eventual suspensão do piso na Justiça, sob a alegação do chamado “vício de iniciativa” (quando a proposta é apresentada por um dos Poderes sem que a Constituição Federal lhe atribua competência para isso).
Prefeitos querem que União banque o piso

Os prefeitos querem que a União banque os gastos extras decorrentes do pagamento do piso salarial nacional da enfermagem. A proposta está na Emenda 1, apresentada pelo senador Giordano (MDB-SP) à PEC que garante segurança jurídica ao piso da categoria.

A emenda é apoiada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). “Proponho que a União arque com a totalidade dos pisos salariais dos servidores públicos municipais que atuam como enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. Igualmente ofereço a solução de que a União repasse mensalmente aos municípios os recursos financeiros para saldar os pisos salariais”, diz o senador na justificativa da proposta.

De acordo com a proposta de Giordano, os valores mensais devem ser repassados pela União, por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos de saúde do ente federado. “É importante chamar a atenção para a responsabilização tripartite na saúde e para o papel relevante que a União desempenha na manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS)”, defende o senador.

A ideia é que o Congresso encontre a mesma solução adotada para a aprovação do piso dos agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE), cujo custeio é de corresponsabilidade da União, que realiza repasse equivalente a 100% deste piso para os municípios.

A CNM estima que o piso vai onerar em R$ 10,4 bilhões as gestões municipais, afetando fortemente os orçamentos locais, bem como o respeito ao limite percentual imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), em relação ao limite máximo que os Poderes Executivos municipais podem gastar com pessoal.

Com informações da Agência Senado

segunda-feira, 3 de maio de 2021

No senado, avança a luta dos Enfermeiros por salários justos

Senadora Zenaide Maia

Projeto de Lei 2564/2020, que estabelece o Piso Salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem, recebeu nesta quarta-feira (28) parecer favorável da senadora Zenaide Maia (PROS RN).

“É um passo importante para a aprovação do PL, que vem corrigir a disparidade entre a responsabilidade inerente aos cuidados de Enfermagem, a exigência de formação e a remuneração oferecida aos profissionais”, comemora a presidente do Cofen, Betânia dos Santos.

Senador Fabiano Contarato

O PL, de autoria do senador Fabiano Contarato (Rede ES), estabelece piso salarial de R$ 7.315,00 para enfermeiros, correspondendo a uma jornada de 30 horas semanais. Para os técnicos e auxiliares de Enfermagem o piso salarial estabelecido é, respectivamente, de 70% (R$ 5.120,50)  e 50% deste valor (R$ 3.657,50). Para parteiras, o PL prevê o mesmo piso dos auxiliares de Enfermagem.

Para o vice-presidente Antônio Marcos Gomes, a pandemia trouxe visibilidade para a Enfermagem e os desafios enfrentados pelos profissionais, que correspondem a mais da metade dos recursos humanos em Saúde no SUS. “A Enfermagem enfrenta um paradoxo. Vive um momento de muito reconhecimento e valorização, mas também de maior vulnerabilidade, com jornadas exaustivas, enfrentando diariamente o medo da morte e circunstâncias muito duras de trabalho”, afirma o vice-presidente. Em enquete no site do Senado, o PL recebeu 786.918 manifestações favoráveis e apenas 2.941 manifestações contrárias.

Betânia do Santos - Pres Cofem

No dia 16, o Cofen protocolou oficio em nome do Sistema Cofen/Conselhos Regionais pedindo apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM MG) ao PL, que tem apoio expressivo entre os senadores, mas enfrenta resistência das operadoras de Saúde Suplementar. Se aprovado, seguirá para apreciação da Câmara dos Deputados.

O documento, subscrito pelos presidentes de todos os Conselhos Regionais, relata as condições de trabalho e renda enfrentadas pelos 2,4 milhões de profissionais, que representam mais da metade dos trabalhadores da Saúde e estão na linha de frente do combate à pandemia. O Brasil tem o maior número de óbitos por covid-19 registrado entre a equipe de Enfermagem.

Fonte: Ascom - Cofen 

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Farmácias venderam mais de 52 milhões de comprimidos do “kit covid” na pandemia


Bruno Fonseca/Agência Pública

Farmácias brasileiras venderam mais de 52 milhões de comprimidos de quatro medicamentos do chamado “kit covid” em um ano de pandemia: sulfato de hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina e nitazoxanida. Segundo levantamento exclusivo da Agência Pública, foram vendidos mais de 6,6 milhões de frascos e caixas desses quatro remédios de março de 2020 a março de 2021.

