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sexta-feira, 23 de maio de 2025

Proinfra/Uema realiza Primeiro Simpósio de Gestão Resíduos Sólidos

Mesa-redonda: Boas Práticas de Gestão de Resíduos Sólidos
das Instituições de Ensino Superior do Maranhão (Foto:UEMA)

Aconteceu nos dias 22 e 23 de maio, na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), o Simpósio de Gestão de Resíduos Sólidos, promovido pela Coordenação de Gestão de Resíduos Sólidos da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). Com o tema “Reaproveitar, Reciclar e Reimaginar o Futuro dos Resíduos Sólidos”, o evento reuniu diversos especialistas, pesquisadores e gestores públicos em uma programação híbrida que se seguiu até o final da tarde de hoje, 23 de maio, com o objetivo de fomentar o debate e apresentar soluções práticas para os desafios da sustentabilidade.

A palestra de abertura, intitulada “Ações e Políticas Associadas à Redução, Reutilização e Reciclagem de Resíduos Sólidos”, foi ministrada por Cássio Giovanni, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O palestrante abordou políticas públicas e ações práticas voltadas à sustentabilidade e à mitigação dos impactos ambientais, destacando a importância da articulação entre os diversos setores da sociedade.

Gestores da Área de Sustentabilidade das Universidade:
UEMA, UFMA, IFMA e UEMASUL (Foto: UEMA)

No período da tarde do dia 22 de maio, no auditório da UEMANET, o evento contou com uma série de mesas-redondas, que discutiram a atuação das instituições na gestão de resíduos sólidos. Estiveram presentes o Prof. Dr. Antônio Jacob Junior, Luane Lemos (representante da EMAP), Raimundo Nonato (representando a SEMOSP), Laiana Linhares (representando a SEMA), além da Prof.ª Dra. Andrea do Carmo Araújo, da Prof.ª Dra. Georgiana Marques (IFMA), da Prof.ª Dra. Ivoneide Nascimento (UEMASUL), da Coordenadora da Gestão de Resíduos Sólidos da PROINFRA, Luciana Barros Oliveira e do administrador, Jorge Antonio Carvalho da Divisão de Conservação e Meio Ambiente da UFMA. 

Os debates mostraram de que forma cada instituição, por meio de seus representantes, tem atuado na construção de estratégias eficientes para a gestão dos resíduos sólidos, com foco na preservação do planeta.

O evento finalizou com a apresentação dos trabalhos acadêmicos submetidos, promovendo a valorização da pesquisa e do conhecimento científico como pilares fundamentais para a inovação e sustentabilidade ambiental.

Vc pode assistir os debates das mesas redondas no link abaixo:



sexta-feira, 10 de maio de 2019

Aula pública em defesa das Ciências Humanas ocorre hoje, sexta-feira

Gravura Ilustração no Google
O Fórum Maranhense em Defesa da Filosofia, em parceria com a Fundação Maurício Grabois, promove nesta sexta-feira (10) evento intitulado “Aula pública unificada em defesa da Filosofia, da Sociologia e das Humanidades”. O evento, que ocorre no Centro Odylo Costa Filho a partir das 17:30h, reunirá importantes nomes das áreas de Ciências Humanas, todos eles acadêmicos das universidades Federal e Estadual do Maranhão.

A iniciativa do “aulão das Humanas”, como vem sendo chamado o evento, surgiu das críticas feitas aos cursos de Filosofia, Sociologia e Ciências Humanas pelo presidente Jair Bolsonaro e por seu ministro da Educação, Abraham Weintraub. Na visão do presidente, é preciso redirecionar os investimentos feitos nessas áreas para cursos que deem “resultado imediato”. Segundo Fábio Palácio, presidente da Fundação Maurício Grabois e um dos palestrantes da aula, a fala do presidente revela grande desconhecimento sobre a importância dessas áreas. “Tornou-se necessário dialogar com a sociedade para explicar o impacto que possuem disciplinas como a Filosofia e a Sociologia para o desenvolvimento humano e a formação integral de cidadãos críticos e competentes.”

A fala mais aguardada do encontro é a do professor aposentado de Filosofia do Direito da UFMA Agostinho Ramalho Marques Neto. Além dele, também ministrarão a aula os professores Zilmara de Carvalho (Depto. Filosofia UFMA); Arleth Borges (Depto. Ciências Sociais UFMA); Fábio Palácio (Depto. Comunicação UFMA); Francisco Valdério (Depto. Filosofia UEMA); Henrique Borralho (Depto. História UEMA); Ilse Gomes (Depto. Ciências Sociais UFMA), e Zulene Barbosa (Depto. Ciências Sociais UEMA).

Pouco antes da aula pública, uma concentração estudantil está marcada para as 15h na Praça Joãozinho Trinta (antiga estação Refesa). Os estudantes sairão em passeata até o aulão, na Praia Grande.

