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sábado, 6 de junho de 2020

Filhote de Bolsonaro, exibe na rede social, venda de fuzil!


O Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, filhote de nº 03 do então presidente da república Jair Bolsonaro, diante de umas das piores crises de envolvimento com milícias, fakenews e corrupção que já ocorreu em um governo brasileiro, exibiu com alegria e satisfação, na sua conta do twitter (veja aqui), no dia 04 passado, a "lembrança" que o seu pai liberou venda de fuzis , apresentando um banner onde seu dito pai, mira com a arma, colado um selo "Compre Rural" e juntamente com um texto fazendo marketing para a empresa pública de armas Imbel, criada na época do regime militar e que foi promessa cumprida pelo seu genitor.

Essa notícia foi divulgada pelo Jornal a Platéia em 18 de janeiro de 2020.

O nosso blog pergunta:

Qual a intenção desse deputado? Intimidar quem? Onde tá o MPF para tomar as devidas providencias? 


quarta-feira, 27 de maio de 2020

Há Mais Mistérios Entre O Gabinete Do Ódio E O Vivendas Da Barra Do Que Sonha A Nossa Vã Filosofia

(Foto: Redes Sociais)

Nunca essa imagem fez tanto sentido como agora. Carlos Bolsonaro, o pavão misterioso e o grande cérebro do gabinete do ódio, carrega consigo a vaidade do Corrimão, personagem criado por Chico Anysio em homenagem às fugas espetaculosas do Escadinha, que mostrava o lado vaidoso de um dos bandidos mais famosos da história do Brasil.
No quadro de Chico, as fugas do Corrimão sempre davam errado porque ele, para se promover, avisava à mídia da fuga espetacular que faria, o que acabava sendo vazado para a polícia. Ainda assim, Corrimão conseguia atrair os microfones e holofotes do noticiário policial como almejava.
Pois bem, como está explícito nessa foto oficial da posse de Bolsonaro, Carlos é a cabeça, tronco e membro do governo tanto que todos os ministros que tentaram bater de frente com ele, tombaram, não importando a patente militar e nem a patente de comparsa civil que a campanha de Bolsonaro teve com as suas vítimas.
Aliás, pouco antes de morrer, coincidentemente, Bebianno revelou muitas coisas que agora estão se desdobrando nos depoimentos do empresário Paulo Marinho que, por acaso, hoje, a Polícia Federal, controlada por Carlos Bolsonaro, que tem Ramagem como principal compadre, aciona sua guarda pretoriana não só contra Witzel no Rio, mas também contra Dória em São Paulo.
Não foi Carlos Bolsonaro que acabou de derrubar Moro?
Segundo a Globo News, uma fonte disse que essa operação tem dupla função, intimidar Paulo Marinho e os governadores opositores a Bolsonaro que pretendem, juntos e de forma inédita, levar um pedido de impeachment de Bolsonaro, em ação coletiva a Rodrigo Maia, depois do que foi revelado na reunião ministerial por Bolsonaro e seus ministros.
O fato é que, da farsa da facada à escalação dos ministros, o maestro, segundo Bebianno, no Roda Viva, foi Carlos Bolsonaro. Bebianno revelou também revelou que era ele, através de um laptop, que comandava a indústria de fake news que na campanha ajudou a eleger Bolsonaro, assim como é a voz de comando do gabinete do ódio.
Lógico que as circunstâncias da morte de Bebianno levantam suspeitas, independente de que lado político se analise esse fato. O mesmo pode-se dizer da estranhíssima coincidência do assassinato de Marielle, adversária política de Carlos Bolsonaro na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, ter sido assassinada por seu vizinho Ronnie Lessa, morador, assim como Carlos e seu Jair, do Vivendas da Barra.
Ronnie Lessa que, além de ter sido sócio de Adriano da Nóbrega no escritório do crime, era o maior traficante de armas do Rio e principal fornecedor de armas para as milícias da zona oeste do Rio, sobretudo a de Rio das Pedras aonde Queiroz costuma se esconder e onde Adriano da Nóbrega era chamado de patrãozão.
Juntem todos esses dados, coloquem no liquidificador e batam por dois minutos e vejam o resultado que revelará que a foto em destaque que traz Carlos no carro como figura central acima de Bolsonaro, traduzindo o título, “há muito mais mistérios entre gabinete do ódio e o Vivendas da Barra do que sonha a nossa vã filosofia”.