Os números representam apenas as vendas desses medicamentos em farmácias privadas, isto é, não incluem o que foi aplicado em hospitais ou dispensado em postos do Sistema Único de Saúde (SUS). 

De acordo com o levantamento da Pública, dentre os quatro medicamentos, o que teve mais comprimidos vendidos foi a hidroxicloroquina — que o presidente Bolsonaro anunciou tomar quando foi diagnosticado com covid-19. Foram mais de 32 milhões de comprimidos vendidos desde março de 2020, um total de 1,3 milhão de caixas.



Desde o fim de março de 2020, a hidroxicloroquina entrou para a lista de medicamentos sujeitos a controle especial, junto à cloroquina, por decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Foi essa mudança na classificação que permitiu contabilizar a venda de hidroxicloroquina nessa base de substâncias.

Em segundo lugar nas vendas, a azitromicina, um antibiótico, teve mais de 13 milhões de comprimidos vendidos em farmácias brasileiras no mesmo período — mais de 3 milhões de caixas. Diferentemente da hidroxicloroquina, a azitromicina já estava no grupo de medicamentos sob controle especial ao menos desde 2010, quando a Anvisa definiu regra para controle de antibióticos. A venda da azitromicina nas farmácias brasileiras passou de uma média de 711 mil comprimidos por mês em 2019 para 1 milhão ao mês durante a pandemia. O uso previsto da azitromicina em bula é para o tratamento de doenças como bronquite, pneumonia, sinusite e faringite.

Tanto a hidroxicloroquina quanto a azitromicina tiveram o seu pico de vendas em março de 2021, mês com mais mortes por covid-19 desde o início da pandemia. Março foi também o mês com mais óbitos registrados na história do país, segundo cartórios de registro civil.

Já a ivermectina e a nitazoxanida, dois vermífugos, não estiveram na categoria de medicamentos de controle especial durante toda a pandemia — ou seja, os dados registram apenas uma parte da venda desses medicamentos nas farmácias brasileiras. A nitazoxanida entrou para o grupo de controle especial em abril e a ivermectina em julho. Em seguida, em agosto, o presidente Bolsonaro afirmou nas suas redes sociais que a Anvisa iria facilitar o acesso à hidroxicloroquina e ivermectina e que a população poderia comprar os medicamentos “com uma receita simples”. Em setembro, a ivermectina e a nitazoxanida foram excluídas da classificação da Anvisa de controle especial, permitindo o reaproveitamento da receita e a compra de mais remédios sem a necessidade de uma nova prescrição.

A própria Anvisa reconheceu que a inclusão dos medicamentos na categoria tinha o objetivo de “coibir a compra indiscriminada de medicamentos” devido à pandemia, embora já tivesse alertado à época que “não existam estudos conclusivos sobre o uso desses fármacos para o tratamento da covid-19”. A bula da hidroxicloroquina prevê que ela seja utilizada para tratar malária ou certas doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide.

Nesse período em que os dois medicamentos estiveram sob controle especial, o pico de vendas da ivermectina ocorreu em agosto de 2020. Já o da nitazoxanida ocorreu em julho.


Procurada pela Pública, a Anvisa respondeu que “não é possível emitir considerações sobre nenhum dado ou informação específica” em relação aos dados de venda dos medicamentos apurados pela reportagem.  

FONTE: Pública

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

No Maranhão o Covid sobre controle, cautela deve continuar, ainda não temos vacina!

No Maranhão, segundo o último boletim oficial do dia 05/01, dos 201.255 de casos confirmados, 191.089 já estão curadostemos que que se preocupar com o número de casos de pessoas suspeitas e novos casos com o COVID 19 que coincidem com a maior flexibilização dos serviços, liberados pelo governo estadual, como indicam os últimos boletins, fornecido pela SES. 

Repetindo um dado importante no nosso estado, hoje temos 191.089 curados contra 5.635 em tratamento em casa e nos hospitais.