Serviço

O quê: Aula pública unificada em defesa da Filosofia, da Sociologia e das Humanidades
Quando: 10/05 (sexta-feira), às 17:30h
Onde: Centro Odylo Costa Filho (Reviver) 

domingo, 6 de novembro de 2016

Membros do MP soltam nota em favor das ocupações das escolas e universidades!


O Coletivo por um Ministério Público Transformador, entidade associativa composta por membros do Ministério Público, pautando-se nos primados da democracia e da cidadania, afirma seu apoio às recentes manifestações políticas dos estudantes brasileiros.

1. A ocupação dos espaços educacionais que vêm ocorrendo no país são formas de os estudantes se posicionarem frente às políticas públicas e alterações legislativas em debate, e que podem comprometer a qualidade da educação. Seus atos políticos devem ser entendidos, portanto, como exercício dos direitos fundamentais de liberdade de pensamento, de reunião e de manifestação assegurados pela Constituição da República de 1988, no artigo 5º, incisos IV, IX e XVI.

2. A tramitação da Reforma do Ensino Médio por meio da Medida Provisória nº 746/2016 e da Proposta de Emenda à Constituição 55 (antiga PEC 241), que estabelece, para os próximos 20 anos, teto de gastos públicos, inclusive para o setor da Educação, além de outras iniciativas legislativas com impacto na política educacional (planos de educação, leis sobre questões de gênero e Escola sem Partido, por exemplo), sem que haja um amplo debate com a sociedade, são motivos relevantes para que os jovens utilizem recursos de mobilização para serem ouvidos pelo Poder Público. Trata-se de garantir a eficácia da Lei Federal nº 12.852/2012 (Estatuto da Juventude), que estabelece aos jovens o direito público subjetivo de “participação social e política na formulação, execução e avaliação das políticas públicas de juventude”.

3. As ocupações dos espaços educacionais como reivindicação dessa participação são canais legítimos de expressão das inquietações dos estudantes, devendo ser garantida sua segurança, para que se desenvolvam de forma pacífica e pedagógica, com respeito às representações juvenis, associações, entidades estudantis, redes, coletivos e movimentos sociais, cuja legitimidade é expressamente reconhecida nos termos do artigo 5o daquele Estatuto.

4. O movimento de ocupação dos estabelecimentos educacionais, que se iniciou no Estado de São Paulo em 2015 e que vem se espalhando pelo País, atingindo agora vinte Estados e o Distrito Federal, revela o poder político e de organização dos jovens, resultado de uma educação que amplia a visão cidadã, a partir do debate e da informação. Não há dúvida de que há muito a avançar no que diz respeito à qualidade da educação no País, especialmente garantindo maiores oportunidades para as populações mais vulneráveis, razão pela qual não se pode admitir retrocesso nessa seara.

5. O Estatuto da Criança e do Adolescente ampara também o direito de crianças e adolescentes de ir, vir e estar em logradouros públicos e espaços públicos e comunitários, além dos direitos de opinião, expressão e participação na vida política do País (arts.15 e 16 da Lei 8.069/90), assim como diversos tratados internacionais recepcionados pelo ordenamento jurídico brasileiro, notadamente a Convenção Internacional sobre direitos das Crianças da ONU.
6. Assim, o atual movimento de ocupação das escolas deve ser compreendido pela sociedade e pelo poder público na perspectiva de um legítimo exercício de direitos fundamentais outorgados pela ordem jurídica às crianças, adolescentes e jovens brasileiros, a serem assegurados com absoluta prioridade pela família, sociedade e Estado, conforme art.227 da Constituição da República.
7. A pretensão de enquadrar as ocupações como atos ilegais, que merecem repressão e ações judiciais de reintegração possessória, nega aos estudantes a possibilidade de reivindicação de seu espaço político de participação, nega suas vozes, seus espíritos e sua cidadania. É evidente que o movimento estudantil não tem por objetivo a tomada da posse de escolas, no sentindo patrimonial. O que a juventude brasileira revela é a necessidade de ocupar suas escolas como espaço de cidadania, de debate político, de consciência crítica e de manifestação de sua subjetividade individual e coletiva.

8. Cabe ao Ministério Público, como defensor do regime democrático, atuar para garantir que a desejada manifestação política de crianças, adolescentes e jovens se dê de forma pacífica, sem violação aos seus direitos, articulando para que haja espaços de diálogo entre os manifestantes e o Poder Público. Deve a instituição utilizar-se de mecanismos resolutivos para que esses os estudantes tenham voz e sejam escutados em suas demandas, interesses e necessidades.
9. Portanto, o Coletivo por um Ministério Público Transformador repudia a repressão às ocupações, com a retirada forçada dos estudantes por meio de aparato policial, notadamente com o uso ilegal de algemas, força excessiva e privação de direitos humanos básicos (corte de luz, água, alimentos, emprego de equipamentos sonoros, etc.), como tem sido amplamente noticiado pela mídia. Essas são práticas ilegais, que ignoram o legítimo exercício do direito de manifestação política dos estudantes e são, por conseguinte, incompatíveis com o Estado Democrático de Direito.