*Carlos Henrique Machado Freitas

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Advogado de milicianos é nomeado no Ministério da Saúde

(Foto: Divulgação)

Um grande mistério hoje no Ministério da Saúde é a nomeação de Zoser Hardman de Araújo, um advogado criminalista  que já  defendeu milicianos do Rio e um ex-PM condenado pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli em 2011.
A coluna Painel da Folha de São Paulo diz que buscou informações junto ao Ministério mas ninguém quis falar sobre quem é o responsável pela nomeação do advogado criminalista.  
No site do TSE, Araújo aparece como filiado ao PRTB, partido do vice-presidente Hamilton Mourão. Em nota, o ministério disse que ele não se filiou à legenda. A pasta afirmou ainda que o cargo tem sido ocupado por bacharéis em direito.
FONTE: Brasil 247

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Ratinho garfa merchandising da Previdência


Por Altamiro Borges

Uma notinha minúscula no site da revista Época revela nesta segunda-feira (3) que “a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência desembolsou o valor de R$ 268.500 para a veiculação de merchandising a favor da reforma da Previdência no Programa do Ratinho, no SBT. Os valores foram obtidos via Lei de Acesso à Informação. A ação foi realizada no âmbito da Campanha Nova Previdência, com veiculação de 20 de fevereiro a 31 de março. Neste ano, a Secom já gastou R$ 6,5 milhões com campanhas a favor da reforma”. 

O orçamento previsto para ludibriar a sociedade com anúncios favoráveis ao golpe na aposentadoria é de 40 milhões de reais. Além da publicidade escancarada nos horários comerciais das emissoras de rádio e tevê, nas páginas dos jornalões e revistonas e nos sites da mídia monopolista, a campanha inovou agora com as peças de merchandising – que são consideradas mais sutis e eficientes. Sem informar que se trata de anúncio pago, as celebridades midiáticas farão a campanha em defesa da “deforma”, enganando os midiotas desavisados. 



Além do falastrão Ratinho, outros “famosos” da TV já teriam sido contratados pelo laranjal de Jair Bolsonaro. Luciana Gimenez, que se separou recentemente de Marcelo de Carvalho, o dono trambiqueiro da RedeTV!, é outra figura exótica que teria sido seduzida. Fala-se também em Rodrigo Faro, Milton Neves, Ana Hickmann e José Luiz Datena. A Secom se recusa a divulgar os nomes dos vendidos. A Época informa que “perguntou se o órgão havia contratado, de maneira direta ou por meio de agências de publicidade, figuras públicas para a propaganda da reforma da Previdência. Apenas o merchandising no Programa do Ratinho foi mencionado”.


Ratinho deve R$ 76,4 milhões em impostos

O curioso nessa história é que as tais celebridades midiáticas são milionárias, não dependem da Previdência e, muitas delas, estão metidas em maracutaias. O repórter Igor Carvalho, do jornal Brasil de Fato, cita o caso emblemático do próprio bravateiro do SBT: 

“Contratado pelo governo federal para ser garoto-propaganda da Reforma da Previdência, o apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, deve R$ 76,4 milhões em impostos à União. Os débitos, quando isolados, revelam que do montante, R$ 38 mil são dívidas com a Previdência Social. Os dados estão disponíveis no banco de dados de dívidas ativas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vinculada ao Ministério da Economia. As dívidas fiscais foram acumuladas por uma das empresas de Ratinho, a Agropastoril Café no Bule Ltda, com sede em Apucarana, no Paraná, e que é responsável por administrar as fazendas da família Massa”.

FONTE: Blog do Miro

terça-feira, 12 de março de 2019

Caso Marielle: suspeitos do crime são presos no RJ

RENAN OLAZ/CÂMARA DO RIO

Numa operação que começou por volta das 4h30, tendo um dos endereços o mesmo condomínio onde mora o presidente Bolsonaro, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, foram presos o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, 46 anos, ambos acusado da morte da vereadora Marielle e do motorista Aderson.

Os investigadores da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiror revelaram que Ronnie Lessa fazia pesquisa na internet sobre os locais por onde andava a vereadora. Ele também monitorava e pesquisava sobre a vida do deputado estadual Marcelo Frexo (PSOL).


Segundo reportagem do jornal O Globo destaca: "temido pelos próprios colegas, mesmo depois de aposentar a farda, e exímio atirador, principalmente no manejo de fuzis, Lessa foi vítima de uma tocaia em 28 de abril, um mês depois da morte de Marielle. Há a suspeita de que alguém tentou matá-lo como queima de arquivo. O sargento é o principal alvo da primeira operação conjunta da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e do Gaeco para prender os envolvidos na morte da vereadora. As circunstâncias do crime ainda não foram apuradas, assim como ainda não se sabe quem foi o mandante da execução."

Segundo o jornal, "na manhã desta terça-feira, os investigadores foram à casa de Lessa, no condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, por coincidência, o mesmo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Não há, porém, nenhuma ligação, a não ser o fato de serem vizinhos. O PM mora num condomínio em frente ao mar, com seguranças na portaria. Boa parte das casas tem piscina e quintal."s, o sargento Lessa, que foi preso no condomínio onde mora Bolsonaro, teria feito os disparos e Élcio Vieira dirigia o carro. Agora, a investigação quer esclarecer os mandantes dos crimes.

Da redação com informações de agências

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Flávio Bolsonaro empregou mãe e mulher de chefe do Escritório do Crime em seu gabinete

O gabinete do senador eleito e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou até novembro do ano passado a mãe e a mulher do  capitão Adriano Magalhães da Nóbrega , tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime ,organização suspeita do assassinato de Marielle Franco . O policial foialvo de um mandado de prisão nesta terça-feira e está foragido. Ele é acusado há mais de uma década por envolvimento em homicídios. Adriano e outro integrante da quadrilha foram homenageados por Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Em nota divulgada nesta terça-feira, Flávio Bolsonaro diz que é alvo de campanha difamatória e responsabiliza o ex-assessor Fabrício Queiroz pelas nomeações.