Sobre os casos de suspeitos que haviam estabilizados, a média caiu mais nos últimos 07 dias, agora é de 2.054 e os novos casos também houve uma queda significativa, ficou 121 de média na semana. Sobre o número de óbitos, já chegou a 4.479, sendo que nos últimos 07 dias, 52 pessoas perderam a vida, a média diária aumentou para 7 óbitos em 07 dias, esses dados são referentes aos boletins, fornecidos pela SES de 29/12 a 05/01veja a relação abaixo:

Casos suspeitos:

Dia 29/12 - 2.579
Dia 30/12 - 2.362
Dia 01/01 - 2.104
Dia 02/01 - 2.047
Dia 03/01 - 1,902
Dia 04/01 - 1,764
Dia 05/01 - 1.622

Média: 2054

Novos casos:

Dia 29/12 - 344
Dia 30/12 - 186
Dia 01/01 - 021
Dia 02/01 - 017
Dia 03/01 - 041
Dia 04/01 - 076
Dia 05/01 - 162

Média: 121

Casos de óbitos:

Dia 29/12 - 4.488(09)
Dia 30/12 - 4.495(07)
Dia 01/01 - 4.506(11)
Dia 02/01 - 4.513(07)
Dia 03/01 - 4.518(05)
Dia 04/01 - 4.524(06)
Dia 05/01 - 4.531(07)

Média: 7

Houve uma considerável flexibilização pelo governo do estado quanto a abertura de vários estabelecimentos comercias, devido a baixa incidência de casos com a pandemia e não é por isso que devemos relaxar com as recomendações estabelecidas pela autoridades da saúde e do governo, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa.

Até no final dessa semana, devemos passar dos 191.500 curados, segundo informações médicas nos hospitais. No total já contraíram a doença, 201.255 pessoas.

O Maranhão continua sendo uns dos primeiros estados da federação com mais testes realizados, já são 482.429 testes e o primeiro proporcionalmente.

Estamos no caminho certo nas medidas aplicadas pelos governos estadual e municipais , boa parte da população tem que voltar a fazer sua parte.

Não é por isso que devemos relaxar com as recomendações das autoridades da saúde e do governo estadual, repetimos, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa, ainda existem muitos doentes e suspeitos.

O blog agradece o governo do estado, comandado pelo Governador Flávio Dino e a todos os profissionais da saúde, na liderança do Secretário Carlos Lula pelo ótimo trabalho que vem sendo realizado.

Veja o boletim do dia 05/05 completo aqui

FONTE: SES

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Números do Covid 19 estabilizados no Maranhão


No Maranhão, segundo o último boletim oficial do dia 21/11, dos 199.198 de casos confirmados,189.629 já estão curadostemos que que se preocupar com o número de casos de pessoas suspeitas e novos casos com o COVID 19 que coincidem com a maior flexibilização dos serviços, liberados pelo governo estadual, como indicam os últimos boletins, fornecido pela SES. 

Repetindo um dado importante no nosso estado, hoje temos 199.198 curados contra 5.099 em tratamento em casa e nos hospitais.

Sobre os casos de suspeitos que haviam estabilizados, a média caiu bastante, cerca de 40% nos últimos 08 dias, agora é de 3.552 e os novos casos continua estabilizado, ficou 267 de média na semana. Sobre o número de óbitos, já chegou a 4.434, sendo que nos últimos 08 dias, 54 pessoas perderam a vida, a média continua em 7 óbitos em 08 dias, esses dados são referentes aos boletins, fornecidos pela SES de 14/12 a 21veja a relação abaixo:

Casos suspeitos:

Dia 14/12 - 5.169
Dia 15/12 - 4.041
Dia 16/12 - 3.506
Dia 17/12 - 3.467
Dia 18/12 - 3.189
Dia 19/12 - 3.067
Dia 20/12 - 3.063
Dia 21/12 - 2.916

Média: 3.552

Novos casos:

Dia 14/12 - 211
Dia 15/12 - 413
Dia 16/12 - 463
Dia 17/12 - 353
Dia 18/12 - 343
Dia 19/12 - 251
Dia 20/12 - 011
Dia 21/12 - 093

Média: 267

Casos de óbitos:

Dia 14/12 - 4.386(06)
Dia 15/12 - 4.393(07)
Dia 16/12 - 4.401(08)
Dia 17/12 - 4.408(07)
Dia 18/12 - 4.413(05)
Dia 19/12 - 4.420(07)
Dia 20/12 - 4.426(06)
Dia 21/12 - 4.434(08)

Média: 07

Houve uma considerável flexibilização pelo governo do estado quanto a abertura de vários estabelecimentos comercias, devido a baixa incidência de casos com a pandemia e não é por isso que devemos relaxar com as recomendações estabelecidas pela autoridades da saúde e do governo, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa.