10. Por fim, convidamos os atores do sistema de justiça a promover uma atuação frente ao movimento de ocupação das escolas direcionada à mediação entre os interesses em conflito, estimulando e fomentando um espaço de diálogo entre os estudantes e o Poder Público, com o objetivo de viabilizar a pretensão de efetiva participação dos estudantes nas discussões políticas que afetam seus interesses neste grave momento de crise política e econômica vivenciado pela sociedade brasileira.

Brasília, 05 de novembro de 2016.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dando bom exemplo, flanelinha maranhense se torna universitário

Agora, o flanelinha José Mário Silva dos Santos, 52 anos, é aluno da Universidade de Brasília (UnB). Quer dizer, será, oficialmente, assim que efetivar sua matrícula. Ele não pretende perder a data, e entre agradecimentos divinos e contento pela realização, guarda uma saudade. “Nasci em casa de palafita sobre a maré. Sinto falta demais de uma prainha”, revela o homem, natural de São Luís (MA). 
 
Zé Mário, atendendo ao tema Viagem a Marte sem volta, escreveu redação no vestibular sobre a possibilidade de habitação. Destacou a presença de água no Planeta Vermelho, o que viabilizaria a ocorrência de vida inteligente, e fez ressalva sobre a poeira radioativa, mortal à sobrevivência humana. O texto recebeu nota cinco no vestibular da UnB, o suficiente para que o flanelinha, morador de Planaltina, passasse para Gestão Ambiental no campus de sua cidade.
 
A escolha do curso foi por um motivo simples: “Uma amiga olhou a grade e não tinha Cálculo I. Além da minha afinidade pelo assunto, claro”, diz. Apesar disso, alega saber matemática e garante que, se preciso fosse, encararia equações exponenciais e logarítmicas sem temor. “Tenho facilidade em aprender e dominar conteúdo”, disse.
 
Pensando no futuro
 
“Não me vejo como flanelinha. Sou mais um relações públicas, porque faço amigos, não patrões”, brinca. Ele garante tirar até R$ 1,5 mil por mês e afirma querer mudar de vida  principalmente devido ao estigma de sua profissão. “Eu sei que sou não sou bem visto pela sociedade. Vou tentar abrir uma turma de capoeira no campus e viver disso”, diz.
 
Devido à amizade com um policial militar, que inclusive lhe cedeu a casa para morar após sua chegada a Planaltina, há nove anos, conseguiu bolsa de estudos em um cursinho preparatório local, em setembro último. “Me deram um mês para eu estudar para o Enem. Não consegui passar, mas tirei boas notas, renovaram minha bolsa e agora passei no vestibular”, afirmou.
 
História de vida
 
José Mário concluiu o Ensino Médio antes de deixar o Maranhão e morou em vários lugares, entre eles Rio de Janeiro e Recife. Mora sozinho desde os 15 anos de idade.
 
Desafios fazem parte de sua trajetória
 
Em sua trajetória, José Mário coleciona momentos difíceis. Tem quatro filhos, mas admite ter pouco contato com eles. Diz, inclusive, que só não evoluiu nos estudos, a exemplo de sua irmã e tia, que passaram em concurso público, pois casou-se cedo. Não gosta de falar sobre a relação com a ex-esposa, mas diz não guardar mágoas da mãe.
 
“Sentia muita falta dos meus filhos quando cheguei a Brasília, então encontrei uma cachorrinha e resolvi   adotá- la. Ela é tudo para mim”, diz.
 
O caminho trilhado por José Mario lembra a história do lavador de carros Flávio Dias, publicada ontem no JBr.. Ele passou no exame da OAB antes de concluir a graduação. Diferentemente de Flávio, José não sabe se continuará a exercer sua profissão atual ou se conseguirá conciliar as duas. Segundo o flanelinha, o dinheiro que   ganha é aplicado em poupança.
 
Saiba mais
 
Zé Mário passou por cotas para ingressar no campus de Planaltina, onde prefere estudar pela proximidade de casa. Ele garante, no entanto, que sua nota foi boa o bastante para passar em Comunicação no campus Darcy Ribeiro. 
 
Praticante de capoeira, ele é conhecido como Mestre Maranhão. Ele se diz apaixonado pela dança, especialmente devido à ligação da arte com a história negra, da qual afirma ser conhecedor e sentir grande afinidade.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

ATENÇÃO: Movimentos Sociais, Juristas e acadêmicos lançam manifesto em favor da Política Nacional de Participação

 
Movimentos sociais, juristas e entidades lançaram um manifesto de apoio e defesa à Política Nacional de Participação Social. Lançada no final de maio, a política nacional é uma resposta às mobilizações de junho e tem o objetivo de fortalecer e articular mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo entre o Estado e a sociedade civil.
 
Para os movimentos, a presidenta Dilma Rousseff, ao assinar decreto que cria mecanismos de participação social na administração pública, através de conselhos populares consultivos, fez sua obrigação de regulamentar o que a Constituição Federal prevê desde 1988.
 