Adriano é amigo de Queiroz, investigado sob suspeita de recolher parte dos salários de funcionários do político. Teria sido Queiroz - amigo também do presidente Jair Bolsonaro desde os anos 1980 - o responsável pelas indicações dos familiares de Adriano.
A mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, ocuparam cargos no gabinete de Flávio Bolsonaro. Elas tinham o cargo CCDAL-5, com salários de R$ 6.490,35. Segundo o Diário Oficial do Estado, ambas foram exoneradas a pedido no dia 13 de novembro de 2018. O GLOBO revelou a existência do Escritório do Crime em agosto do ano passado.
Ex-integrante do Bope, Adriano se formou no curso de operações especiais da PM em 2000. Ele foi preso na operação “Dedo de Deus”, de 2011, desencadeada para combater o jogo do bicho no Rio. À época, era capitão da PM.
Raimunda é uma das servidoras do gabinete que fizeram repasses para a conta de Queiroz. A ex-assessora, de 68 anos, repassou R$ 4,6 mil para a conta do policial militar. Ela ocupou cargos na Assembleia ao menos desde 2 de março de 2015, quando foi nomeada como assessora da liderança do PP - então partido de Flávio Bolsonaro. A mãe de Adriano permaneceu no cargo até 31 de março de 2016, pouco depois do senador eleito deixar o PP e se filiar ao PSC. No dia 29 de junho do mesmo ano, voltou a trabalhar na Alerj, dessa vez no gabinete de Flávio. Já Danielle aparece como servidora da Alerj ao menos desde novembro de 2010.
O relatório do Coaf aponta mais uma possível ligação entre Queiroz e Adriano. Segundo dados da Receita Federal, Raimunda é sócia de um restaurante localizado na Rua Aristides Lobo, no Rio Comprido. O estabelecimento fica em frente à agência 5663 do Banco Itaú, na qual foi registrada a maior parte dos depósitos em dinheiro vivo feitos na conta de Fabrício Queiroz. Na agência foram realizados 17 depósitos não identificados, em dinheiro vivo, que somam  R$ 91.796 - 42% de todo o valor depositado em espécie nas transações discriminadas pelo Coaf, segundo um cruzamento de dados feito pelo GLOBO.
Nessa agência foram registradas transações com valores repetidos mensalmente - um indício de lavagem de dinheiro, segundo um integrante do Ministério Público Federal. Em setembro, novembro e dezembro foram feitos depósitos em espécie no valor de R$ 4.246. Já em outros seis meses foram feitas transferências entre R$ 4.200 e R$ 4.600.
Adriano também aparece ligado a outro restaurante na mesma rua. O elo entre os dois estabelecimentos é uma sócia em comum. O GLOBO esteve no restaurante, registrado em nome de Raimunda, em dezembro. A sócia da ex-servidora da Alerj estava no local, mas Raimunda não estava presente. Segundo funcionários, a outra sócia do restaurante "estava viajando". Um deles, ao ser questionado, negou que uma das donas se chamasse Raimunda.
- É Vera - limitou-se a dizer.
Homenagens na Alerj
Além de empregar as familiares de Adriano, Flávio Bolsonaro por duas vezes homenageou o atual chefe do Escritório do Crime.
Em outubro de 2003, Flávio apresentou uma moção de louvor ao PM. Na homenagem, afirmou que Adriano atuava com "brilhantismo e galhardia". Segundo a homenagem, o ex-PM prestava "serviços à sociedade desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento nas suas atividades". Ainda elogiou Adriano, àquela altura 1º tenente e comandante da guarnição de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 16º BPM (Olaria): "Imbuído de espírito comunitário, o que sempre pautou sua vida profissional, atua no cumprimento do seu dever de policial militar no atendimento ao cidadão", disse Flávio Bolsonaro.
Em julho de 2005, Flávio concedeu uma nova homenagem ao policial. Desta vez concedeu a ele a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria do parlamento fluminense. O então deputado estadual destacou o currículo de Adriano, citando diversos cursos que ele realizou na Polícia Militar, assim como sua participação em uma operação no Morro da Coroa, em 2001, que resultou na prisão de 12 suspeitos e na apreensão de quatro fuzis e outras três armas de fogo, uma granada e grande quantidade de munições.
Também alvo de um mandado de prisão nesta terça-feira, o major Ronald Paulo Alves Pereira, apontado como integrante do Escritório do Crime, também mereceu uma moção de louvor de Flávio Bolsonaro em março de 2004. Na justificativa da homenagem, o deputado estadual citou a participação de Ronald em uma operação no Complexo da Maré, que terminou com um saldo de três mortos, além da apreensão de dois fuzis e uma granada.
FONTE: O Globo