Até no final dessa semana, devemos passar dos 190.000 curados, segundo informações médicas nos hospitais. No total já contraíram a doença, 199.198 pessoas.

O Maranhão continua sendo uns dos primeiros estados da federação com mais testes realizados, já são 474.402 testes e o primeiro proporcionalmente.

Estamos no caminho certo nas medidas aplicadas pelos governos estadual e municipais , boa parte da população tem que voltar a fazer sua parte.

Não é por isso que devemos relaxar com as recomendações das autoridades da saúde e do governo estadual, repetimos, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa, ainda existem muitos doentes e suspeitos.

O blog agradece o governo do estado, comandado pelo Governador Flávio Dino e a todos os profissionais da saúde, na liderança do Secretário Carlos Lula pelo ótimo trabalho que vem sendo realizado.

Veja o boletim do dia 21/12 completo aqui

FONTE: SES

domingo, 6 de dezembro de 2020

Governo Bolsonaro revogará portarias e encerrará programas de saúde mental no SUS

Foto: Carolina Antunes/PR
Por Eduardo Barretto

Em meio à pandemia, o Ministério da Saúde prepara um revogaço de cerca de cem portarias sobre saúde mental, editadas entre 1991 a 2014, ameaçando diversos programas e serviços do setor.

Estão em risco o programa anual de reestruturação da assistência psiquiátrica hospitalar no SUS; as equipes de Consultório na Rua; o Serviço Residencial Terapêutico; e a Comissão de Acompanhamento do Programa De Volta para Casa.

Leia: Ministério da Saúde contrariou técnicos ao barrar ajuda de Médicos Sem Fronteiras a indígenas

Também corre risco a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas.

O Consultório na Rua busca ampliar o acesso da população em situação de rua ao serviços de saúde.

Já o programa De Volta para Casa e o Serviço Residencial Terapêutico visam a reabilitar psicossocialmente pacientes submetidos a longas internações psiquiátricas.

Autoridades de Saúde estaduais estão receosas com a possibilidade de um desmonte de políticas públicas de saúde mental durante uma crise histórica na saúde brasileira. 

Outra preocupação é o calendário: se o revogaço for executado nas próximas semanas, STF e o Congresso Nacional estão em recesso, o que dificultaria eventuais reações e questionamentos.

Procurado, o Ministério da Saúde não respondeu.

Fonte: Revista Época

sábado, 5 de dezembro de 2020

Nosso blog volta a acompanhar quadro da Pandemia no Maranhão


No
Maranhão, segundo o último boletim oficial, dos 194.800 de casos confirmados,186.542 já estão curadostemos que que se preocupar com o número de casos de pessoas suspeitas e novos casos com o COVID 19 que coincidem com a maior flexibilização dos serviços, liberados pelo governo estadual, como indicam os últimos boletins, fornecido pela SES. 

Repetindo um dado importante no nosso estado, hoje temos 194.800 curados contra 3.928 em tratamento em casa e nos hospitais.

Sobre os casos de suspeitos que haviam diminuído, a média estabilizou nesses últimos 04 dias, agora é de 7.842 e os casos novos, chegam a 410 de média diária. Sobre o número de óbitos, já chegou a 4.330, sendo que nos últimos 04 dias, 34 pessoas perderam a vida, a média é de 8,5 óbitos diários, esses dados são referentes aos boletins, fornecidos pela SES de 01/12 a 04/12, veja a relação abaixo:

Casos suspeitos:

Dia 01/12 - 7.903
Dia 02/12 - 7.861
Dia 03/12 - 7.824
Dia 04/12 - 7.780

Média: 7.842

Novos casos:

Dia 01/12 - 380
Dia 02/12 - 333
Dia 03/12 - 447
Dia 04/12 - 480

Média: 410

Casos de óbitos:

Dia 01/12 - 4.305 (09)
Dia 02/12 - 4.313 (08)
Dia 03/12 - 4.322 (09)
Dia 04/12 - 4.330 (08)

Média: 8,5


Houve uma considerável flexibilização pelo governo do estado quanto a abertura de vários estabelecimentos comercias, devido a baixa incidência de casos com a pandemia e não é por isso que devemos relaxar com as recomendações estabelecidas pela autoridades da saúde e do governo, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa.