O manifesto aponta que “o decreto contribui para a ampliação da cidadania de todos os atores sociais, sem restrição ou privilégios de qualquer ordem, reconhecendo, inclusive, novas formas de participação social em rede.”
 
Os movimentos reagem ao que chamam de “histeria geral da direita, nos seus meios de comunicação e no parlamento”, referindo-se à parlamentares e setores da sociedade que são contra a iniciativa do governo.
 
Em defesa do decreto, os movimentos coletam assinaturas pela internet até o dia 25 de junho, quando serão entregues ao presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros. Além disso, sugere que sejam enviadas mensagens diretamente ao presidente do Congresso.
 
Leia a Íntegra do manifesto em favor da Política Nacional de Participação Social
 
“Em face da ameaça de derrubada do decreto federal n. 8.243/2014, nós, juristas, professores e pesquisadores, declaramos nosso apoio a esse diploma legal que instituiu a Política Nacional de Participação Social.
 
Entendemos que o decreto traduz o espírito republicano da Constituição Federal Brasileira ao reconhecer mecanismos e espaços de participação direta da sociedade na gestão pública federal.
 
Entendemos que o decreto contribui para a ampliação da cidadania de todos os atores sociais, sem restrição ou privilégios de qualquer ordem, reconhecendo, inclusive, novas formas de participação social em rede.
 
Entendemos que, além do próprio artigo 1º CF, o decreto tem amparo em dispositivos constitucionais essenciais ao exercício da democracia, que prevêem a participação social como diretriz do Sistema Único de Saúde, da Assistência Social, de Seguridade Social e do Sistema Nacional de Cultura; além de conselhos como instâncias de participação social nas políticas de saúde, cultura e na gestão do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (art. 194, parágrafo único, VII; art. 198, III; art. 204, II; art. 216, § 1º, X; art. 79, parágrafo único).
 
Entendemos que o decreto não viola nem usurpa as atribuições do Poder Legislativo, mas tão somente organiza as instâncias de participação social já existentes no Governo Federal e estabelece diretrizes para o seu funcionamento, nos termos e nos limites das atribuições conferidas ao Poder Executivo pelo Art. 84, VI, “a” da Constituição Federal.
 
Entendemos que o decreto representa um avanço para a democracia brasileira por estimular os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta a considerarem espaços e mecanismos de participação social, que possam auxiliar o processo de formulação e gestão de suas políticas.
 
Por fim, entendemos que o decreto não possui inspiração antidemocrática, pois não submete as instâncias de participação, os movimentos sociais ou o cidadão a qualquer forma de controle por parte do Estado Brasileiro; ao contrário, aprofunda as práticas democráticas e amplia as possibilidades de fiscalização do Estado pelo povo.
 
A participação popular é uma conquista de toda a sociedade brasileira, consagrada na Constituição Federal. Quanto mais participação, mais qualificadas e próximas dos anseios da população serão as políticas públicas. Não há democracia sem povo.
 
Para aderir, acesse: goo.gl/LRcdut
 
Já assinaram:
 
Fábio Konder Comparato – Professor Emérito da Faculdade de Direito da USP e Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra.

Fábio Nusdeo – Professor Catedrático Aposentado da Faculdade de Direito da USP.

Calixto Salomão Filho – Professor Catedrático da Faculdade de Direito da USP e Professor do Instituto de Estudos Políticos de Paris (Science Po).

Gilberto Bercovici – Professor Catedrático da Faculdade de Direito da USP.

Cézar Brito - Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil.

Celso Fernandes Campilongo – Professor Catedrático da Faculdade de Direito da USP.

Heleno Taveira Torres – Professor Catedrático da Faculdade de Direito da USP.

Adrian Gurza Lavalle – Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer - Professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Diogo Rosenthal Coutinho – Professor Associado da Faculdade de Direito da USP.

Conrado Hübner Mendes – Professor da Faculdade de Direito da USP.

Sheila C. Neder Cerezetti - Professora da Faculdade de Direito da USP.

Fábio Sá e Silva - Professor da Universidade de Brasília (UnB).

Robson Sávio Reis Souza - Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Luiz Carlos Castello Branco Rena - Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Geraldo Prado - Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Ricardo Lodi Ribeiro - Professor do Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Wagner de Melo Romão - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.

Ricardo André de Souza - Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

Marcelo Semer - Juiz de Direito - Associação Juízes para a Democracia.

Roberto Rocha Coelho Pires - Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Ana Cristina Borba Alves - Juiza de Direito - Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Célia Regina Ody Bernardes - Juiza Federal - Tribunal Regional Federal da 1a Região.

José Geraldo de Sousa Junior - Professor da Faculdade de Direito e ex-Reitor da Universidade de Brasília (UnB).

Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto - Desembargador do TRT de Minas Gerais e Professor da Escola Superior Dom Helder Câmara.

Simone Castro - Procuradora da Fazenda Nacional - Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional da 3a Região.

Daniel Pitangueira de Avelino - Professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Valdemir Pires - Professor da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP).

Wagner Pralon Mancuso - Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Kennedy Piau Ferreira - Professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Regina Claudia Laisner - Professora da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP).

Simone Dalila Nacif Lopes - Juiza de Direito - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

Fontes:
Correio do Brasil e Carta Maior
 

    

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Médicos se fazem de coitadinhos

Marussia, médica em Fortaleza, deixou este comentáriono post das duas jovens médicas. O comentário foi tão aplaudido que está sendo publicado como guest post.
E por falar em aplausos, o maridão disse que tem lido aqui os melhores comentários (contra e a favor da importação de médicos estrangeiros) em toda a internet. Eu concordo: em geral, o debate está excelente. Então vamos a mais um post polêmico. 

Eu, como médica, sou a favor da vinda de médicos estrangeiros, de preferência, cubanos. 

Algumas considerações:

Há uma carência global de médicos no Brasil. Esta carência é grave em muitos locais do norte e nordeste para onde a maioria dos médicos não quer ir, mesmo com "estrutura" e bons salários. Não falta trabalho para médico nos grandes e médios centros. Médico adora se fazer de coitadinho mas a verdade é que não falta trabalho e nós ganhamos bem, muito bem. Não é qualquer salário que vai atrair para o interior uma classe altamente elitista como a classe médica.

Até pouco tempo só quem fazia medicina era quem vinha de escola particular. De uma turma de 70 alunos somente um ou dois eram de escola pública. Agora tem também os que se formam em faculdades privadas cujos pais, boa parte médicos, podem pagar até cinco mil reais por mês pro filho ou filha ou filhos fazerem medicina. E não me digam que eles pagam tanto só para seus filhos "amarem os seres humanos". Não vamos ser hipócritas.
Médico formado pela UFBA

Pode ser que com as cotas possamos formar médicos que vejam na ida para o interior uma oportunidade de juntar um dinheiro e ajudar a família. Pode ser também que com a formação de mais médicos o mercado nos empurre para lá. A verdade é que nós não vamos para lá por termos opções melhores.
Os mesmos médicos que falam tanto de falta de estrutura são os mesmos que criticam o bolsa família. Eu conto nos dedos os médicos que são a favor do bolsa família. Como médico reclama de falta de estrutura e critica um programa que garante um mínimo de segurança alimentar para as famílias? É totalmente incoerente e hipócrita. 

A verdade é que a classe médica é a classe mais reacionária que eu conheço. Os médicos, com exceções, são contra cotas, contra bolsa família, contra PEC das domésticas, enfim, contra programas sociais. O cartaz que a médica segura, "Dilma vá tratar seu linfoma em Cuba", mostra bem o perfil da classe médica. 
Nós não temos formação em saúde pública. Os cubanos são muito melhores nisso. Conheço pessoas que já trabalharam com cubanos e que dizem que eles são melhores, disparadamente. Vale lembrar que a mortalidade infantil em Cuba é menor que a dos EUA e que os cubanos também vivem mais que os americanos, embora, em termos de tecnologia, estejam muito mais atrasados. 
Ah, se há uma coisa que JÁ funciona aqui no Brasil é o esquema de vacinação, com ampla cobertura e eficácia. 

Os médicos que foram para as ruas são os mesmos que foram contra o programa do governo que incentiva o jovem médico a ir para o interior dando pontos na prova de residência para quem fosse. Claro! Isso tira vantagens de seus filhos na hora de prestar concurso para residência. 

O Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira já se manifestaram contra as medidas da Dilma. Afinal, o que querem eles?
Planos de carreira não são a solução. Mesmo juízes, de quem os médicos burramente costumam ter inveja, só podem ter um emprego. Os médicos podem ter vários vínculos públicos e privados. No final, a soma do que se recebe em cada um destes vínculos dá muito mais do que o que um juiz ganha. É uma questão de mercado. Como eu já disse, nós ainda podemos escolher não ir para o interior. Então deixemos que vá quem queira ir! 

Fonte: Reproduzido do Blog Escreva Lola Escreva

sábado, 29 de junho de 2013

A voz do Brasil ocupa Brasília na marcha dos estudantes.

No marco das grandes manifestações que tem tomado conta do Brasil nas últimas semanas, os estudantes brasileiros reafirmaram nessa quinta-feira (27/6), que a melhor forma de fazer política e mobilizar a opinião pública por mudanças se faz ocupando as ruas em manifestação. Brasília, palco de diversos atos da juventude, sabe bem disso, e não teve erro: estudantes de diversos estados brasileiros, junto com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e com a União Nacional dos Estudantes, pegaram a estrada e desembarcaram no coração político do país.