Até no início da semana que vem, devemos passar dos 190.000 curados, segundo informações médicas nos hospitais. No total já contraíram a doença, 194.800 pessoas.

O Maranhão continua sendo uns dos primeiros estados da federação com mais testes realizados, já são 459.440 testes e o primeiro proporcionalmente.

Estamos no caminho certo nas medidas aplicadas pelos governos estadual e municipais , boa parte da população tem que voltar a fazer sua parte.

Não é por isso que devemos relaxar com as recomendações das autoridades da saúde e do governo estadual, repetimos, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa, ainda existem muitos doentes e suspeitos.

O blog agradece o governo do estado, comandado pelo Governador Flávio Dino e a todos os profissionais da saúde, na liderança do Secretário Carlos Lula pelo ótimo trabalho que vem sendo realizado.

Veja o boletim do dia 04/12 completo aqui

FONTE: SES

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

No MA a pandemia está controlada. Mas de 156 mil curados.


No Maranhão, segundo o último boletim oficial, dos 
165.499 de casos confirmados, mais de 156 mil já estão curados, quase 22 vezes o número de pacientes doentes, porém, temos que ainda se preocupar com o número de casos de pessoas suspeitas e novos casos com o COVID 19 que coincidem com a maior flexibilização dos serviços, liberados pelo governo estadual, como indicam os últimos boletins, fornecido pela SES. 


Repetindo um dado importante no nosso estado, o número de curados, já é quase 22 vezes do número de doentes, hoje temos 156.272 curados contra 5.601 em tratamento em casa e nos hospitais.

Sobre os casos de suspeitos que haviam diminuído desde o dia 17/08 , a média estabilizou nesses últimos 07 dias, agora é de 4.910 pessoas e os novos casos de doentes em oscilação, a média é de 663 casos novos. Sobre o número de óbitos, já chegou a 3.365, sendo que nos últimos 07 dias, 3.622  pessoas perderam a vida, a média é de 10 óbitos diários, esses dados são referentes aos boletins, fornecidos pela SES de 11/09 a 17/09, veja a relação abaixo:

Casos suspeitos:

Dia 11 - 5.050
Dia 12 - 5.125
Dia 13 - 5.125
Dia 14 - 4.967
Dia 15 - 4.802
Dia 16 - 4.706
Dia 17 - 4.594
Média: 4.910

Novos casos:

Dia 11 - 1.026
Dia 12 - 0.482
Dia 13 - 0.187
Dia 14 - 0.415
Dia 15 - 0.804
Dia 16 - 0.968
Dia 17 - 0.757
Média: 663

Casos de óbitos:

Dia 11 - 3.560 (10)
Dia 12 - 3.569 (09)
Dia 13 - 3.580 (11)
Dia 14 - 3.590 (10)
Dia 15 - 3.601 (11)
Dia 16 - 3.611 (10)
Dia 17 - 3.622 (11)
Média: 10


Houve uma considerável flexibilização pelo governo do estado quanto a abertura de vários estabelecimentos comercias, devido a baixa incidência de casos com a pandemia e não é por isso que devemos relaxar com as recomendações estabelecidas pela autoridades da saúde e do governo, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa.

Até no início da semana que vem, devemos passar dos 160.000 curados, segundo informações médicas nos hospitais. No total já contraíram a doença, 165.499 pessoas.

O Maranhão continua sendo uns dos primeiros estados da federação com mais testes realizados, já são 366.180 testes e o primeiro proporcionalmente.

Estamos no caminho certo nas medidas aplicadas pelos governos estadual e municipais , boa parte da população tem que voltar a fazer sua parte.

Não é por isso que devemos relaxar com as recomendações das autoridades da saúde e do governo estadual, repetimos, usem máscaras e quem tiver no tratamento, permaneçam em casa, ainda existem muitos doentes e suspeitos.

O blog agradece o governo do estado, comandado pelo Governador Flávio Dino e a todos os profissionais da saúde, na liderança do Secretário Carlos Lula pelo ótimo trabalho que vem sendo realizado.

Veja o boletim do dia 17/08 completo aqui

FONTE: SES