Investimento em educação, passe livre irrestrito para os estudantes, reforma política, democratização da mídia e repúdio à homofobia foram temas de primeira ordem no ato nacional que seguiu rumo Congresso Nacional. Para presidenta da UBES, Manuela Braga, é impossível não ouvir a voz que vem das ruas. “O movimento estudantil clama por mais vitórias. Depois da suada aprovação na Câmara, destinando os royalties do petróleo e do fundo social do pré-sal para educação, esperamos pressionar para que não tenhamos nenhum retrocesso. Ainda temos outras prioridades, como o passe livre estudantil e a qualidade no transporte, problemas que batem de frente com o aumento da evasão escolar nas escolas”, comentou.

A defesa por mais investimentos em educação recebeu real destaque entre a estudantada durante a marcha, demonstrando entendimento da pauta. Com o rosto pintado e a bandeira do Brasil sobre as costas, o secundarista do Centro de Ensino Elefante Branco (Brasília), Leonardo Matheus de 16 anos, conta que houve uma forte mobilização nas escolas. “Apesar de estarmos em período de gincana, a diretoria da UBES foi nas salas, explicou o que é os royalties e o que é reforma política, depois a galera começou a perguntar sobre outros assuntos pra ajudar a mobilizar mais turmas”, relata o jovem que além de presidente do grêmio Honestino Guimarães, também encheu os pulmões pra lembrar que a própria escola ajudou a pressionar e aprovar a lei da reserva de vagas.

Sem dúvidas, seguros de que a repercussão e a mudança são fatores consequentes, as faixas foram ocupadas por cartazes que expressavam a diversidade da marcha. Em cima do carro de som, o estudante do curso de Direito do Centro Universitário de Brusque (Unifebe), Yuri Becker, ajudava a organizar o início da caminhada. “As manifestações são pra demonstrar que estamos buscando e queremos mais, evoluímos muito nos últimos 12 anos na educação brasileira, mas é preciso mais. Como em Santa Catarina e por todo país, precisamos ampliar os campus, as universidades estaduais e federais, precisamos garantir o passe livre e a democratização da mídia, para que consigamos passar o verdadeiro motivo de estarmos nas ruas, isso tudo é o que garante que permaneceremos lutando”.

A presidente de grêmio do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina, Franciane Martini, 16, também pontua a permanência da juventude nas ruas. Depois de 25 horas de viagem, a secundarista afirma que “há muito o que mudar, mesmo aqui ou em Santa Catarina, onde várias cidades restringem o transporte para os estudantes com número de passagens diárias limitadas”.

Esse grito incessante e jovem permanece na fala dos demais que encheram de cor o Distrito Federal. De cima do carro de som, o presidente da União Estadual dos Estudantes do Mato Grosso, Rarikan Heven puxava as palavras de ordem durante a concentração na Biblioteca Nacional. Ele, que veio junto com os secundaristas e estudantes da Universidade Federal, afirma que a galera veio determinada. “Vamos aproveitar a marcha para ir até a bancada de Mato Grosso no Congresso para que eles recebam diretamente as nossas pautas como o financiamento do passe livre no estado”.

“A gente sabe o quanto é importante colocar a massa na rua, radicalizar e parar as cidades”, conta o secundarista, Douglas Rodrigues ao citar as bandeiras de luta, especialmente o repúdio ao projeto “Cura Gay”. Para o presidente do grêmio estudantil Frei João Batista Vogel do Colégio Estadual Polivalente Frei João Batista, em Anápolis, “além das pautas educacionais, o estado tem se levantado contra o projeto homofóbico, especialmente por ser tratar de uma proposta do deputado João Campos, parlamentar goiano que não representa a luta da população que o elegeu”.

“Viemos pelos 10% do PIB para educação, na expectativa de que o Senado leve em consideração nossas bandeiras. Resultado de uma forte mobilização do DCE que mobilizou a cidade de Uberlândia e Uberaba, viemos com os ônibus cheios enfrentando 5 horas na estrada pra conquistar a atenção dos nossos representantes”, conta a estudante de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia, Bia Miranda.


Ônibus de outros estados também atravessaram o Brasil a caminho de Brasília, como os estudantes de São Paulo e do Paraná. Além de todos esses, Acre, Bahia, Pará, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul também marcaram presença com presidentes de entidades estaduais e diretores da UBES e UNE.

Fonte: Site da UBES

terça-feira, 4 de junho de 2013

Aterrorizantes experiencias medicas feitas pelos EUA. Quem é terrorista?

Infelizmente os Estados Unidos da América ao invés de se tornar um verdadeiro país em favor da democracia, liberdade dos povos e investidor no extermínio da fome e doenças do mundo, apenas se preocupa em invadir nações e prejudicar sensivelmente países latinos, árabes e africanos, só no intuito de sustentar sua política econômica cruel na ganancia, de ter a fortuna do mundo, garantir que minerais, como o petróleo, estejam sempre no seu domínio. Resultado são milhares de ataque mortais a humanidade.

Esse País vive na grande mídia, inclusive na Globo e na Veja, propagandeando vantagens de um pais defensor da humanidade, pode até ser da sua própria população, mas uma coisa temos certeza, é apenas o maior país que representa o regime capitalista e suas crises.

No campo do "terrorismo" os Estados Unidos acusa vários países de regime socialista e que detêm grandes riquezas minerais, como países que promovem o terrorismo e que estão em uma "lista negra".

Podemos apenas comparar os Estados Unidos com Cuba em relação a medicina. O país ianque pode ter a maior estrutura farmacológica e os melhores equipamentos da medicina em universidades e em seus hospitais, porém chamais será apagada na história, o que esse país fez com a humanidade nas suas experiencias na área médica. Agora em Cuba, a grande medicina foi conquistada a duras penas, dentro até hoje de embargo implantado pelo próprio EUA, onde é conhecida pelo mundo como uma medicina preventiva e humanitária para os povos do planeta.

Veja algumas aterrorizantes experienciais médicas feitas pelo EUA, onde  médicos, cientistas e pesquisadores já ultrapassaram os limites da ética para realizar os experimentos mais abomináveis que poderíamos imaginar. Experiências comparadas com as dos nazistas, os médiso Irlandeses William Burke e William Hare e os japoneses nas décadas de 30 e 40.

1. O caso Tuskegee


Um dos mais notórios e absurdos casos da medicina moderna aconteceu no estado do Alabama, nos Estados Unidos, na cidade de Tuskegee, onde um grupo de 399 afro-americanos com sífilis participou de um estudo sobre os efeitos da doença.

Neste caso, a análise da evolução dessa patologia significava o seu não tratamento. O Serviço de Saúde Pública informava apenas que eles tinham “sangue ruim” e omitiam o diagnóstico conhecido e o prognóstico esperado.
Esses homens, bem como outros 201 saudáveis, foram acompanhados por esse programa de 1932 até 1972, quando o estudo foi finalmente exposto ao público e imediatamente encerrado pelo governo. O grupo nunca recebeu o tratamento adequado, mesmo depois de 1947 quando a penicilina se tornou a droga principal no combate da sífilis.

2. Experimento com sífilis na Guatemala


De 1946 a 1948, o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos com consentimento das autoridades da Guatemala conduziram um experimento para estudar os efeitos da sífilis, infectando deliberadamente prisioneiros e pacientes de um hospital psiquiátrico da Guatemala.

O objetivo era testar a resposta da doença para o tratamento com a penicilina. De acordo com dados divulgados recentemente a pedido do presidente Barack Obama, cerca de 1.300 foram expostas à sífilis e gonorreia no caso da Guatemala.
Os prisioneiros e pacientes eram infectados por inoculação direta da bactéria ou sendo obrigados a ter relações sexuais com prostitutas portadoras da doença. Entre os infectados, apenas 700 receberam o tratamento médico. O experimento levou 83 pessoas à morte.

3. O pioneirismo questionável de J. Marion Sims


J. Marion Sims é considerado um cirurgião pioneiro e o pai da ginecologia moderna. Porém, ao realizar operações de reparo de fístula vésico-vaginal em escravas possivelmente sem consentimento e sem qualquer recurso anestésico para diminuir a dor, deixou um legado questionável sobre a sua prática médica.

O cirurgião realizou mais de 30 intervenções cirúrgicas na mesma escrava, de nome Anarcha, até aperfeiçoar e técnica e solucionar de vez o problema de fístula da mulher. Naquela época, a incontinência urinária causada por uma fístula, um problema de comunicação entre os órgãos, resultava na rejeição da mulher pela sociedade.
Apenas depois de trabalhar com as escravas, Sims começou a tratar as mulheres brancas com esse problema (em geral, causado por problemas no trabalho de parto), mas dessa vez com o total consentimento das pacientes e com a devida aplicação de anestesia.

4. Os assassinatos de Burke e Hare


Aproveitando a dificuldade de médicos e cientistas conseguirem corpos para o estudo da anatomia no século XIX, os imigrantes irlandeses William Burke e William Hare encontraram sua própria maneira de fornecer material ao cirurgião Robert Knox, em Edimburgo, na Escócia.

Entre os anos de 1827 e 1828, os dois amigos venderam corpos de 16 vítimas para o médico utilizar nos seus estudos. Knox não desconfiou, ou pelo menos não se importou, que os corpos entregues pela dupla eram bastante frescos. O caso, porém, acabou com a reputação do médico quando os assassinatos vieram à tona.
Burke e Hare utilizavam a prática de sufocamento de suas vítimas como forma de preservar os corpos para dissecação e não produzir marcas de violência. A técnica da dupla gerou a expressão em inglês “burking” para designar o sufocamento silencioso de algo ou alguém.

5. O “Estudo Monstro” de Wendell Johnson


Em 1939, pesquisadores da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, realizaram um experimento em órfãos para provar a hipótese de que a gagueira era resultado da ansiedade das crianças quanto à fala. Vinte e duas crianças participaram do programa no qual recebiam críticas sobre suas ansiedades e eram coagidas a permanecerem quietas caso não tivessem certeza de que poderiam falar sem gaguejar.

A experiência não induziu a gagueira, mas as crianças que receberam a terapia negativa no estudo sofreram com efeitos psicológicos, de insegurança, ansiedade e isolamento, além de apresentar outros problemas de fala que não a gagueira ao longo da vida.
Mary Tudor, encarregada por Wendell Johnson para lidar com as crianças, diz se arrepender de ter participado do programa e reconheceu o mal que o “Estudo Monstro” gerou naquelas crianças.

6. A Unidade 731


Entre os anos de 1930 e 1940, o Exército Imperial Japonês conduziu uma unidade secreta de experimentos com seres humanos, em grande parte na China, como parte de suas práticas de guerra. E para isso, utilizou até um programa de fachada para ocultar as atividades, criando o Departamento de Purificação da Água e Prevenção de Epidemias.

Entre as mais terríveis atrocidades cometidas pelo exército japonês, havia testes de resistência física dos mais variados que tentavam avaliar as condições para levar alguém à morte. Presos eram pendurados de cabeça para baixo, infectados com doenças e colocados em câmaras de gás até seus olhos estourarem. Os alvos eram criminosos comuns, guerrilheiros inimigos e prisioneiros políticos, e estima-se que cerca de 200 mil pessoas possam ter morrido nas mãos da Unidade.

7. Experimentos nazistas


Entre os crimes mais abomináveis e cruéis que já se teve conhecimento na história da humanidade, a prática nazista de realizar experimentos em prisioneiros em nome de uma raça superior ariana é certamente uma das mais horrorosas em termos médicos e humanos.

Os nazistas submetiam seus prisioneiros a doenças para testar tratamentos e se preparem para uma guerra química. Eles também praticaram procedimentos de esterilização experimental, além de colocarem os presos em ambientes de condições extremas para verificar o comportamento do corpo. Isso sem falar do extermínio em massa por câmaras de gás e outras atrocidades cometidas pelos nazistas.
Muitos médicos envolvidos com os experimentos nazistas foram condenados como criminosos de guerra. Josef Mengele, um dos principais oficiais do campo de Bikernau, fugiu para a América do Sul e morreu no Brasil em 1979





domingo, 28 de abril de 2013

Governo Federal oferece curso de inglês grátis para universitários


Estão abertas inscrições para o My English Online (MEO), curso de inglês online do Programa Inglês sem Fronteiras (IsF). O curso, uma iniciativa do Ministério da Educação por intermédio da Secretaria de Educação Superior (SESU/MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), é destinado a alunos de graduação e pós-graduação regularmente matriculados em instituições de ensino superior públicas e privadas brasileiras. O curso foi formulado para contribuir com a formação em língua inglesa de possíveis candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF), além de preparar os estudantes para os exames de língua inglesa solicitados para admissão em instituições acadêmicas no exterior. Entretanto, o MEO também está aberto a todos os estudantes, regularmente matriculados, independentemente do seu perfil para o CsF.

O My English Online é um curso que é baseado na ferramenta para ensino de idiomas MyELT, sem mediação de professor/tutor, que propõe atividades totalmente interativas para o estudo da língua inglesa em qualquer horário e em qualquer lugar. Pelo sistema, o usuário tem acesso a livros interativos, leituras, exercícios de gramática, dicionários, atividades para prática oral e testes de acompanhamento. Os materiais podem ser impressos para prática posterior, sem necessidade de consulta ao computador.

O curso é dividido em cinco níveis de aprendizado, contendo cada um três partes de atividades com e-Book, vídeo, gramática e leituras. Ao final de cada parte, o usuário deverá fazer um Teste de Progresso como preparação para a Prova Final do nível. As etapas de aprendizado são: Nível 1 — Iniciantecom instruções em Português e componentes bilíngues; Nível 2 — Básico; Nível 3 — Pré-Intermediário; Nível 4 — Intermediário; e Nível 5 — Avançado, preparatório para exames TOEFL, FCE ou CAE. A falta de acesso ao sistema por mais de 15 dias implica perda de acesso ao ambiente de forma irreversível.

Para cursar o My English Online é necessário que o interessado esteja regularmente matriculado em instituição de ensino superior pública, em curso de graduação ou pós-graduação em Programa de Pós-Graduação recomendado pela CAPES. No ato da inscrição o aluno fará um teste de nivelamento para saber em qual nível será classificado. O teste dura em torno de 1 hora e não pode ser salvo para ser finalizado posteriormente. Sem o teste, o curso não será aberto. A cada dois meses, o estudante deverá, obrigatoriamente, realizar um Teste de Progresso de modo que, em cada nível, o estudante deverá realizar dois Testes de Progresso antes da Prova Final. O estudante receberá um aviso por e-mail caso não realize o teste ou a prova dentro do prazo e será habilitado no próximo nível de estudo se obtiver um rendimento igual ou superior a 60% na Prova Final. Para cada nível concluído, o usuário receberá um certificado de conclusão por e-mail.


Fonte: Site da UFMA